Vamos falar de

Brevemente novo artigo de opinião de Jorge Pulido Valente com o titulo: RUMO Á ECONOMIA CIRCULAR. O QUE É?

terça-feira, 21 de julho de 2009

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Náutico de Mértola ouro e bronze e seis finais na Hungria


Os 8 atletas do Clube Náutico de Mértola que tem estado em Estágio na Hungria participaram este fim de semana numa competição dos campeonatos Húngaros tendo conseguido atingir seis finais. Destaque particular para a C2 Cadete Nelson Lopes/Bruno Afonso que conquistou duas medalhas uma de Ouro nos 500 metros e outra de Bronze no Circuito de 4000 metros. Recorde-se que o Clube participa neste projecto designado “Novas oportunidades desportivas e Culturais na Hungria” ao abrigo de um acordo de cooperação com um clube Húngaro e com o apoio da Câmara Municipal de Mértola e de um patrocinador.
Resumo dos resultados
João Brito
500 metros K1 – 7º Lugar - Apuramento
1000 metros K1 – 6º Lugar - Apuramento
Gonçalo Ferreira
500 metros – 7º Lugar - Apuramento
Manuel Macias
1000 metros K1 – 7º Final
André Costa
500 metros K1 – 9º Lugar - Apuramento
1000 metros K1 – 9º Lugar - Apuramento
Rafael Luz
500 metros C1 – 7º Lugar - Apuramento
Bruno Vitória
500 metros C1 – 7º Lugar - Apuramento
1000 metros C1 – 7º Lugar - Final
Nelson Lopes
500 metros C1 – 8º Lugar - Final
Gonçalo Ferreira/Manuel Macias
500 metros K2 – 7º Lugar - Final
Nelson Lopes/Bruno Afonso
500 metros C2 – 1º Lugar - Final
Rafael Luz/Bruno Vitória
1000 metros C2 – 4º Lugar - Final

Circuito 4000 metros
Cadetes K1
André Costa – 16º Lugar
João Brito – 18º Lugar
Cadetes K2
Gonçalo Ferreira/Manuel Macias – 7º lugar
Cadetes C2 - 3º Lugar
Nelson Lopes/Bruno Afonso – 3º Lugar

sábado, 18 de julho de 2009

Para ti!


Com os meus olhos de menina, registei cada bocadinho do teu carro, guardei tudo com amor na minha memória. Guardei as melodias que assobiavas tão bem, o fado triste que cantavas, triste mas que eu gostava.

O banco levemente castanho, corrido de porta a porta, onde te sentavas orgulhoso, tinha no meio um segredo, um braço largo que descia e se transformava no meu banquinho. Ali sentada, orgulhosa, registava cada bocadinho de ti, do teu carro, apaixonada pelo vento quente que trazia sempre um cheiro a eucalipto que me acalmava, pela tua voz sábia que me contava histórias de cada monte, cada vale, cada caminho.

A meio da noite, o telefone tocava, uma chamada. A casa iluminava-se, com esmero e dedicação tudo se transformava. Era uma chamada. Cheirava a café, a manhã.
- Avó, posso ir ??

À noite nunca podia, porque à noite, quando o táxi era chamado, a história dessa noite não seria para uma menina, hoje percebo.
Mas uma noite deixaste-me ir, fomos ao Álamo, era pertinho. Foi a primeira vez que vi no horizonte de uma noite escura, as primeiras sombras claras do nascer do dia. Na viagem de regresso trazíamos no banco de trás, uma senhora linda, com um lenço negro na cabeça e um sorriso. Quando não estávamos sozinhos, eu ficava em silêncio a ouvir-te.

Marcou-me o respeito, a perseverança, a tua luta. Os valores que te edificavam, tão altos, tão bonitos, tão verdadeiros, tão meus. Marcou-me a melodia que assobiavas. Marcou-me a terra que tão bem conhecias e da qual me inundaste, marcou-me a gente sofrida que ajudavas com o teu carro, as suas vidas, as suas histórias feitas minhas, para sempre.

A Vila.

