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terça-feira, 30 de maio de 2017

Santiago Macias não é candidato em Moura


Está confirmado: Santiago Macias não se recandidata pela CDU à presidência da Câmara Municipal de Moura nas eleições Autárquicas agendadas para o próximo dia 1 de Outubro, tal como o "CA" tinha avançado em Janeiro.

Em carta enviada no início de Março ao PCP e agora tornada publica pelo próprio, Santiago Macias revela que a decisão de não continuar "coloca ponto final" no seu percurso político, do qual diz não se arrepender.

 "Repito o que há meses escrevi: '(sou) um homem comum, que desempenha convictamente funções numa autarquia do interior português. Que o faz com empenho e total entrega'", afirma Santiago Macias no texto punlicado no seu blogue, onde passa em revista o trabalho desenvolvido ao longo dos últimos quatro anos.

Um trabalho, escreve, onde tentou "dar continuidade ao trabalho anterior, tornando-o mais próximo e mais personalizado". "A proximidade aos mais novos foi linha de conduta desde o primeiro dia. A amizade com os grupos de forcados é algo que me marcará para sempre. O acompanhamento constante, quase obsessivo, da vida do concelho, não me deixou por um só dia", acrescenta.

Santiago Macias escreve ainda que "os próximos meses serão intensos e, do ponto de vista pessoal, emotivos". E concluiu garantindo que estes foram "os melhores anos" da sua vida, deixando a promessa de no final de 2018 editar um pequeno livro sobre o seu percurso autárquico.

terça-feira, 1 de julho de 2014

António Costa em Beja

A plataforma de apoio do Baixo Alentejo à Candidatura de António Costa a Secretário-Geral do PS e a Primeiro-Ministro de Portugal informa que o candidato estará em Beja, no próximo dia 4 de Julho, sexta-feira, pelas 21 horas, no Beja Parque Hotel, para uma Sessão de Apresentação aberta a toda a população.

Esta sessão, aberta a todos os interessados, permitirá a António Costa apresentar a sua visão e algumas das propostas-chave para o futuro de Portugal, assim como para o mesmo ouvir, no terreno, as opiniões dos Baixo Alentejanos.

domingo, 29 de junho de 2014

Para mim é “galão”!

Sou militante do Partido Socialista há alguns anos. Aderi, numa perspetiva da política local, porque me senti confortável e porque me senti motivado para dar corpo á minha intervenção cívica que de resto tenho desenvolvido noutras áreas de intervenção. Apesar de atento á politica nacional nunca me senti motivado para a participação mais ativa nas atividades partidárias que ultrapassavam as fronteiras do meu Concelho. Mas agora perante a situação que se vive no PS e parafraseando uma camarada minha Nem vocês nem eu contribuímos para a situação que se vive no PS. Mas agora é preciso sair dela. É preciso escolher".

Devo confessar que votei em Seguro para Secretário-geral do Partido Socialista. Não vale a pena dar agora desculpas mas é importante referir que nem o Assís nem ele me empolgaram por isso votei nele mas sem grande convicção assumindo-o como um líder de passagem que era necessário respeitar que era necessário ajudar na difícil tarefa de conduzir o PS num período difícil.

O anúncio da disponibilidade do António Costa, na sequência das Europeias trouxe-me uma alma nova e renovou a minha esperança no futuro do PS e do País. Mas os acontecimentos subsequentes e a atitude de Seguro e da “Máquina do PS” surpreenderam-me e deixaram-me espantado. Ingenuidade, dizem-me uns, estupidez dizem-me outros. Provavelmente um misto das duas!

Neste momento já nem quero saber e ignoro completamente as referências de traição, de “tralha socratista” de oportunismo de divisionismo. Já nem quero saber se são diretas, se é congresso, se votam só militantes se votam militantes e simpatizantes  etc, etc etc. Só sei que, tal como nós devemos respeitar o secretário-geral ele deve respeitar os militantes e a sua vontade. Só sei que as regras devem ser claras e inequívocas. Só sei que o bom senso aconselhava outro tipo de atitude por parte de Seguro. Não tenho duvidas que Seguro é um líder ferido, fragilizado em equilíbrio periclitante, na “corda bamba”, agarrado ao poder com “unhas e dentes”. Parece que temos que lhe fazer um desenho ou falar em linguagem gestual para lhe transmitir aquilo que não percebe ou finge não perceber. Não percebe ou finge não perceber que as bases do partido não o querem, mas principalmente que os portugueses não confiam nele. Seguro não percebe ou finge não perceber que nunca será primeiro-ministro e que ficará na história do PS como o pior secretário-geral que o PS produziu.

