Lugar de informação, debate e opinião livre e responsavel em especial sobre Mértola e seu Concelho.
Vamos falar de
sábado, 27 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Diz-me onde moras...

"Um dos grandes problemas da nossa sociedade é o trauma da morada. Por exemplo, há uns anos, um grande amigo meu, que morava em Sete Rios, comprou um andar em Carnaxide. Fica pertíssimo de Lisboa, é agradável, tem árvores e cafés. Só tinha um problema. Era em Carnaxide.
Nunca mais ninguém o viu. Para quem vive em Lisboa, tinha emigrado para a Mauritânia!
Acontece o mesmo com todos os sítios acabados em -ide, como Carnide e Moscavide. Rimam com Tide e com Pide e as pessoas não lhes ligam pevide. Um palácio com sessenta quartos em Carnide é sempre mais traumático do que umas águas-furtadas em Cascais. É a injustiça do endereço.
Está-se numa festa e as pessoas perguntam, por boa educação ou por curiosidade, onde é que vivemos. O tamanho e a arquitectura da casa não interessam. Mas morre imediatamente quem disser que mora em Massamá, Brandoa, Cumeada, Agualva-Cacém, Abuxarda, Alformelos, Murtosa, Angeja. ou em qualquer outro sítio que soe à toponímia de Angola.
Para não falar na Cova da Piedade, na Coina, no Fogueteiro e na Cruz
de Pau. (...) Ao ler os nomes de alguns sítios - Penedo, Magoito, Porrais, Venda das Raparigas, compreende-se porque é que Portugal não está preparado para entrar na Europa.
De facto, com sítios chamados Finca Joelhos (concelho de Avis) e Deixa o Resto (Santiago do Cacém), como é que a Europa nos vai querer integrar? Compreende-se logo que o trauma de viver na Damaia ou na Reboleira não é nada comparado com certos nomes portugueses.
Imagine-se o impacto de dizer "Eu sou da Margalha" (Gavião) no meio de um jantar.
Veja-se a cena num chá dançante em que um rapaz pergunta delicadamente "E a menina de onde é?", e a menina diz: "Eu sou da Fonte da Rata" (Espinho).
E suponhamos que, para aliviar, o senhor prossiga, perguntando "E onde mora, presentemente?", Só para ouvir dizer que a senhora habita na Herdade da Chouriça (Estremoz).
É terrível. O que não será o choque psicológico da criança que acorda, logo depois do parto, para verificar que acaba de nascer na localidade de Vergão Fundeiro?
Vergão Fundeiro, que fica no concelho de Proença-a-Nova, parece o nome de uma versão transmontana do Garganta Funda.
Aliás, que se pode dizer de um país que conta não com uma Vergadela (em Braga), mas com duas, contando com a Vergadela de Santo Tirso ? Será ou não exagerado relatar a existência, no concelho de Arouca, de uma Vergadelas?
É evidente, na nossa cultura, que existe o trauma da "terra". Ninguém é do Porto ou de Lisboa. Toda a gente é de outra terra qualquer. Geralmente, como veremos, a nossa terra tem um nome profundamente embaraçante, daqueles que fazem apetecer mentir.
Qualquer bilhete de identidade fica comprometido pela indicação de naturalidade que reze Fonte do Bebe e Vai-te (Oliveira do Bairro).
É absolutamente impossível explicar este acidente da natureza a amigos estrangeiros ("I’am from the Fountain of Drink and Go Away..."). Apresente-se no aeroporto com o cartão de desembarque a denunciá-lo como sendo originário de Filha Boa. Verá que não é bem atendido. (...) Não há limites. Há até um lugar chamado Cabrão, no concelho de Ponte de Lima !!! Urge proceder à renomeação de todos estes apeadeiros. Há que dar-lhes nomes civilizados e europeus, ou então parecidos com os nomes dos restaurantes giraços, tipo : Não Sei, A Mousse é Caseira, Vai Mais um Rissol. (...)
Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um percurso que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo Corte Pão e Água (Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), e acabando a comprar rebuçados em Bombom do Bogadouro (Amarante), depois de ter parado para fazer um chichi em Alçaperna (Lousã).
(Miguel Esteves Cardoso)
Nunca mais ninguém o viu. Para quem vive em Lisboa, tinha emigrado para a Mauritânia!
Acontece o mesmo com todos os sítios acabados em -ide, como Carnide e Moscavide. Rimam com Tide e com Pide e as pessoas não lhes ligam pevide. Um palácio com sessenta quartos em Carnide é sempre mais traumático do que umas águas-furtadas em Cascais. É a injustiça do endereço.
Está-se numa festa e as pessoas perguntam, por boa educação ou por curiosidade, onde é que vivemos. O tamanho e a arquitectura da casa não interessam. Mas morre imediatamente quem disser que mora em Massamá, Brandoa, Cumeada, Agualva-Cacém, Abuxarda, Alformelos, Murtosa, Angeja. ou em qualquer outro sítio que soe à toponímia de Angola.