Na tua voz, a Vila era o meu castelo, e eu a viajante de caminhos de terra e pó e sonhos. Nos muros caiados, no postigo entreaberto, na margem do Rio. Na rua empedrada e na igreja. No outro lado do Rio. Em cada laranjeira, cada rosmaninho, cada amendoeira. Estão as histórias que me contaste, está uma paz quente com cheiro de eucalipto, está a minha paixão pelo mundo que me ofereceste. A Vila bonita que guardo sempre do meu lado, para onde fujo, mesmo em pensamento, quando a vida de menina crescida me traz algum mau momento. A Vila que tem uma luz clara, única, de onde se vê mais longe, a Vila que ri e dança e abraça gente sábia, bonita, verdadeira.

O meu banquinho recolhia, as portas fechavam, e eu ficava a sonhar com o próximo dia, certa como tu, de que o dever estava cumprido. Como agora que te homenageio.

Dei o teu nome ao meu filho! Diogo! Para te dizer com um gesto, que guardo tudo, com amor, com gratidão!

Tenho tantas saudades tuas!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

MERTOLA. Um dia ainda hei-de ser "turista" na minha



A Ribeira de Oeiras, uma desconhecida de duvidosa ilustração, junta-se ali com o orgulhoso e
histórico Rio Guadiana.

A Ribeira há-de ter uma longa história, não se duvide...atentemos em Raul Brandão que, dela, fala com um desvelo único. - Longa, mas ignota...

Já o Guadiana possui pergaminhos onde se inscrevem memórias de muitas civilizações. Isto, não obstante, se ignorar onde nasce. Ter, portanto, uma origem duvidosa. Tanto assim que só se lhe dá nome quando brota no Olho de Mari-López, ali para os lados de Cidade Real.

Ao deixar Badajoz, no entanto, este Rio Ana, tem créditos firmados. Tantos que até pode dar-se ao luxo de inocentes brincadeiras, ao saltar, continuamente, o Pulo-do-Lobo. Só que, agora, agoraque chega ao encontro da Ribeira de Oeiras, o Guadiana se transforma.

A partir daqui temos um rio navegável, percorrido desde os séculos dos séculos, por embarcações que ligavam Mértola ao Golfo do Algarve, ao Mar Mediterrâneo.

Mas é de Mértola e não do Guadiana que nos propusemos falar um pouco...Da Mértola antiquíssima, cidade fortificada, situada na Rota dos Metais.

A Mértola Romana, em que são bem patentes os vestígios recuperados, com felicidade, e situados nos baixos da Câmara Municipal. A Mértola tardo-romana e cristã, com a basílica, o templo agora transformado num magnífico Museu da chamada época visigótica.

Ainda Mértola, a Mértola muçulmana, durante algum tempo capital de um reino independente - um reino taifa . E a memória moira, felizmente, permanece na Vila Velha, ainda erguida de pedra e cal.

A velha Igreja Matriz, com a sua planta quadrangular, é um templo cristianizado.

É, assim, que logo nos primeiros anos do século XVI, a um senhor andarilho, que poderiamos classificar como "fiscal de obras" militares do Rei D. Manuel, não lhe havia de escapar a origem muçulmana do edifício.

Este senhor, Duarte d'Armas , ao desenhar a vista de Mértola, não se esqueceu de anotar, no debuxo que fez, uma legenda ao lado da Igreja Matriz: "Igreja foi Mesquita", escreveu, para que o soubesse sua real majestade, que morava em Lisboa.

E o "turista", curioso, ao chegar a Mértola, não tem mais que confirmar as palavras de Mestre Duarte d'Armas. Há-de espantar-se o visitante com a área quadrangular do templo. Há-de espreitar o "quintalinho" através daquela porta emoldurada com um arco em ferradura. Há-de espiolhar o nicho do mirhabe, que foi redescoberto, a indicar aos fiéis a direcção de Meca, a cidade santa muçulmana.