Quando António Costa anunciou a sua disponibilidade para liderar o PS  verbalizei com alguns amigos na brincadeira que preferia um “galão” a um “copo de leite desnatado”. Com os acontecimentos recentes a minha brincadeira evoluiu, pois o “copo de leite desnatado” transformou-se num copo de leite azedo e tornou-se obviamente intragável.

Por isso, a escolha é obvia, para mim é “galão”.

A escolha é entre o que existe e a esperança de MOBILIZAR PORTUGAL! Eu escolho a esperança. Escolho MOBILIZAR PORTUGAL!

E você? De que está à espera? Junte-se a nós. É tempo de agir. O PS não pode esperar. Portugal também não.

António Costa estará em Beja, no próximo dia 4 de Julho, sexta-feira, pelas 21 horas, no Beja Parque Hotel, para uma Sessão de Apresentação a militantes, simpatizantes e aberta a toda a população. Aqui fica o convite para ouvir a suas propostas.


Carlos Viegas

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Deputado do PSD iniciou roteiro agrícola em Mértola


O concelho de Mértola foi a primeira paragem do Roteiro Agrícola, iniciativa que o deputado do PSD eleito por Beja vai promover até final do próximo mês de Fevereiro.
 
“Estes roteiros são de extrema importância pelo conhecimento que transmitem da realidade existente”, sublinha Mário Simões, sublinhando que a agricultura é um sector de actividade “que está a dar uma resposta muito positiva para a economia regional face ao momento que o país atravessa”. Na passagem pelo concelho de Mértola, Simões visitou o Monte do Vale do Pereiro, onde se faz a produção em extensivo de porco alentejano, ovinos e bovinos mertolengos. o deputado do PSD passou ainda Monte dos Bens (pequena unidade familiar de transformação de mel), a Herdade da Amendoeira (que tem um efectivo pecuário de 2000 ovinos, 300 bovinos e 400 porcas reprodutoras) e a Sociedade Agrícola Herdade dos Lagos (que produz alfarroba e vinho, além de ter olival).
 
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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Marcelo desiste de candidatura a presidente

Pedro Passos Coelho e Marcelo Rebelo de Sousa na comemoração do trigésimo aniversário dos TSD. 11 de janeiro de 2014.
 
O antigo líder social-democrata Marcelo Rebelo de Sousa afastou este domingo uma candidatura às presidenciais de 2016 considerando que o presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, quis excluí-lo de candidato na sua moção de estratégia global.
“Claramente, eu acho Pedro Passos Coelho quis excluir na moção de estratégia o candidato Marcelo Rebelo de Sousa. Quis, o que é perfeitamente legítimo. Estás nas suas mãos e quis fazê-lo”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, no seu programa semanal de comentário político, na TVI, acrescentando que, assim sendo, “a questão está resolvida”.
Segundo o professor universitário de direito, “se o líder do partido fundamental da área [do centro-direita] diz que é indesejável” a sua candidatura, “uma pessoa de bom senso, a menos que queira fazer um exercício de vingança ou um exercício lúdico, não vai dividir o eleitorado pondo a vitória mais fácil ao candidato do outro lado”.
No seu entender, não faz sentido “uma candidatura antecipada, para ir a correr antes de o partido indicar o apoio a um candidato”.
O comentador político sugeriu que o actual presidente da Comissão Europeia pode vir a ser o candidato apoiado pelo PSD: “Se houver hipótese de Durão Barroso sobrar de lugares internacionais e poder recuperar em termos de sondagens, é uma hipótese forte a encarar no quadro do Presidente que ele [Passos Coelho] encara”.
Marcelo Rebelo de Sousa alegou que Passos Coelho traçou um perfil presidencial “pela negativa”, para o excluir, “não tanto por aquela característica que é o problema de mudar de opinião”, mas pelo “problema do mediatismo, da popularidade, de um perfil de Presidente interventor, de um Presidente não parlamentar”.
“E, na dúvida, várias fontes do PSD dirigiram-se aos jornais para esclarecer os comentadores e os jornalistas de que era isso o objectivo, excluir um candidato”, apontou.
O antigo presidente do PSD observou que, se Passos Coelho queria excluir alguém, poderia ter “seguido uma metodologia mais fácil desde que se inventou o telefone, que é pegar no telefone” e comunicar-lhe a sua posição.
O social-democrata sustentou que há um ano o actual primeiro-ministro estava disposto a “tolerar” um candidato presidencial menos do seu agrado, mas que a evolução dos indicadores económicos e financeiros o deixou confiante numa vitória nas legislativas e mais à vontade para definir “o Presidente ideal para o seu futuro mandato”.
Na sua moção de estratégia global, intitulada “Portugal acima de tudo!“, o líder do PSD defende que “o Presidente deve comportar-se mais como um árbitro ou moderador” e evitar “tornar-se numa espécie de protagonista catalisador de qualquer conjunto de contrapoderes ou num cata-vento de opiniões erráticas em função da mera mediatização gerada em torno do fenómeno político”.
O chefe de Estado “não deve buscar a popularidade fácil” e, sendo supra partidário, “também não pode colocar-se contra os partidos ou os governos como se fosse apenas mais um protagonista político na disputa política geral”, escreve.
Passos Coelho considera que “a iniciativa de candidatura deve partir dos potenciais candidatos” e “não de qualquer directório partidário”.
Na “altura própria” o PSD formalizará “nos órgãos estatutariamente competentes” o “perfil desenvolvido que considera adequado ao entendimento do papel do Presidente da República” e “o apoio a conceder a um futuro candidato presidencial que se apresente no respeito por este perfil”, acrescenta.
/Lusa
 

