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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Festival do Peixe do Rio - 29 e 30 de março

 
O Festival do Peixe do Rio terá lugar nos dias 29 e 30 de março, no Pomarão. Lampreia, enguia e muge são os reis do Festival, que tem por objetivo a valorização e preservação dos recursos do Guadiana.
 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

As Torres de Falcões


De acordo com a tradição dos frades franciscanos, os jardins do Convento constituem um verdadeiro paraíso para a vida selvagem.
 
Através de fundos angariados pela Birding Company, pela Quercus, pelo Parque Natural do Guadiana e pela organização europeia LIFE, o Convento tem conseguido aumentar com sucesso uma enorme variedade de espécies de aves, tanto nos jardins como nos terrenos em volta. Dada a notável diversidade de fauna e flora, o Convento é reconhecido como um destino referenciado de ecoturismo.
As espécies mais encontradas são: melharucos ou abelhudos, pica - peixes ou guarda-rios, poupas, pardais espanhóis, pombos de asa azul, orióis dourados ou papa –figos - reais, cegonhas brancas, gralhas e falcões naumanni. O projecto que se destinou a proteger os falcões naumanni foi feito com sucesso.
 
Os visitantes podem fazer visitas diurnas a estes locais ou mesmo pernoitar. As visitas são pagas. Consulte também alogamento.
 
Desde 1985 um projecto de protecção e de ajuda a falcões naumanni tem lugar no Convento. A população destes pequenos falcões tem vindo a diminuir em toda a Europa. Uma vez que esta espécie rareia em Portugal, agora a única população com número significativo é a de Mértola.
 
A maior parte do trabalho tem consistido em providenciar ninhos para as aves.
 
As aves voltam em Março, pois emigram, durante o Inverno, para a zona sul do Sahara em África. Construíram-se, assim, as torres dos falcões, uma ideia de Zwanikken, que vê nestas torres umas “Esculturas Vivas”. Os números falam por si, já que anteriormente pequenos pares formam agora uma colónia de 65 pares.
 
O projecto foi tão bem sucedido que proporcionou ao Convento angariar mais fundos de várias associações ambientais.
 
Um nova estratégia para redesenhar estes locais começou em 2005 com a ajuda de peritos e de dinheiro vindos da LPN ( Liga de Protecção da Natureza ). O que se coadunou com a estratégia já iniciada em 2002 para salvar os falcões naumanni.
 
Os terrenos do Convento têm pontos observatórios de aves, o que permite aos amantes da observação de aves apreciarem aqui várias espécies. Estas visitas são possíveis, no entanto os potenciais visitantes devem telefonar com antecedência.
 

segunda-feira, 11 de abril de 2011


Venha conhecer uma das muitas espécies que ocorrem na área do Parque Natural do Vale do Guadiana: o rato Leirão ou como é mais conhecido por estas bandas rato-maçaroco, rato-bandeirola ou rato-mascarilha.

No próximo Sábado, dia 16, pelas 15h na sede do Parque Natural do Vale do Guadiana

Inscrições na sede do Parque ou através do telefone 286 610 090

Apareça!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

RIAS liberta dez grifos em Mértola

O RIAS – Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa vai proceder a mais uma ação de devolução de animais recuperados ao seu habitat natural. Amanhã, dia 26, pelas 12h00, serão libertados dez grifos (Gyps fulvus) na base da Serra de Alcaria Ruiva, em Mértola.As aves que vão ser libertadas foram recolhidas por equipas SEPNA da GNR e por Vigilantes da Natureza das áreas protegidas, por se apresentarem debilitadas e desnutridas.
“Foram encontradas por particulares em Tavira, Loulé, Vila Real de Santo António, Castro Marim, Faro, Aljezur e Moura e encaminhadas pelas referidas entidades para o RIAS”, referem os responsáveis.

Recorde-se que o RIAS é um centro que acolhe e trata os animais selvagens autóctones feridos ou debilitados e, sempre que possível, devolvê-los ao seu habitat natural.

Os responsáveis pelo Centro RIAS sublinham que “estes momentos de libertação de animais recuperados são assim o agradável culminar de um processo de recuperação muitas vezes moroso, sendo então momentos privilegiados para contacto com as populações locais, de modo a dar a conhecer o trabalho desenvolvido pelos centros de recuperação de fauna selvagem e também as espécies que ocorrem no nosso país”.

In
Jornal do Algarve

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Saramugo


Ontem, dia 12 de Janeiro, teve lugar, na sede do Parque Natural, em Mértola, a primeira reunião relacionada com a elaboração do "Plano de Acção do Saramugo".

Este Plano "terá como objectivo final viabilizar a conservação da espécie em território nacional, invertendo o processo de declínio continuado das suas populações na bacia do Guadiana".
Como tal, na preparação do mesmo irão ser tidas em conta informações acerca do estado das populações nas últimas décadas, as populações actuais, os locais de ocorrência, os principais factores de ameaça e as melhores formas de mitigar os efeitos dos mesmos na espécie.

O Saramugo tem sido alvo de diversas acções ao longo dos anos por parte do Parque Natural do Vale do Guadiana em colaboração com outras entidades, uma vez que é uma espécie considerada "criticamente em perigo" pelo Livro Vermelho dos Vertebrados (sendo o estatuto que precede o estatuto de extinção), e é considerado endémico da Peninsula Ibérica, mais propriamente da Bacia Hidrográfica do Guadiana, uma vez que não ocorre em nenhum outro local no mundo.

Os principais factores de ameaça estão relacionados com a degradação do habitat e da qualidade da água (devido, por exemplo, à poluição da água), a extracção de inertes, a captação de água principalmente durante o Verão em zonas de pegos (levando a que os pegos fiquem secos), e a introdução de espécies indígenas como o achigã, a perca-sol, entre outros que poderão ter efeitos a nível da competição, predação ou via de disseminação de agentes patogénicos.

Para mais informações acerca desta espécie visitar a ficha do Saramugo no Livro Vermelho dos Vertebrados aqui