Por fim, tal como Duarte d'Armas, há-de o viajante curioso sentenciar: "Esta Igreja de Mértola foi Mesquita".

terça-feira, 14 de julho de 2009

Mértola Downtown no Centro Histórico










Integrado no Mértola Radical, irá realizar-se no dia 15 de Agosto o Mértola Downtown 2009. O Centro Histórico da Vila-Museu será palco desta modalidade com enorme crescimento no nosso país, fruto das excelentes condições que algumas das nossas cidades e vilas nos oferecem.

Normalmente, as actividades em bicicleta de montanha são realizadas em terreno natural acidentado. Neste caso, no lugar de obstáculos naturais como árvores e pedras, temos escadas e casas numa malha urbana irregular para que os níveis de adrenalina sejam ainda maiores.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Náutico de Mértola na Hungria

Budapest, Szeged e Szolnok na Hungria são os locais de estágio de 8 canoistas do Clube Náutico de Mértola entre 7 e 21 de Julho, sendo Szolnok a cidade onde participarão dias 17, 18 e 19 numa competição dos Campeonatos Nacionais da Hungria.

Manuel Macias, Gonçalo Ferreira, João Brito, Bruno Vitória, Rafael Luz, André Costa, Bruno Afonso e Nelson Lopes, acompanhados pelos Técnicos Tamas Homoki, José Justino e Szilvia Toth e pelo dirigente Ricardo Machado, estarão na Hungria em estágio e a participar numa competição conjuntamente com alguns dos melhores atletas húngaros. Esta deslocação tornou-se possível fruto dos protocolos de colaboração existentes entre o Náutico de Mértola, alguns clubes húngaros e a Federação Húngara e ao projecto “Novas oportunidades desportivas e Culturais na Hungria” apoiado pela Câmara Municipal de Mértola e por um patrocinador.

Este é mais um passo no processo de preparação desportiva que o Clube Náutico de Mértola, proporciona aos seus atletas, premiando deste modo os melhores, com uma viagem que lhes alargará horizontes e os enriquecerá cultural e desportivamente.

Entre 17 e 21 de Julho juntar-se a esta delegação o Presidente do Clube Náutico de Mértola que irá assistir á competição que se realiza durante esse fim de semana em Szolnock e na qual os atletas de Mértola irão competir e participará em diversas reuniões com as Câmaras Municipais de Szolnok e Obuda e com Clubes desportivos locais, com vista a dar continuidade a este projecto de intercâmbio bem como a outros de cooperação nas áreas culturais e desportivas.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Festival Europeu de Músicas do Sul




O Castelo de Mértola e o Anfiteatro da Praia Fluvial da Mina de S. Domingos recebem nos dias 10, 11 e 12 de Julho o Festival Europeu de Músicas do Sul, uma iniciativa do Projecto Europeu Oralidades, que traz neste fim de semana musica tradicional do Sul da Europa também a Évora e a Idanha-a-Nova.
Na sexta-feira, 10 de Julho, actuam os grupos Alma Plana de Évora e Folklore Song and Dance Ensemble – Sliven na Praia Fluvial. Neste mesmo local actuam no sábado os Saca Sons de Idanha-a-Nova, Ruth Sammut Casingena de Birgu e os Canterini Romangnoli di Ravenna, de Ravenna.

No Domingo no Castelo de Mértola vão actuar Os tocadores de Mértola o Grupo Coral de Mértola e o grupo Coanhadeira de Ourense. Todos os espectáculos têm início pelas 21:30h.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Malhar no bombo


Verão é tempo de férias. De lazer. Despidos de roupa e de preocupações, muitos rumam ao Algarve, zona de veraneio de eleição, enquanto outros se afadigam, em cima da hora, à procura do melhor destino ou das melhores promoções para qualquer destino, para umas merecidas férias, fora de portas. Isto, apesar da crise que, dizia-se, roubaria à maioria, essa possibilidade.

