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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Sampaio da Nóvoa a Presidente

É com grande orgulho que sou representante do Professor Sampaio da Nóvoa no Concelho de Mértola e apelo ao voto na sua candidatura a Presidente da República.


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Presidenciais 2011- Direita mais perto do sonho?

"A campanha para as eleições Presidenciais de 23 Janeiro último, e o respectivo acto eleitoral que conduziram à reeleição de Cavaco Silva, já lá vão! Mas a votação expressiva no candidato eleito, e sobretudo as respectivas “consequências”, teremos que aguardar para as conhecer, em pormenor. Sim, em pormenor, porque muito se pode, desde já, adiantar. Em 1º lugar a “vitória” da abstenção. Contudo a abstenção não engloba aqueles que não querem contribuir para a decisão? Que deixam os outros decidir por eles? Há que respeitar o eventual sinal de protesto, mas que conduz a alguma alteração?

Recomeçando então pela votação expressiva em Cavaco Silva: - Os Portugueses estariam assim tão satisfeitos com o seu desempenho no 1º mandato? Contentes com uma magistratura de silêncios? Com os “famosos alertas”(de que tanto se gaba Cavaco) relativamente à crise, que nem demos por eles? O que evitou o Sr.Professor de Finanças? Que aumentasse a dívida pública, que aumentasse o desemprego, que fossem retirados direitos sociais? Evitou que a austeridade penalize os mesmos de sempre? Evitou que aqueles que auferem grandes vencimentos passem quase sem dar pela crise? Não, os Portugueses não são masoquistas, não gostam de sofrer e sentir, cada vez mais, as suas vidas a andarem para trás. Ah esquecia-me! Da feroz crítica de Cavaco durante a campanha eleitoral, à redução dos salários dos funcionários públicos, depois de ter promulgado a lei. A isso chama-se o quê? Pelo menos, hipocrisia! Mas os Portugueses serão ingénuos?

Como é possível que, passados 36 anos do 25 de Abril, um candidato de direita reúna mais votos que todas as outras 5 candidaturas? Cavaco Silva não ganhou apenas com os votantes do PSD e CDS/PP. Então e todos os outros? Mas os Portugueses não são críticos, não pensam por si? É fácil manobrar uma grande faixa do eleitorado e levá-los a ter suspeitas e desconfiança? E os factos, mais que reais, comprovados do BPN e das acções da SLN do Prof. Cavaco, que tanto o ofenderam, como se mentiras se tratasse, não puseram os Portugueses a questionar?

Por outro lado, há que reflectir sobre os resultados da candidatura de Manuel Alegre. Sempre tive a opinião que Manuel Alegre, que apresentou a sua candidatura sem quaisquer apoios partidários, se devia manter como tal, como em 2006. É certo que o BE e o PS expressaram os seus apoios mais tarde, e que o candidato não devia/podia recusar, mas isso, só o prejudicou. Porque, sendo Manuel Alegre o mesmo, defendendo os mesmos princípios e valores, um Homem livre, como a sua vida recente e passada demonstram, logo as outras candidaturas intoxicaram o povo colando Manuel Alegre ao Governo e ao PS, tentando e pelos vistos, conseguindo, que os Portugueses desconfiassem não ser genuíno, aquilo que sempre, sempre defendeu, antes e pós o 25 de Abril, e tentando-o responsabilizar pelas medidas de austeridade, algumas pondo em causa a justiça social, tomadas pelo Governo PS.

E o Partido Socialista o que fez? Apoiou formalmente a candidatura de Manuel Alegre, mas a sua participação activa na campanha eleitoral foi muito insípida, só acompanhando o candidato… E pelo país, pelos concelhos, pelas freguesias? Muito pouco se viu e sem força anímica, sem garra, sem entusiasmo. Na nossa região, até foi insólito! A carta da Federação do Baixo Alentejo do PS, mobilizando os militantes do PS, chegou às suas caixas de correio no último dia de campanha. Isso mesmo, dia 21 de Janeiro. Perante os resultados eleitorais, teremos que concluir que: o PS ajudou Cavaco Silva a ser reeleito, pela ausência de mobilização e porque não afirmar: com votos, muitos votos. Mas que ironia! Na noite eleitoral o candidato reeleito foi extremamente hostil com os adversários e nem se afirmou o Presidente de todos os Portugueses. Isso corresponde à estabilidade, também falada nessa noite?

