Vamos falar de

Brevemente novo artigo de opinião de Jorge Pulido Valente com o titulo: RUMO Á ECONOMIA CIRCULAR. O QUE É?

terça-feira, 25 de julho de 2017

Canoagem - Campeonato Nacional de Velocidade


Disputou-se no passado fim de semana em Montemor-o-Velho a primeira fase do Campeonato Nacional de Velocidade tendo o Clube Náutico de Mértola participado com 6 atletas.
Coletivamente o Clube de Mértola classificou-se em 20º lugar entre 37 clubes participantes.
Os resultados de destaque alcançados pelos canoístas mertolenses foram os seguintes:
C4 Cadetes 1000m
3º Lugar – MEDALHA DE BRONZE - Diogo Godinho/Miguel Batista/Mário Bento/Rafael Gomes
C2 Cadetes 1000 metros
4º Lugar – FINAL A – Diogo Godinho / Miguel Batista
K1 Cadetes 200 metros
7º Lugar – Final B – Henrique Domingos
C1 Cadetes 1000 metros
9º Lugar – Final A – Miguel Batista
5º Lugar – Final B – Diogo Godinho
6º Lugar – Final B – Rafael Gomes

Participou ainda Tiago Martins que não logrou alcançar ainda qualquer final.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Há Festa no Largo - Iniciativa Solidária





Imprevistos e tragédias podem acontecer a qualquer pessoa, mas algumas vezes são mais graves e, nesses momentos, todos sentimos como se fosse connosco, com a nossa casa, com o nosso negócio ou com a nossa vida. Mas como tristezas não pagam dívidas, mas a nossa alegria sim, no dia 21 de junho, vamos todos ajudar: e com uma Festa de arromba! Para que o recomeço seja mais leve e também mais feliz.
Gaspachada |
Tapas e bebidas frescas |
Animação musical |
Sorteio de Cabaz de Produtos Locais |
muita alegria!
PARTICIPE, TRAGA A FAMÍLIA E OS AMIGOS!
Mais informações: Associação de Empresários do Vale do Guadiana

terça-feira, 11 de julho de 2017

Arqueologia em Mértola - Novas descobertas


No decorrer do inicio das obras da "Casa Cor de Rosa" em Mértola estão a ser trazidas á luz do dia estruturas que vão do Início do período Pré-Romano até ao Sec. XX, numa escavação de urgência levada a cabo pelo Campo Arqueológico com coordenação de Virgílio Lopes e Cláudio Torres.

Segundo Virgílio Lopes esta descoberta é mais uma peça chave para a compreensão do já intrincado puzzle da arqueologia no Centro Histórico da Vila Museu.

Para já é uma incógnita o futuro desta descoberta bem como as implicações no projecto de reabilitação que a Câmara Municipal de Mértola adjudicou para aquele edifício, que prevê a obra de reabilitação da que tem um custo que ronda os 800 mil euros, e um prazo de execução de 365 dias.

Esta reabilitação inclui uma utilização prevista associada ao aprofundamento da estratégia destinada a potenciar a presença e cultura Islâmica que marcaram e marcam a historia do território de Mértola.


Continuaremos a dar noticias da evolução desta intervenção


sexta-feira, 7 de julho de 2017

Incêndio no Centro Histórico de Mértola destrói supermercado (Actualização JN)