Avessos ou pouco disponíveis para assumir situações que não se revelem catastróficas, grande parte dos “media” camuflam ou ignoram esta realidade, insistindo em mostrar retratos dos que não foram de férias, realidade que sempre existiu, mesmo antes da tão propalada crise. Contudo, à data em que escrevo esta crónica, um prestigiado diário escolhia como tema de reportagem as férias dos portugueses e citava declarações de um casal de turistas, recém-chegado de Punta Cana, na República Dominicana que, perante a quantidade de gente a falar português, passando férias naquele local das Caraíbas, dizia que “parecia a Costa da Caparica”!

Por mim, fico feliz e regozijo-me por a crise ter, pelo menos neste particular, menos efeitos do que os previstos. E porque todos sabemos que uma das formas de a ultrapassar é termos confiança nos diversos sectores da economia e no país, muito ajudaria se os jornalistas, cronistas, opinion-makers e demais especialistas em comunicação, da nossa praça, dedicassem mais algumas linhas a contribuir para restabelecer essa confiança em vez de gastarem toda a energia a malhar no bombo.

Verão é, também, tempo de festa. De muitas festas. E de norte a sul do país, não há terra ou terreola que se preze, que não reivindique o direito à sua festa, com música e artistas a preceito. E festa sem bombo não é festa porque o povo sempre gostou de ter em quem malhar.

E se já não pode malhar na mulher porque a violência doméstica é crime. Se não pode malhar nos filhos porque fica sob a alçada da Comissão de Protecção de Menores. Se não pode malhar no Benfica porque chegou, finalmente, à conclusão que não adianta muito... Se não pode, sequer, malhar no inimigo porque já não há guerra…

Só lhe resta, mesmo, malhar no bombo que esse, coitado, é agora pau para toda a obra e, mais rápido do que o salto duma pulga, passou, por milagre ou “encomendação”, de santo redentor e salvador da pátria a diabo, proscrito. E porque a democracia tem destas coisas, até aqueles que nunca se misturaram muito com o povo e nunca lhe apanharam os “tiques”, tomaram-lhe o gosto e é vê-los, agora, cheios de energia, a malhar no bombo. Acho, mesmo, que virou moda porque dos professores aos enfermeiros, dos magistrados aos polícias, é tudo a malhar. Apenas um pequenino pormenor, coisa insignificante, de nada – Cada um, malha para si!

E eu, que até não percebo muito destas coisas, fico a pensar porque será que os desempregados e os que têm reformas mais baixas são os que menos malham? Será porque não apreciam a festa ou porque não têm quem os ajude a malhar?E já agora lembrava que o Verão não dura sempre e vai, como todos os anos, acabar a 21 de Setembro. E, a seguir, a festa é outra. E o pior é se lhes fica o vício de malhar no bombo, correm o risco de acabar com ele. E sem bombo não há festa. Pelo menos, para o povo!


Texto de opinião de
Maria Fernanda Romba
publicado no Correio Alentejo
sexta-feira, 03 de julho de 2009

terça-feira, 7 de julho de 2009

Canoagem - Nacional de Regatas em Linha - Náutico com resultados extraordinários

A 3, 4 e 5 de Julho decorreu na Pista Nacional de Montemor-o-Velho o Campeonato Nacional de Regatas em Linha. Esta foi uma das provas mais disputadas de sempre com uma participação de cerca de 1000 canoistas em representação de 45 clubes.

O Clube Náutico de Mértola, que participou com 21 atletas, alcançou um dos melhores resultados de sempre tendo-se classificado colectivamente em 10º lugar. Os atletas de Mértola atingiram 23 finais tendo trazido para o Alentejo três medalhas de ouro, uma de prata e seis de bronze.

Destaques para o K2 cadetes 500 e 1000metros, Manuel Macias e Gonçalo Ferreira e para a C4 júnior 500m de Rafael Luz, Tiago Neves, João Brás e Micael Rosa, que alcançaram medalhas de ouro com os correspondentes títulos nacionais. O K4 cadetes feminino constituído por Inês Branco, Ana Guerreiro, Vanessa Reis e Joana Marçalo alcançaram prata e bronze nos 1000 e nos 500 metros respectivamente. Medalhas de bronze para a C1 júnior 500 metros de Bruno Vitória, C2 500 e 1000 metros de Rafael Luz e Tiago Neves e para o K4 cadetes 500 e 1000 metros de André Costa, Daniel Guerreiro, João Brito e João Palma.
Referencia honrosa para Bruno Afonso e Nelson Lopes, sétimos em C2 Cadetes 1000 metros e quartos nos 500 metros. Individualmente Bruno Afonso foi 9º na final dos 1000 metros. Saul Garcia teve igualmente desempenho assinalável ao chegar ás duas finais de c1 infantil, tendo-se classificado em quinto nos 1000 metros e sétimo nos 500 metros.