Para não falar na Cova da Piedade, na Coina, no Fogueteiro e na Cruz
de Pau. (...) Ao ler os nomes de alguns sítios - Penedo, Magoito, Porrais, Venda das Raparigas, compreende-se porque é que Portugal não está preparado para entrar na Europa.
De facto, com sítios chamados Finca Joelhos (concelho de Avis) e Deixa o Resto (Santiago do Cacém), como é que a Europa nos vai querer integrar? Compreende-se logo que o trauma de viver na Damaia ou na Reboleira não é nada comparado com certos nomes portugueses.
Imagine-se o impacto de dizer "Eu sou da Margalha" (Gavião) no meio de um jantar.
Veja-se a cena num chá dançante em que um rapaz pergunta delicadamente "E a menina de onde é?", e a menina diz: "Eu sou da Fonte da Rata" (Espinho).
E suponhamos que, para aliviar, o senhor prossiga, perguntando "E onde mora, presentemente?", Só para ouvir dizer que a senhora habita na Herdade da Chouriça (Estremoz).
É terrível. O que não será o choque psicológico da criança que acorda, logo depois do parto, para verificar que acaba de nascer na localidade de Vergão Fundeiro?
Vergão Fundeiro, que fica no concelho de Proença-a-Nova, parece o nome de uma versão transmontana do Garganta Funda.
Aliás, que se pode dizer de um país que conta não com uma Vergadela (em Braga), mas com duas, contando com a Vergadela de Santo Tirso ? Será ou não exagerado relatar a existência, no concelho de Arouca, de uma Vergadelas?
É evidente, na nossa cultura, que existe o trauma da "terra". Ninguém é do Porto ou de Lisboa. Toda a gente é de outra terra qualquer. Geralmente, como veremos, a nossa terra tem um nome profundamente embaraçante, daqueles que fazem apetecer mentir.
Qualquer bilhete de identidade fica comprometido pela indicação de naturalidade que reze Fonte do Bebe e Vai-te (Oliveira do Bairro).
É absolutamente impossível explicar este acidente da natureza a amigos estrangeiros ("I’am from the Fountain of Drink and Go Away..."). Apresente-se no aeroporto com o cartão de desembarque a denunciá-lo como sendo originário de Filha Boa. Verá que não é bem atendido. (...) Não há limites. Há até um lugar chamado Cabrão, no concelho de Ponte de Lima !!! Urge proceder à renomeação de todos estes apeadeiros. Há que dar-lhes nomes civilizados e europeus, ou então parecidos com os nomes dos restaurantes giraços, tipo : Não Sei, A Mousse é Caseira, Vai Mais um Rissol. (...)
Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um percurso que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo Corte Pão e Água (Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), e acabando a comprar rebuçados em Bombom do Bogadouro (Amarante), depois de ter parado para fazer um chichi em Alçaperna (Lousã).
(Miguel Esteves Cardoso)
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Macias em destaque no II Controle Nacional
Mais de 300 atletas marcaram presença nesta competição que apurou os melhores atletas para os próximos estágios das Equipas Nacionais de Velocidade mas também , em algumas categorias, apurou os 50 melhores atletas para o Nacional de Fundo, a realizar em março.
Fernando Pimenta do Clube Náutico de Ponte de Lima venceu a prova em K1 Sénior, Joana Vasconcelos, atleta do Sport Lisboa e Benfica, venceu no K1 Feminino e Helder Silva do Clube Náutico de Prado venceu no C1.
Participaram 9 atletas do Clube Náutico de Mértola com resultados bastante positivos. De realçar a 3º lugar de Manuel Macias que garante assim a sua continuidade na selecção Nacional de Juniores e de referir o facto de todos os atletas de Mértola terem entrado dentro dos parâmetros que garantem a sua participação no Campeonato Nacional de Fundo.
Seniores K1
Tamás Homoki – 43º
Seniores C1
Bruno Vitória 5º
Rafael Luz 7º
Juniores K1
Manuel Macias 3º
Gonçalo Ferreira 22º
Daniel Guerreiro 27º
Cadetes K1
João Brito 30º
André Jerónimo 44º
Cadetes C1
Bruno Afonso 4º
Todos os resultados aqui.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Taça de Portugal disputa-se na Mina de S.Domingos
domingo, 21 de fevereiro de 2010
A proclamação de Alegre em Coimbra
Para os leitores interessados, deixo aqui o texto integral do discurso de Manuel Alegre, proferido em Coimbra, no passado dia 19, por ocasião do jantar que reuniu cerca de meio milhar de apoiantes.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
A Candidatura de Nobre e o riso do Banqueiro

Foi ontem à noite, no Padrão dos Descobrimentos, em Belém, rodeado de algumas dezenas de apoiantes, sobressaindo, entre outros, os nomes de Catalina Pestana, o conhecido empresário, comentador e analista desportivo Rui Moreira, e Margarida Pinto Correia, antiga mandatária para a Juventude da candidatura de Mário Soares à Presidência - agora coordenadora da campanha de Fernando Nobre - que este proferiu a sua declaração de candidatura à Presidência da República.
