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domingo, 28 de maio de 2017
segunda-feira, 22 de maio de 2017
Vento forte causa estragos e "encerra" Festival Islâmico de Mértola
Milhares
de pessoas foram retiradas do Festival Islâmico de Mértola, que decorria no
centro histórico daquela vila, devido a um vendaval que causou estragos também
noutras localidades.
Um vento forte e persistente causou estragos em várias tendas e numa
habitação, atingida por um candeeiro, este domingo, em Mértola.
"É um vento muito forte que já causou estragos em várias
estruturas", disse ao JN o comandante dos Bombeiros de Mértola, José
Palma, referindo a presença de milhares de pessoas no festival.
"Não há feridos", disse José Palma. Temendo que o vendaval
pudesse causar mais estragos e até danos pessoais, a organização deu o festival
por encerrado, cerca das 15.30 horas deste domingo.
Bombeiros, GNR e funcionários municipais ajudaram a evacuar o centro
histórico de Mértola, onde decorria a 9.ª edição do Festival Islâmico.
"As previsões apontavam para a continuidade de rajadas de vento, o
que poderia realmente causar danos a pessoas e, por questões de segurança,
decidiu-se fechar três horas mais cedo do que o previsto (18 horas) e evacuar o
mercado de rua", explicou o presidente da Câmara de Mértola, Jorge Rosa,
frisando que "a organização do festival e a Proteção Civil Municipal
atuaram a tempo de impedir que se registassem incidentes com pessoas no
local".
Segundo o autarca, as pessoas presentes no local "estavam a sentir
a força das rajadas de vento, compreenderam a situação e, pouco a pouco, foram
saindo do mercado de rua", onde, cerca das 16.30 horas, só estavam
comerciantes a arrumarem e a carregarem as mercadorias para as viaturas.
Ironicamente, o barco que faz passeios no Guadiana, batizado de
"Vendaval", ficou em terra, impossibilitado de navegar nas águas
agitadas do rio, devido ao forte vendaval que se faz sentir em Mértola e
noutros locais do distrito.
Promovido pela Câmara de Mértola, o Festival Islâmico de Mértola, cuja
9.ª edição arrancou na passada quinta-feira, recupera as ligações com o Norte
de África e as vivências da vila naqueles séculos, quando se chamava
"Martulah" e era capital de um reino islâmico e um importante porto
comercial nas rotas do Mediterrâneo.
Queda de árvores em
Beja e fogo em Serpa
Em Beja, o vento forte também causou estragos. Segundo apurou o JN, há
relatos de árvores caídas junto ao Seminário e ao Mercado Municipal. Não há
registo de feridos.
Em Cruz da Cigana, na Serra de Serpa, o vento forte derrubou linhas de
alta tensão, que causaram um incêndio.
O fogo foi combatido pelos Bombeiros de Mértola e de Serpa, tendo sido
rapidamente dominado.
sábado, 20 de maio de 2017
sexta-feira, 19 de maio de 2017
Festival - Programa desta noite
Cais do Guadiana |22h30m
Passados vinte anos, desde que iniciou o seu percurso musical,
Pedro Mestre aposta, pela primeira vez, num trabalho a solo. “Campaniça do
Despique” evoca o mais genuíno toque da viola campaniça, que desde sempre
acompanhou os cantes de improviso no Alentejo.
Neste espetáculo, Pedro
Mestre irá presentear o público com temas inéditos da sua autoria e algumas
modas do cancioneiro tradicional alentejano, que ganham, aqui, um novo fôlego
unindo de forma sublime tradição e inovação.
Apresenta: a Viola Campaniça,
instrumento do Alentejo, com “Outros Cantes do Sul”, o Cante Coral do Alentejo,
com o Rancho de Cantadores de Aldeia Nova de S. Bento, a solo e acompanhados ao
piano, e o cante em Quinteto homónimo, editado em fevereiro de 2016, via
Sahel Sounds, álbum gravado em casa de Fatou, com toda uma série de amigos à
sua volta.
Oriundas do Sahel, região Africana compreendida entre o Sahara e a Savana Sudanesa, as Les Filles de Illighadad, são um projeto familiar de Fatou Seide Ghali, apoiada ao vivo pela prima Alamnou Akrouni e por uma terceira mulher. Há seis anos atrás, o irmão de Fatou trouxe uma guitarra para casa que, Fatou aprendeu a tocar de forma autodidata.