Foi assim! O PS contribuiu para a direita estar mais perto de realizar o seu sonho: um Presidente, uma Maioria, um Primeiro-ministro. As consequências, essas serão sentidas pelo Povo, quando o estado social for mandado às malvas. Mas que importa isso? O Povo já está habituado a viver mal, (dizem vergonhosamente alguns), o que interessará será a manutenção dos “lugares quentinhos”, nem que para isso se tenham de encostar ao PSD."

Por
Eugénia Alho, ex-deputada do PS
in

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Eleições presidenciais


1. As eleições presidenciais decorreram sem chama e perante um certo desinteresse dos portugueses. A enorme abstenção de 52,4% aí está para o demonstrar. Os resultados foram os esperados, embora com algumas surpresas. Os debates não trouxeram ideias novas quanto aos problemas que mais interessam os portugueses: como viver a crise global que nos afecta - que está a provocar o desespero em milhares de famílias - e, principalmente, como sair dela.

Como se sabe, estive, voluntariamente, silencioso durante todo o processo eleitoral. Quando o PS resolveu apoiar o candidato que já tinha sido escolhido pelo Bloco de Esquerda, disse - e escrevi - que considerava isso um erro de Sócrates, grave, sobretudo, para o futuro do PS, visto que ia dividi-lo, como aconteceu. Não o disse por ressentimento, como alguns comentadores afirmaram. Mas tão-só em defesa do partido de que fui um dos fundadores. Por essa mesma razão, fiquei calado e não apoiei nenhum candidato.

Estimo pessoalmente Fernando Nobre, que conheço há muitos anos, e aprecio-o pelo seu carácter e pela obra que realizou. Mas não fui eu que o empurrei para candidato. O seu a seu dono. Como ele próprio disse - e quem o conhece sabe que não podia ser de outro modo -, "decidiu pela sua própria cabeça". Limitou-se a consultar alguns amigos, depois de estar determinado, e eu fui um deles, entre vários. Com muita honra.

Numa entrevista em que me interrogaram sobre se, desta vez, iria votar Cavaco Silva, afirmei, discretamente, para desfazer equívocos, que "nunca votaria em Cavaco Silva". E agora acrescento: por razões político-ideológicas e não pessoais.

Terminado o acto eleitoral, devo felicitar o candidato, como fiz, aliás, há cinco anos, como candidato derrotado. Trata-se de um ritual democrático, que deve ser respeitado, porque em democracia, os políticos, dos diversos partidos e os independentes, não se consideram inimigos, mas tão-só adversários ocasionais.
Estranho e lamento que o candidato Cavaco Silva não o tenha feito, no passado domingo, em relação aos seus adversários. Como aliás lamento os dois discursos que proferiu no momento da vitória. Em lugar de ser generoso e magnânimo para com os vencidos, foi rancoroso. O que, além de lhe ficar mal, quanto a mim, representa um erro político grave que divide Portugal precisamente quando mais o devia unir.

A verdade é que as últimas eleições mostram que o nosso país está mais dividido do que nunca. E, além disso, desorientado. Por isso, o Presidente ora reeleito deveria ter feito um discurso positivo, voltado para o futuro, e não um discurso que divide mais os portugueses, com a agravante de que, feitas bem as contas ao volume da abstenção, a metade que votou nele está longe de ser maioritária...

Nesse aspecto, o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, marcou um contraste com o candidato Presidente, tendo proferido um discurso politicamente responsável, muito equilibrado e inteligente.