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Luís Ameixa considera “inadmissível” que Governo "ignore" imigrantes

 
O deputado do PS eleito por Beja considera “inadmissível que o Ministério da Agricultura ignore a situação deplorável dos imigrantes”.
Em comunicado enviado à Rádio Pax, Luís Ameixa sublinha que “contingentes de imigrantes que chegam ao Baixo Alentejo, para trabalhos sazonais na agricultura, não têm tido as condições de trabalho e de instalação condignas que são exigíveis numa sociedade civilizada e humanista”.
O parlamentar salienta que a agricultura no Baixo Alentejo “tem conhecido acentuado progresso, em grande medida graças ao projeto estatal do Alqueva” e acrescenta que “o desenvolvimento económico só tem sentido, não como fim em si mesmo, mas como meio de desenvolvimento humano”.
Em seu entender “Portugal tem de ter uma estratégia de acolhimento pautada por padrões exigentes e humanistas” pois “não basta inspeções e processos policiais”.
Luís Ameixa lembra que questionou o Governo sobre esta matéria várias vezes em 2013. O parlamentar refere que o Ministério da Agricultura deu agora como resposta que “a matéria em apreço não se encontra nas atribuições do Ministério da Agricultura e Mar”.
“A gravidade desta resposta está na demonstração de insensibilidade da Ministra da Agricultura para a condição dos imigrantes trabalhadores agrícolas, e está na demonstração de que o Governo não se importa e não tem qualquer estratégia ou preparação para lidar com a situação”, conclui o deputado do PS eleito por Beja.
 
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terça-feira, 23 de julho de 2013

Alberto Fernandes candidato independente em Mértola

Alberto Fernandes, de 38 anos, vai ser o candidato do MIM – Movimento Independente “Unidos Por Mértola” à presidência da Câmara de Mértola nas autárquicas de Setembro.
“O objectivo é sermos abrangentes e mostrar que é possível trabalhar em conjunto”, vinca o candidato ao “CA”.
Na opinião de Alberto Fernandes, é possível ao MIM intrometer-se na luta entre PS e CDU no concelho, até porque, diz, estas candidaturas têm falado “mais mal uns dos outros do que propriamente daquilo que fizeram”.
Além de Alberto Fernandes à presidência da Câmara de Mértola, o MIM já anunciou também as candidaturas de Ana Filipa Gonçalves à Assembleia Municipal e de Maria Helena Fonseca à Junta de Freguesia de Mértola.
O radialista e jornalista José Eugénio Costa é o mandatário da candidatura do MIM, enquanto que o mandatário da candidatura independente para a juventude é o estudante João Brás, de 19 anos.
 