Um incêndio que deflagrou num supermercado do Centro Histórico de Mértola destruiu por completo a unidade comercial, tendo-se depois propagado a outras duas habitações contíguas. A Polícia Judiciária vai investigar a origem do fogo.
Foi ainda destruída uma arrecadação contígua, um anexo desabitado e a cobertura de uma loja de eletrodomésticos. Duas pessoas poderão ficar desempregadas, não existindo vítimas a lamentar.
O alerta para o incêndio foi dado às 14.45 horas, quando o supermercado Rolha, propriedade do jovem empresário José Rolha, ainda estava encerrado ao público.
Populares viram fumo a sair do teto e alertaram um dos funcionários que mora por perto e entrou supermercado dentro com outras pessoas munidas de extintores, mas o muito fumo impediu que pudessem combater as chamas.
Os Bombeiros de Mértola acorreram rapidamente ao local, mas as chamas já tinham assumido grandes proporções. A arrecadação contígua ao supermercado também ardeu, tal como o anexo de uma habitação que estava desabitada.
Uma loja de eletrodomésticos também foi afetada, tendo ardido parte da cobertura do edifício, e os estragos tiveram origem, principalmente, na água do combate ao incêndio.
Ouvido pelo JN, o presidente da Câmara de Mértola, Jorge Rosa, que também esteve no local, lamentou o sucedido ao empresário e o facto de "duas pessoas puderem ficar desempregadas", acrescentando que a edilidade "vai apoiar o empresário, criando uma equipa de trabalho para proceder a limpezas e disponibilizar apoio social", concluiu.
Segundo foi possível apurar o estabelecimento estaria protegido por um seguro, desconhecendo-se em concreto os danos que cobre.
A travessia do Centro Histórico de Mértola foi feita por ruas alternativas, que já recebem trânsito dos automobilistas que procedem do Algarve.
No combate às chamas estiveram 44 operacionais, dos Bombeiros de Mértola, Beja, Serpa, Ourique e Castro Verde, Proteção Civil Municipal e GNR, apoiados por 26 viaturas.
(Creditos de algumas fotos publicadas na noticia do JN do autor deste Blogue.)

Incendio em Mértola destroi Supermercado e habitações


quinta-feira, 6 de julho de 2017

Agenda Cultural Julho, Agosto e Setembro

Museu de Mértola acolhe exposição da escrita no Baixo Alentejo


O Núcleo Museológico da Basílica Paleocristão, em Mértola, acolhe de 6 a 25 de julho a exposição “Escrita no Baixo Alentejo das origens aos nossos dias”, uma iniciativa da Rede de Museus do Baixo Alentejo, que integra a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL). A inauguração terá lugar no dia 6 de julho, às 21h30, seguida do espetáculo musical “2500 anos de escrita”.

A mostra itinerante pretende dar conhecer a escrita no Baixo Alentejo ao longo da história. A exposição pode ser visitada de terça a domingo, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

domingo, 2 de julho de 2017

2017 ECA Canoe Marathon EUROPEAN CHAMPIONSHIPS (2nd morning)

Rumo à Economia Circular O que é? (Opinião Jorge Pulido Valente)



O conceito de economia circular, em oposição à linear(matérias primas>produtos>resíduos), assenta, como a própria designação indica, na ideia de reciclagem, reutilização, recuperação e regeneração dos produtos, prevenindo os resíduos, e na gestão sustentável dos recursos.

Embora, surgido na década de 70, com o objetivo de procurar a conciliação entre as crescentes preocupações ambientais e o desenvolvimento económico, só a partir da primeira década do século XXI, este conceito é introduzido na agenda política e mediática europeia e internacional, fundamentalmente, graças ao trabalho pioneiro da Fundação Ellen MacArthur (www.ellenmacarthurfoundation.org) - famosa velejadora solitária, cujas experiências de circunavegação lhe evidenciaram as virtudes da circularidade da utilização dos produtos - nomeadamente, o relatório que apresentou em 2012, sob o título "Rumo à economia circular: racionalidade económica e de negócios para uma transição acelerada". 

Só em dezembro desse ano, a Comissão Europeia, lança o tema a nível da política comunitária com a publicação do "Manifesto para uma Europa eficiente na utilização de recursos", a que se segue, apenas em 2014, a apresentação, falhada, da primeira proposta legislativa, a qual é retirada logo no início de 2015, para dar lugar, em dezembro do mesmo ano, a um pacote menos ambicioso mas melhor fundamentado e estruturado.

Embora, inicialmente, a economia circular se centrasse, sobretudo, nas questões relacionadas com a gestão dos resíduos, evoluiu, muito rapidamente, para outras áreas e preocupações, nomeadamente, desde logo, as mais básicas e estruturantes, como os padrões de produção e consumo, para além de outras, mais inovadoras, como o ecodesign.

Qual a sua importância?
O conceito de economia circular e a sua importância num modelo de desenvolvimento sustentável não surge por acaso, mas sim porque que se concluiu que ao ritmo a que são consumidos os recursos naturais para manter os atuais padrões de vida e de crescimento das nossas sociedades, chegaremos, num futuro já não muito longínquo, ao esgotamento irremediável de muitos deles.

Por outro lado, foi-se acentuando a necessidade de criação de novas áreas de emprego, inovadoras e alternativas às tradicionais, em crise profunda.