Por Mário Soares
in
Diário de Noticias

domingo, 23 de janeiro de 2011

Concelho de Mértola dá vitória à abstenção e a Francisco Lopes

Cavaco Silva - 891 votos - 27,7%
Defensor Moura - 29 votos - 0,9%
Francisco Lopes - 990 votos - 30,8%
José Manuel Coelho - 80 votos - 2,5%
Manuel Alegre - 787 votos - 24,5%
Fernando Nobre 301 votos - 9,4%
Brancos 98
Nulos 42
Abstenção - 55,4%

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A nossa sondagem


Cavaco Silva vence logo à primeira volta


Cavaco Silva 59%, Manuel Alegre 22%, Fernando Nobre 10%, Francisco Lopes 6%, José Manuel Coelho 2% e Defensor Moura 1%, são os resultados da sondagem da Universidade Católica.

Dados do estudo da Universidade Católica dizem que o actual Presidente da República será reeleito com uma percentagem superior às obtidas por Eanes e Sampaio nos segundos mandatos.

Não haverá segunda volta, de acordo com a sondagem feita, na semana passada, pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica Portuguesa (CESOP) para o DN, JN, RTP e Antena 1. Fazendo a projecção dos votos - além da abstenção, dos indecisos e dos que não respondem, foram retirados ainda os brancos e nulos para efeitos de cálculo -, Cavaco Silva atinge 59%, Manuel Alegre fica-se por 22%, Fernando Nobre garante 10%, Francisco Lopes obtém 6%, José Manuel Coelho chega aos 2% e Defensor Moura limita-se a 1%.

A confirmarem-se, no domingo, estes resultados, Cavaco Silva seria reeleito por uma margem superior às registadas por Ramalho Eanes em 1980 (56,44%) e por Jorge Sampaio em 2001 (55,55%) - ficando apenas longe de Mário Soares (70,35%), na recandidatura que ele próprio, enquanto líder do PSD e primeiro-ministro, apoiou.

Agora com o suporte de PS, BE e PCTP/MRPP - partidos que, em conjunto, obtiveram 47,3% nas legislativas de 2009 -, Manuel Alegre crescia apenas um ponto percentual em relação à última corrida, quando se apresentou sem apoios partidários e obteve 20,74%. Em relação aos derrotados nas recandidaturas anteriores, a diferença negativa para Ferreira do Amaral, que teve 34,68% contra Sampaio, é superior à diferença positiva relativamente a Basílio Horta, que se ficou pelos 14,16% no confronto com Mário Soares.

E o resultado de Fernando Nobre, na história das candidaturas independentes, ficaria apenas à frente de Pires Veloso (0,78%, em 1980), Galvão de Melo (0,84%, em 1980), Otelo (1,5%, em 1980) e Lurdes Pintasilgo (7,38 %, em 1986), mas a boa distância de Pinheiro de Azevedo (14,37%, em 1976), Otelo (16,46%, em 1976) e Manuel Alegre (20,74%, em 2005).

Cavaco à primeira

Cavaco Silva desceu 3,7 pontos de dezembro para janeiro mas ainda parece ter as duas mãos na vitória eleitoral de domingo.

Com efeito, os 56,3%, somado ao facto de Manuel Alegre, o segundo classificado, ter descido cinco pontos, reforçam a tendência de vitória do atual chefe do Estado.

Mais atrás, Fernando Nobre confirma-se como a surpresa destas eleições, com 10% das intenções de voto. Francisco Lopes não ultrapassa os cinco pontos e Defensor Moura, com 2% e José Manuel Coelho, com 1,4% fecham a lista de candidatos.


In
Expresso de 21 de janeiro de 2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

… NOBRE POVO ….