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

António José Brito candidato do PS à Câmara de Castro Verde

 
O jornalista António José Brito vai ser o candidato do PS à presidência da Câmara Municipal de Castro Verde, um baluarte comunista, nas eleições autárquicas deste ano, disse hoje o próprio à agência Lusa.
Com 42 anos, António José Brito dirigiu até à última quarta-feira o jornal “Correio Alentejo”. O candidato explicou que aceitou o convite do PS para liderar o projecto socialista para a Câmara de Castro Verde com o objectivo de "contribuir para o surgimento de um tempo político diferente" no concelho e disse estar "consciente das dificuldades e da exigência do desafio" de se candidatar à Câmara de Castro Verde, um baluarte comunista, que, desde 1976, quando se realizaram as primeiras eleições autárquicas depois do 25 Abril de 1974, sempre foi liderada pela CDU ou outras coligações encabeçadas pelo PCP.
“Muito motivado com este novo capítulo da sua cidadania”, António José Brito pretende “contribuir para o surgimento de um tempo político diferente no concelho de Castro Verde”.
“Com este desafio, assumo que é necessário fazer renascer o alento num município onde as políticas da autarquia perderam toda a dinâmica nos últimos cinco anos”, disse.
António José Brito disse que a sua actividade profissional como jornalista, que "é incompatível com a candidatura à Câmara de Castro Verde", terminou na quarta-feira, quando foi fechada a próxima edição do Correio Alentejo, que sai na sexta-feira e será a última dirigida por si, e, a partir de sábado, o jornalista Carlos Pinto será o novo diretor do jornal.
Natural de Entradas, concelho de Castro Verde, António José Brito, jornalista há cerca de duas décadas, tem formação em jornalismo pelo Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas (CENJOR) e frequenta a licenciatura em Educação e Comunicação Multimédia na Escola Superior de Educação de Beja.
Proprietário da empresa Jota CBS - Comunicação e Imagem, que detém o “Correio Alentejo”, actualmente com edição mensal, António José Brito já foi director da Rádio Castrense e do jornal semanário "Diário do Alentejo". E dirigia o “Correio Alentejo” desde 2006, já colaborou com a Rádio Renascença e o jornal "Diário de Notícias" e criou os dois únicos jornais que existiram no concelho de Castro Verde: o "Topo Sul" e "O Campo".
Para as eleições autárquicas deste ano, António José Brito é o único candidato conhecido, até hoje, à presidência da Câmara de Castro Verde, liderada por Francisco Duarte, independente eleito pela CDU e que dispõe de maioria absoluta, num executivo composto por três eleitos pela CDU e dois pelo PS.
Francisco Duarte foi eleito presidente da Câmara de Castro Verde em 2009, mas já presidia ao município desde 4 de Julho de 2008, um dia após o anterior presidente, Fernando Caeiros, que liderava o executivo desde as primeiras eleições autárquicas, em 1976, ter suspendido o mandato.
 

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

CDU deve candidatar Miguel Bento em Mértola


O assistente social Miguel Bento deverá ser o candidato da CDU à Câmara de Mértola nas eleições autárquicas, apurou o “CA” junto de fonte conhecedora do processo.

Formado em Serviço Social e docente no Instituto Politécnico de Beja no departamento de Educação e Ciências Sociais e do Comportamento, Miguel da Conceição Bento foi cabeça-de-lista pela CDU à Assembleia Municipal de Mértola em 2009 e, ao que tudo indica, será a aposta da coligação para recuperar a câmara da vila-museu, liderada pelo PS desde as autárquicas de 2001.
 
Contactado pelo “CA”, Miguel Bento não confirmou a sua candidatura, garantindo que “nada está decidido”. Para já, acrescenta Bento, a estrutura local da CDU continua a desenvolver o processo “de auscultação” a militantes, antigos candidatos e independentes, no sentido de saber quais os melhores nomes para formar a lista.
 
“Só quando esse processo estiver concluído é que haverá uma decisão”, afiança Miguel Bento, reconhecendo que tudo deve ficar concluído “até ao final de Janeiro”.
 
Contudo, segundo apurou o “CA”, o nome de Miguel Bento deverá mesmo ser o escolhido para encabeçar a lista da CDU em Mértola.
 
Também do lado do PS ainda não existe uma decisão oficial sobre o candidato à Câmara Municipal da vila-museu, embora tudo aponte para a recandidatura do actual presidente, Jorge Rosa.
 
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Obama toma posse com discurso de esperança e união



O Presidente dos EUA iniciou o seu segundo mandato com um discurso centrado na sua agenda interna e no qual reforçou o seu empenho em temas como a imigração, as alterações climáticas, a justiça social e uma política externa assente na paz.
 
Barack Obama tomou posse como Presidente dos Estados Unidos com um discurso forte e programático, no qual apelou à unidade e à mobilização dos americanos para “responder à chamada da história e transportar para um futuro incerto essa luz preciosa da liberdade”.
 