Numa cultura onde, tradicionalmente, o papel artístico e musical das mulheres é relegado para um plano meramente familiar, as Les Filles de Illighadad destacam-se pela adaptação que fazem do repertório tradicionalmente associado ao Tende (instrumento de percussão típico da cultura Tuareg) para o som das suas guitarras.
Praça Luís de Camões | 01h30m
O grupo Aqui Há Baile surgiu em setembro de 2011, a partir do
convite da PédeXumbo para dinamização do repertório alentejano do Caderno de
Danças do Alentejo, publicado pela PédeXumbo para baile.
Sérgio Cobos, diretor musical,
reuniu um grupo de músicos com influência de diversas áreas; quatro pilares
fundamentais da música, unidos pela dança, como são a música de raiz
tradicional, o fado, a música clássica e o rock. Esta fusão e trabalho vieram
dar origem, em 2013, à edição do primeiro álbum “Caderno de Danças do
Alentejo-adaptações”.
A música, insaciável de si
própria, historicamente, transforma-se uma vez e outra e Aqui Há Baile é o novo
passo na origem e na forma, na alma e na estética, na melodia e na dança. Numa
fusão entre o tradicional e o novo baile, os AHB convidam a uma viagem musical
entre os sons do Alentejo e os sons de várias outras paragens.
A direção coreográfica ligada
à música, tanto na criação ou recriação do repertório, como na orientação do
público durante o baile, é realizada pela professora Ana Silvestre.
in
Site Oficial da Câmara Municipal de Mértola
LOTUS Instalação Comunitária no Largo da Misericórdia
O Largo da Misericórdia está este ano bem diferente com a instalção
comunitária LOTUS, uma obra da oficinas de arquitetura, com a colaboração da
Alsud Mértola, da Universidade Sénior de Mértola, de Nádia Torres e alunos, da
Oficina da Criança de Mértola, e do Município de Mértola. Uma peça cerâmica
exposta no Museu de Mértola deu a inspiração para esta magnifico trabalho.
Mértola continua a apostar forte na cultura
Na cerimónia oficial de inauguração do 9. Festival Islâmico de Mértola,
que teve lugar ontem à tarde, o edil, Jorge Rosa, anunciou três novos projetos,
para a estratégia de afirmação de Mértola, das suas origens e das suas
tradições como um destino turístico e cultural único e de excelência.
Em breve, Mértola juntamente com outras três cidades irá integrar uma
rota islâmica, cujo ponto central é a Vila-Museu e se estenderá até ao algarve.
A constituição, em Mértola, de uma grande biblioteca especializada em
história e cultura islâmica é outros dos objetivos, a ser desenvolvido com o
Campo Arqueológico de Mértola.
in
Site Oficial da Câmara Municipal de Mértola
Escultura "3 culturas" de Silvestre Raposo na entrada sul de Mértola
Foi ontem, ao final da tarde, inaugurada a escultura "3 Culturas" de Silvestre Raposo, uma obra que homenageia as heranças culturais romanas, islâmicas e portuguesas da vila e de todo o território. A cerimónia contou com a presença do artista que tem uma ligação afetiva a Mértola. A escultura está localizada na entrada sul da vila.
in
Site Oficial da Câmara Municipal de Mértola
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Site Oficial da Câmara Municipal de Mértola
quinta-feira, 18 de maio de 2017
Sebastião Antunes e Bruno Batista apresentam Omar Khayyam (Portugal)
Praça Luís de Camões | 22h30m
Entre as músicas que tocam e as palavras que dançam, o coletivo apresenta sentimentos do poeta nas suas múltiplas vertentes.
Documentário "Pedra e Cal” no Cineteatro Marques Duque
“Um FILME sobre casas rurais no sudeste alentejano mostrando a relação entre o presente e memórias evocadas na intimidade do lar. Um inquérito às emoções e ao imaginário social a que está ligada a arquitetura tradicional.” de Catarina Alves Costa.
Sessões:
Dia 18 - 16h00
Dia 19 - 17h00
Dia 20 - 17h00
Dia 21 - 16h30
Após o filme terá lugar um debate.
Al-Sharq Wa Al-Gharb Oriente e Ocidente
O Largo da Alcachofra, no coração do souk, é palco por
estes dias da exposição fotográfica de Santiago Macias. As imagens foram feitas
em espaços de culto (cristão e muçulmano) no Médio Oriente, no Norte de África
e na Península Ibérica.