Quando se trata de eleições e em particular de eleições presidenciais, pondero sempre cuidadosamente qual aquela que considero a melhor opção. A minha escolha recai desta vez num candidato que fala a minha linguagem, num homem que vem do meu mundo, o mundo do associativismo, um homem que não vem da politica, um homem que vem do mundo real, um homem cujo principal defeito que lhe é apontado é na minha opinião a sua maior qualidade, a sua falta de experiencia politica. Um homem que não é quadrado, nem comprometido partidariamente, um homem com quem sabemos que se pode contar, um homem que não é do partido A quando lhe convém as mordomias mas é solidário com o partido B quando lhe cheira a contabilidade eleitoral.

"Portugal precisa de um PR capaz de ajudar a construir um novo paradigma social e económico. Fernando Nobre representa o conjunto de valores que deve nortear a vida em sociedade: trabalho, seriedade, ética, humanismo, solidariedade, justiça social e transparência na vida pública... Pelo Homem e pela Obra, eu ACREDITO e VOTO Fernando Nobre. "
Virginia Sebastião mandatária do Dr. Fernando Nobre

Eu também ACREDITO e VOTO Fernando Nobre.
Carlos Viegas

sábado, 15 de janeiro de 2011

Francisco Lopes está hoje no distrito Beja


Francisco Lopes está hoje no distrito de Beja. O candidato à Presidência da República apoiado pelo PCP começa a campanha por Alvito às 10h30, junto ao Mercado. Em Cuba o candidato vai encontrar-se com a população na Biblioteca Municipal, às 11h20. Mais tarde, às 12h10, Francisco Lopes passa pela Vidigueira.

O candidato presidencial termina a campanha pelo distrito, na cidade de Beja, onde almoça com apoiantes, pelas 13h00, no Pavilhão de Feiras e Exposições. O almoço conta com a presença de Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Esquerda e direita com empate total


Barómetro da Eurosondagem para o Expresso, SIC e Rádio Renascença de Janeiro revela que PSD e CDS juntos têm 47,4%. O mesmo resultado dos partidos de esquerda somados.

O país está ainda a meio de uma campanha eleitoral para escolher o seu Presidente da República, mas o espectro da realização de eleições legislativas antecipadas, impedindo Sócrates de completar a sua segunda legislatura, volta a estar na agenda política.

Ora, a "fotografia" da realidade atual que é esta sondagem mostra que não é líquido que o PSD, com o CDS como parceiro, consiga voltar ao poder rapidamente caso se precipite uma crise política.

Os partidos liderados por Passos e Portas conseguem exactamente o mesmo resultado que PS, PCP e BE somados. Ou seja, um empate total.

Outro dado a reter, quanto à popularidade dos líderes políticos e instituições, é a perda de sete pontos de Cavaco Silva. Reflexo talvez do caso BPN, que dominou a pré-campanha.

in
Expresso

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Alegre fez campanha em Castro Verde e Beja e tem apoio de Fernando Caeiros


A campanha presidencial de Manuel Alegre esteve esta quarta-feira, 12, em Beja e Castro Verde, ocasião aproveitada pelo candidato apoiado pelo PS e pelo Bloco de Esquerda para defender um “novo modelo de desenvolvimento” do país, que passe pelo regresso “à agricultura” e à produção daquilo que Portugal precisa.

A primeira paragem de Alegre no distrito foi Castro Verde, onde foi recebido por vários apoiantes, entre eles o ex-presidente da Câmara Municipal local, Fernando Caeiros.

Em declarações à Rádio Castrense, Caeiros explica que está “incondicionalmente” ao lado de Alegre pelo facto de ele ser “um construtor, com C maiúsculo, da democracia, da liberdade e da pátria”.

Campanha traz Fernando Nobre ao encontro de Jorge Pulido Valente

O candidato à Presidência da República Fernando Nobre deslocou-se esta quinta-feira, 13, de manhã à cidade de Beja.

O fundador da AMI chegou pelas 11h00 à Praça da República, tendo seguindo depois para uma visita à Câmara de Beja, onde reuniu com o autarca local, o socialista Jorge Pulido Valente, seu apoiante confesso.
Depois, Nobre realizarou uma arruada pelo centro de Beja antes de seguir viagem para Évora e Portalegre.