Após ter prestado juramento pela segunda vez em dois dias, de novo perante o presidente do Supremo Tribunal de Justiça, John Roberts, Obama falou à multidão de aproximadamente 800 mil pessoas que o esperava no Mall, a esplanada que se estende em frente ao Capitólio, em Washington.
 
O primeiro aplauso da multidão aconteceu quando o Presidente disse que “uma década de guerra” está a acabar e que a economia recomeçou a crescer. “Uma década de guerra acabou, a recuperação económica começou e as possibilidades da América são ilimitadas”, disse.
 
Antes, Obama tinha evocado os valores fundamentais da América: “O que nos faz excepcionais é a nossa fidelidade a uma ideia formulada há 200 anos, de que todos os homens nascem iguais e têm direitos inalienáveis como a vida, a liberdade e a busca da felicidade. Hoje continuamos uma jornada sem fim para ligar o significado dessas palavras à realidade do nosso tempo.” “Sempre entendemos que quando os tempos mudam, nós temos de mudar”, afirmou.
 
O Presidente evocou “uma geração posta à prova pelas crises” num discurso em que procurou apelar à mobilização dos americanos para apoiar a sua agenda política. Obama fez um discurso centrado na acção e na necessidade de ultrapassar polémicas estéreis, numa referência às divergências permanentes entre a Casa Branca e o Congresso.
 
“Temos que agir no nosso tempo em vez de discutir qual o papel do nosso governo no nosso tempo. Há decisões que não podem ser adiadas.”
 
Obama enunciou a seguir os pontos-chave da sua agenda, como as alterações climáticas – “temos que liderar esta transformação em vez de lhe resistir” – ou os direitos dos imigrantes.
 
Defendeu também as políticas de apoio social que têm sido contestadas pelos republicanos: “Sabemos que temos de tomar decisões difíceis para reduzir os custos dos cuidados de saúde e do tamanho do défice. Mas rejeitamos a crença de que a América tem que escolher entre tomar conta da geração que construiu este país e investir na geração que construirá este país”.
 
Num discurso em que fez também uma defesa clara dos direitos dos homossexuais – “a nossa jornada não estará completa até os nossos irmãos e irmãs gay serem tratados como qualquer outro perante a lei” –, Obama evocou ainda a figura de Martin Luther King, que era também homenageado hoje: “Ouvimos um King proclamar que a nossa liberdade individual está inextricavelmente ligada à liberdade de cada alma na Terra”.
 
A política externa ocupou apenas uma pequena parte de um discurso centrado na agenda interna para os próximos quatro anos e no apelo aos cidadãos para apoiar o Presidente no confronto com um Congresso hostil. Obama defendeu que “a América permanecerá a âncora das alianças fortes em cada canto do globo” e defenderá a propagação da democracia, fazendo a defesa do pacifismo: “Acreditamos que a paz e a segurança duradouras não requerem a guerra perpétua”, afirmou.
 
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Câmara e Assembleia Municipal aprovam por maioria Orçamento e Grandes Opções do Plano 2013

A Câmara e a Assembleia Municipal de Mértola aprovaram por maioria as Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2013, com um montante de 15 milhões de euros. As prioridades para este ano são a construção de infraestruturas, desenvolvimento turístico e área social.

A área com a maior percentagem do orçamento municipal (26 por cento) é a da habitação e serviços coletivos, onde estão incluídos o saneamento básico e o abastecimento de água. Com mais de dois milhões e duzentos mil euros a Câmara tem como objetivo realizar mais obras de saneamento e pavimentação, as obras na ZEU1 da Mina de S. Domingos e a beneficiação de prédios em Mértola.

Os serviços culturais, recreativos e religiosos em 2013 representam um investimento municipal que ascende aos dois milhões de euros (24 por cento) e inclui a musealização da Igreja Matriz, intervenções no castelo, o Festival Islâmico, a conclusão do parque Desportivo e de Lazer Municipal, melhoramentos no campo de Jogos da Mina de S. Domingos e a Pista de Canoagem e Remo a Praia Fluvial da Mina de S. Domingos.

A terceira prioridade para este ano são os transportes e comunicações onde estão programadas várias obras de grande importância para o concelho, como é o caso da continuação dos arruamentos na Mina de S. Domingos, o início dos arruamentos em Moreanes e Corte Gafo de Cima, a pavimentação da estrada Moreanes-Guizo e a beneficiação da Ponte sobre a ribeira de Oeiras.

O Orçamento para 2013, apesar de menor que o do ano anterior em cerca de cinco milhões de euros, reflete a intenção da Câmara em dar continuidade a todos as obras de maior importância para o concelho, programando as seguintes, de modo a que o bem-estar das populações esteja assegurado.