Referência ainda aos atletas, Marco Quintos que em K1 Sénior (apesar de já ser veterano) se classificou em 7º lugar na final dos 200 metros e Tamas Homoki e José Justino que em K2 se classificaram na quarta posição na final da mesma distância. Estes resultados demonstram que a idade não é limite, confirmam a importância deste atletas mais velhos no contextos do desenvolvimento desportivo e provam que a porta do clube está aberta para todas as idades. Mais faz quem quer do que quem pode!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Inauguração do Museu do Contrabando em Santana de Cambas

No passado dia 10 de Junho a Junta de Freguesia inaugurou o Museu do Contrabando em Santana de Cambas. Instalado no antigo edifício da Autarquia, o projecto pretende ser o repositório de um manancial de informação, sobretudo oral, que importa salvaguardar e dar a conhecer, não só aos mais novos, mas também àqueles que não tiveram contacto directo com esta realidade. Este Espaço foi criado numa perspectiva de mostrar uma parte da história da Freguesia, mas também para aproveitar o seu património histórico e cultural como um recurso que poderá trazer riqueza e desenvolvimento. A Freguesia de Santana de Cambas reúne, no seu território, um grande conjunto de potencialidades que pela sua natureza e concentração, tornam sem dúvida esta área num ponto estratégico do Concelho de Mértola. Para esta realidade contribuem, por um lado, os factores naturais que derivam da própria localização da Freguesia, tais como o Guadiana, a fronteira com Espanha ou a relativa proximidade à Sede de Concelho e à Mina de S. Domingos, e por outro lado, o grande dinamismo das populações, empresas, associações e entidades públicas existentes. Não é por isso de estranhar que dois importantes eventos ao nível do Concelho (o “Festival do Peixe do Rio” e a “Feira Agro-Pecuária Transfronteiriça”) aconteçam precisamente na Freguesia, ou que aqui existam três IPSS’s, diversas Associações e Colectividades, bem como, um grande número de microempresas que abarcam diversos sectores de actividade económica.

Agenda Cultural de Verão


Festival de Músicas do Sul, Mértola Radical e Feira Agro-pecuária Transfronteiriça de Vale do Poço são as actividades em destaque na Agenda Cultural de Mértola para os meses de Julho, Agosto e Setembro. Cinema ao ar livre, festas tradicionais, exposições e sugestões de leitura são outras das propostas apresentadas na Agenda.

O Festival de Músicas do Sul, a decorrer de 10 a 12 de Junho, em Mértola e na Mina de S. Domingos, integra-se no projecto oralidades e é a primeira actividade visível no concelho de Mértola. Em palco vão estar músicas de Itália, Malta, Espanha Bulgária e Portugal.

Nos dias 14, 15 e 16 de Agosto decorre o Mértola Radical, uma actividade que promove desportos de aventura, como parapente, slide, rappel, canoagem, BTT, Paint Ball, entre outros. A novidade da edição deste ano decorre no Centro Histórico de Mértola local da prova de Downtown.

A Feira Agro-Pecuária de Vale do Poço, iniciativa conjunta dos municípios de Mértola e Serpa, terá lugar de 11 a 13 de Setembro e pretende mais uma vez ser uma montra do que melhor se faz nesta região. Aqui vão estar representados os produtos e produtores tradicionais, alfaias agrícolas, gado e gastronomia condimentados com música e animação variada.

O Núcleo museológico em destaque neste trimestre é a Igreja Matriz/Antiga Mesquita, um local que merece uma visita em tempos de férias.