Nesta exposição o autor apresenta imagens que
exemplificam a importância dos espaços de culto ao longo dos tempos e na
cultura atual.
Mostra exemplos de convivência entre religiões. A
exposição centra-se não tanto nos espaços arquitetónicos em si, mas antes no
uso que lhes é dado pelas populações.
Países abrangidos Argélia / Egito / Espanha / Jordânia
/ Líbia / Marrocos / Portugal / Síria / Tunísia. Imagens recolhidas entre 2000
e 2016.
in
quarta-feira, 17 de maio de 2017
Mértola encontra-se com o Mediterrâneo a partir de amanhã
Mértola ultima com orgulho os preparativos para o
Festival islâmico, um evento que celebra a herança islâmica e o encontro de
culturas de que a vila é sinónimo desde a antiguidade.
O souk, que está a ser montado no centro histórico,
irá receber artesãos e comerciantes com produtos de várias origens, onde os
aromas das especiarias se misturam com o do pão alentejano.
O souk é o coração de um evento que desperta os
sentidos. Aqui a cultura está a cada esquina, com espetáculos, com livros, com
exposições, com gastronomia, com cinema e com muita música. Serão quatro dias
intensos em que o nascer e por do sol são assinalados pela Comunidade Islâmica
Espanhola, que mais uma vez se associa ao Festival, numa celebração cultural
única, em que os valores da tolerância, da amizade entre povos e da liberdade
estão em todas as iniciativas.
O Festival Islâmico é uma iniciativa da
responsabilidade da Câmara Municipal, em parceria com as instituições locais,
que se realiza de dois em dois anos e esta será a nona edição.
Museu de Mértola inspira imagem do Festival Islâmico
O grafismo que está na base da edição de 2017 do Festival Islâmico de Mértola foi inspirado na decoração de dois objetos que integram a coleção do núcleo museológico de Arte Islâmica do Museu de Mértola.
As duas jarras de cerâmica dourada, caraterizadas por uma decoração em baixo relevo e um vidrado de reflexo metálico, foram recolhidos na intervenção arqueológica realizada na Alcáçova, mais concretamente no criptopórtico, e cronologicamente situam-se na segunda metade do século XII d.C.. As duas jarras gémeas foram executadas numa técnica mista que combina um corpo concebido com um molde com um colo torneado, completamente revestidas com um vidrado monocromático melado no interior e que apresentam uma espessa camada branca de estanho no exterior.
Sobre esta camada de vidrado aplicou-se o desenho a dourado ou reflexo metálico que se ajusta, no corpo, ao programa decorativo impresso em relevo, e no colo, bordo e asa, se encontra espalhado sobre a superfície lisa com algumas aplicações de esgrafitado.
No colo identifica-se uma sequência de bolbos de lótus, formados pela contraposição de duas palmetas, em que os traços mais vincados são preenchidos por linhas esgrafitadas. No corpo, a decoração em relevo ordena-se numa composição de sebqa (formada por arcos polilobulados sustentados por colunas torças que enquadram representações fitomórficas) e, entre os arcos, inscrevem-se lótus formados pela contraposição de duas palmetas. Em termos simbólicos, nas civilizações orientais, a flor de lótus representa a eternidade e a pureza, a eternidade relacionada com o ciclo de desenvolvimento da planta e a pureza representada pela flor.
Conhecem-se peças de idêntica decoração em Almeria, Córdova, Jerez de la Frontera, Alcáçer do Sal e Silves. Em Mértola foram encontrados outros fragmentos de peças realizadas utilizando o mesmo molde, entre os quais se identificou uma com evidentes defeitos de cozedura, o que poderá constituir indício de se tratar de uma produção local. Os dois exemplares encontram-se expostos no núcleo de Arte Islâmica do Museu de Mértola onde podem ser apreciados pelo visitante numa estreita relação com outros objetos da mesma cronologia.
"Este Silêncio que se ouve" de Joaquim Rosa na Casa das Artes Mário Elias
Está patente ao público na Casa das Artes Mário Elias, na rua 25 de Abril, a exposição de pintura de Joaquim Rosa, intitulada “Este silêncio que se ouve”. Também já pode visitar a exposição de desenhos de Ben Yessef e poesia de Jalid Nieto que está na galeria do castelo de Mértola.
Durante o Festival todas as exposição funcionam com horário alargado das 10h00 às 20h00.
segunda-feira, 15 de maio de 2017
sábado, 13 de maio de 2017
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