Num discurso de conteúdo pobre e parco de ideias para o País, Nobre declarou-se um candidato vindo da "sociedade civil", apartidário, que não se candidata contra ninguém, fazendo-o apenas por um imperativo moral.
Destacando o grau de pobreza em Portugal e os índices económicos, pondo a tónica nos valores da Ética, Nobre invoca o seu passado de descomprometimento político, os seus conhecimentos da geoplítica, do País e de quase todo o mundo, bem como dos países de expressão portuguesa, que conhece na totalidade. Referiu-se ao clima político do País, "onde não se pode viver num saco de gatos", e às comunidades emigrantes e imigrantes a quem prestará toda a ajuda.
Acreditando em Portugal e nos portugueses, Fernando Nobre promete, se for eleito, estabelecer um diálogo com os governantes e com os portugueses.
No seu jornal da noite, a SIC passou uma entrevista que Fernando Nobre deu a Miguel Sousa Tavares, a qual pode ser vista aqui.
Sousa Tavares questionou-o sobre se a sua candidatura não seria o resultado de iniciativa de Mário Soares, perguntando-lhe mesmo se falara com este antes da apresentação da candidatura.
Nobre, dizendo-se um homem livre e descomprometido, reconheceu, contudo, que falara com Soares, como falara com mais trinta personalidades de todos os quadrantes políticos, do CDS ao PCP (curiosamente não fez qualquer referência ao Bloco de Esquerda de quem foi mandatário nacional nas últimas europeias e sendo certo que apoiantes seus acusam Manuel Alegre de ser o candidato do BE), acrescentando que o dr. Mários Soares lhe dissera que, se o Partido Socialista apoiasse um candidato próprio, votaria nesse candidato.
Sobre a sua competência para o exercício do cargo de Presidente da República, Nobre disse que não conhecia as "interpretações da Constituição", o que, de resto, não constituía qualquer problema para ele: lá está o Tribunal Constitucional, o Conselho de Estado e os assessores.
Perante a insistência de Sousa Tavares, que lhe fez saber que é comumente designado na blogosfera como um catavento político, Nobre lá se foi explicando penosamente como apoiara Durão Barroso e lhe retirara depois a confinça, reafirmando-se livre e descomprometido e que a sua candidatura resultara de muitas insistências,vindas de toda a parte, do norte, do sul, do leste, enfatizando as que vieram, por exemplo, de Viseu e da Figueira da Foz! "Eu não sou lebre de ninguém".
E porque o entrevistador o confrontasse com a possibilidade da sua candidatura, concorrendo com a de Alegre, contribuir para a vitória do candidato da direita, Nobre não poderia ser mais claro: "Esse não é problema meu".
Sobre Alegre, Fernando Nobre sentenciou: "com 34 anos de deputado, como vice-presidente da Assembleia da República, ele terá as boas e más justificações para o Estado a que o País chegou".
Sousa Tavares quis saber se Nobre tinha alguma ideia sobre os custos da campanha eleitoral. O candidato não pestanejou: "cerca de um milhão de euros".
Não dispondo do dinheiro, iria falar com banqueiros. Sim, porque ele, Nobre, nada tinha contra o sistema financeiro. "O que não queria era alguns Bancos daqueles de que todos se recordam..."
Se nos lembramos de que o Padre Lino Maia, Presidente do Conselho Nacional das Instituições de Solidariedade Social, entusiasticamente agradado com a candidatura de Nobre mas não deixando de referir, no forum da TSF, que ele não tem possibilidades de vitória - até porque há um Presidente credível-, será preciso mais para se concluir que a candidatura de Fernando Nobre é uma candidatura enraizada no mais puro populismo, que tem como único objectivo travar e prejudicar a candidatura de Alegre e, por via disso, possibilitar a reeleição de Cavaco Silva?
Artur Santos Silva, muito próximo de Mário Soares, banqueiro e Presidente da Comissão das Comemorações para o Centenário da Repubica, disse à Antena 1, com ar sério, (...) que era positivo, muito positivo (referindo-se à candidatura de Fernando Nobre). Mas não se contendo, desatou a rir-se enquanto dizia que era "complicado ganhar essa batalha, muito complicado ganhar essa batalha sem o apoio das grandes forças políticas" .
Assim vão as presidenciais...
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Uma candidatura divisionista

Curiosamente, à mesma hora, Manuel Alegre jantará em Coimbra com muitas centenas de apoiantes seus.