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Site Oficial da CMMértola

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Passos vê a luz, Cavaco nem por isso

Passos Coelho e Cavaco Silva falam da situação económica de Portugal
 
Passos Coelho e Cavaco Silva falam da situação económica de Portugal como se estivessem a falar de dois países completamente diferentes. Onde o primeiro-ministro vê uma "a luz ao fundo do túnel", o presidente da República vê um comboio que se aproxima para nos atropelar. No discurso do Ano Novo, Cavaco Silva fez um diagnóstico bastante negro sobre os impactos que a receita de Vítor Gaspar está a ter na economia.

"Temos urgentemente de pôr cobro a esta espiral recessiva, em que a redução drástica da procura leva ao encerramento de empresas e ao agravamento do desemprego", afirmou na altura Cavaco. Para o Presidente, este é um "círculo vicioso que temos de interromper".

Ontem teve a resposta de Passos Coelho. Depois de ouvir os grupos folclóricos a cantarem as janeiras nos jardins da residência oficial de São Bento, o primeiro-ministro veio afirmar que e Portugal afinal não está num "ciclo vicioso". Dirigiu-se a todos os portugueses que vivem dificuldades, dizendo-lhes: "Que consigam vislumbrar ao longo deste ano aquilo que se chama a luz ao fundo do túnel, quer dizer, o motivo de esperança para perceberem que nós não estamos a iniciar um ciclo vicioso de que não conseguimos sair, mas apenas a vislumbrar a saída de um período difícil que estamos a completar, porque outra forma não há senão passar por ele e resolver os problemas".

Passos faz bem em tentar incutir um espírito de optimismo neste arranque de ano, pois sabe que grande parte da economia tem a ver com a gestão de expectativas. Mas também sabe que se arrisca a perder essa razão assim que forem conhecidos os primeiros dados da execução orçamental deste ano. Se a receita não resultou no ano passado, por que haveria essa mesma receita, ainda mais condimentada, de resultar este ano?
 
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

PSD CANDIDATA SEBASTIÃO EM BEJA

 
O presidente da Câmara de Almodôvar, António Sebastião, vai ser o candidato do PSD à presidência da Câmara de Beja, gerida pelo PS, nas autárquicas deste ano, revelou à Agência Lusa fonte partidária.
António Sebastião, que cumpre o terceiro mandato consecutivo e não pode recandidatar-se à Câmara de Almodôvar, devido à lei que estabelece o limite de três mandatos consecutivos, constitui "uma aposta forte para o PSD tentar conquistar a Câmara de Beja", afirmou a mesma a fonte.
Segundo as fontes contactadas pela Lusa, a decisão foi hoje tomada numa reunião entre António Sebastião, responsáveis da distrital de Beja do PSD e o vice-presidente e o secretário-geral do partido, respectivamente Jorge Moreira da Silva e Matos Rosa.
Desde 2009, a Câmara de Beja é liderada pelo socialista Jorge Pulido Valente, que tem maioria absoluta, sendo o executivo composto por quatro eleitos pelo PS e três pela CDU, força com maioria na Assembleia Municipal.
Jorge Pulido Valente, que já anunciou que se recandidata pelo PS para tentar um segundo mandato, e António Sebastião, pelo PSD, são os únicos candidatos conhecidos à presidência da Câmara de Beja.
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Pulido Valente é o candidato do PS à Câmara de Beja

 

 


A concelhia de Beja do PS reuniu ontem à noite e aprovou a recandidatura de Jorge Pulido Valente à presidência da Câmara de Beja nas autárquicas de 2013. O nome do actual presidente da Câmara de Beja foi consensual.
De acordo com a concelhia socialista, a recandidatura de Pulido Valente “mereceu a total confiança dos eleitos (...) num claro sentido de apoio ao projecto BejaCapital, sempre colocando os interesses do concelho de Beja acima de quaisquer outros de índole meramente político-partidária, como tem sido prática desde o início do mandato”.
António Mourão, presidente da concelhia do PS de Beja, refere que esta escolha vem permitir continuar o projecto a que Jorge Pulido Valente se comprometeu nas últimas eleições autárquicas, o “Beja Capital”. O mesmo responsável lembrou que a situação difícil que o Pais atravessa colocado “alguns obstáculos” na concretização deste projecto. Para António Mourão o “maior obstáculo é a oposição, CDU e BE”.
O PS é o primeiro partido a anunciar o candidato à Câmara de Beja.