Segundo o Expresso, o presidente da AMI, Fernando Nobre, fez parte da Comissão de Honra e da Comissão Política da candidatura de Mário Soares à Presidência da República.
Ainda segundo aquele jornal, Nobre foi o mandatário nacional do Bloco de Esquerda nas eleições europeias de Junho de 2009.
Mas Fernando Nobre não se fica por aqui. Integrou também a comissão de honra da recandidatura de António Capucho, conhecido militante do PSD, à presidência da Câmara Municipal de Cascais.
Suplantando, até, uma conhecida personalidade política da nossa Vila, ficou mais próximo da deputada Maria José Nogueira Pinto, que ficou célebre, entre outras abrangências partidárias, por, em plena Assembleia da República, ter apelidado de palhaço um colega de outra bancada.
Podemos dizer assim que Fernando Nobre é uma espécie de "três em um"!
Mas será pertinente perguntar: o que faz correr Fernando Nobre?
Há quem diga que a sua candidatura só seria possível pelo incentivo que teria recebido da ala soarista do Partido Socialista. Mas, francamente, tenho dificuldade em aceitar esta estranha conjectura.
Mário Soares é um animal político. Assumiu-se sempre como Político e continua a assumir-se como tal. Orgulha-se disso. Num tempo em que a todo o instante, por fas ou por nefas, o populismo está presente em muitos sectores da nossa sociedade, insurgindo-se contra a "classe política", Soares é justamente o oposto.
Fernando Nobre é um médico que se notabilizou por causas humanitárias no quadro da sua profissão. Não tem qualquer experiência política. Nunca exerceu cargos públicos. Não se lhe conhece qualquer ideia para o País. Por isso, repito, tenho muita dificuladade em aceitar que Mário Soares se reveja nesta Nobre candidatura. Não se revê.
De resto, nem Soares nem o Partido Socialista nem qualquer dos seus dirigentes, em nome do partido ou a título pessoal, veio a terreiro declarar qualquer apoio ou manifestar o mais pequeno gesto de simpatia à candidatura de Fernando Nobre.
Seja porém como for, do que não há dúvida é de que a candidatura de Fernando Nobre não pode deixar de se considerar como uma candidatura divisionista.
Em "campanha eleitoral" desde há um tempo, embora com uma mais que provável recandidatura estival, o actual Presidente da República, qual Fénix renascida, só pode ter motivos de grande júbilo. Dir-se-ia que o anúncio da candidatura de Fernando Nobre terá sido recebido, lá para os lados de Belém, como uma verdadeira benção caída do Céu!
Muita água há-de correr por debaixo das pontes... No imediato, aguardemos a declaração do dr. Fernando Nobre e o que ele tem para nos oferecer. É já amanhã.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Biblioteca Municipal
Biblioteca Municipal
De 12 a 17 de Fevereiro
Exposição Bibliográfica
Histórias de amor, quem
as não lê….
De 12 a 17 de Fevereiro
Exposição Bibliográfica
Histórias de amor, quem
as não lê….
Cultura Itinerante na Corte Gafo de Cima
Azul Profundo de Pedro Solá - na Casa das Artes Mário Elias

A Casa das Artes Mário Elias, em Mértola, apresenta de 17 de Fevereiro a 10 de Março a exposição de pintura “Azul Profundo” de Pedro Solá.
O artista argentino Pedro Solá traz a Mértola um conjunto de obras, óleo sobre tela e aguarela, marcadas pelo uso do azul em contraste com cores quentes, resultantes das viagens do artista.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Carnaval na Mina de S.Domingos

Pelas 22:00 hora tem lugar um Baile de Máscaras nas renovadas instalações do Centro Republicano com o Duo Popular. O momento alto do programa decorrerá no dia 14 com um desfile de Carnaval pelas ruas da mina com início às 15:00horas. O programa encerra a 17 de Fevereiro também pelas 15:00horas com o Enterro do Entrudo.
Esta organização do Centro Republicano 5 de Outubro conta com o apoio da Câmara Municipal de Mértola, da Junta de Freguesia da Corte do Pinto. Da La Sabina – Sociedade Mineira e Turística, SA, dos Comerciantes da Mina de S. Domingos e do Centro Social dos Montes Altos
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Canoagem - Selecções Nacionais, Macias nos Juniores Afonso nos Cadetes

Já a equipa Junior que integra Manuel Macias do Clube Náutico de Mértola e a equipa Cadete que integra Bruno Afonso iniciam os trabalhos mais tarde, 6 e 13 de Fevereiro respectivamente.
De realçar a entrada de Bruno Afonso para a equipa Nacional de Cadetes e a possibilidade que os dois canoistas de Mértola têm de participar em diversas competições internacionais de grande relevo.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
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