Fundamental, também, para este processo de reconhecimento da importância e do papel da economia circular, foi, sem dúvida, por um lado o brutal crescimento da produção de resíduos não ou dificilmente biodegradáveis e, por outro, a (r)evolução ocorrida, nos últimos anos, neste setor, com a passagem das lixeiras a aterros, complementados com  as estações de tratamento mecânico e biológico, as quais, em sinergia com a recolha seletiva, permitem aumentar, exponencialmente , as taxas de reciclagem, de reutilização e de eficiência e poupança energética.

Finalmente, há que referir  e reconhecer o contributo decisivo que a economia circular pode dar na prossecução das metas e objetivos definidos nos documentos da CE e assumidos no PERSU 2020.

O que está a ser feito para promover a economia circular?

Atualmente, a nível mundial e europeu verificaram-se avanços consideráveis  em termos da divulgação do conceito e da promoção da economia circular, quer através de organismos privados, de que o melhor exemplo é, como já se referiu anteriormente, o trabalho desenvolvido pela Fundação Ellen MacArthur, quer da aprovação e adopção de documentos de estratégia e de política pública, embora, incidindo ainda, sobretudo, na área da reciclagem e reutilização de resíduos.

Também algumas grandes companhias internacionais ( como por exemplo, a Philips) estão a adoptar estratégias e práticas empresariais inovadoras, assentes neste novo conceito. A constante produção e promoção de novos equipamentos, com vida limitada, tem vindo a dar lugar ao recondicionamento e reutilização sucessiva de materiais e equipamentos, criando a necessidade de desenvolvimento de mais e melhores serviços de assistência e reduzindo o volume de resíduos e de consumo de matérias primas.

Em Portugal, presentemente, estão a ser dados passos significativos, conjuntos, na divulgação e promoção da economia circular não só pelo Ministério do Ambiente como também por diversas entidades públicas e privadas(SPV, BCSD, Lipor, SmartwastePortugal, CCDRA) e, ainda, por algumas empresas públicas(EDIA) e privadas(EDP, GALP, Sonae), mas o caminho a percorrer é, ainda, longo, complexo e difícil.

O enquadramento estratégico geral está definido no Compromisso para o Crescimento Verde e, o particular, no que respeita ao setor dos resíduos, no PERSU 2020, mas são ainda necessárias políticas públicas concretas que incentivem, fomentem, apoiem e dinamizem a economia circular.

Não basta atuar a jusante, é preciso também intervir a montante no modelo e hábitos de produção e consumo, na concepção de novos produtos, no eco design, na durabilidade e fiabilidade, na prevenção dos desperdícios e dos resíduos.

Uma estratégia regional para a promoção da economia circular

Face às atribuições e competências conferidas às CCDRA, em matéria de desenvolvimento  regional e de implementação de políticas públicas setoriais, torna-se imprescindível que para além do Plano Estratégico e da Estratégia  de Especialização  Inteligente, documentos já oportunamente elaborados e aprovados, se avance, em alinhamento com os objetivos e prioridades definidas na estratégias setoriais nacionais, com a territorialização/ regionalização das mesmas e com as correspondentes políticas públicas que as operacionalizem.

Esta deve também ser a lógica e a metodologia a seguir no que concerne à economia circular, pelo que há que acelerar o processo da sua divulgação e promoção e, simultaneamente, discutir com os parceiros regionais e locais, quer os objetivos estratégicos e prioridades nesta área, quer, primordialmente, as políticas públicas que a estimulem, incentivem e dinamizem.

Jorge Pulido Valente


terça-feira, 27 de junho de 2017

Contingências da Vida


O dia amanheceu já quente.

Custou-lhe sair da cama. Esfregou os olhos, espantou a preguiça e num passo rápido limpou o corpo com água bem fria, como o calor já pedia. Na cozinha já cheirava a café de “escolateira”, preparado pela mulher e o pão quente com margarina – a manteiga que há uns meses fazia companhia ao pão, era agora um luxo – aguçava o apetite matinal.
- Estás animado para enfrentar o que te espera?
- Sim, se tu também estiveres aqui para me apoiares.
Na soleira da porta, um beijo rápido e uma festa ternurenta na barriga de sete meses deram-lhe ânimo. Apressou o passo para se dirigir à paragem do autocarro que o conduziria à vila próxima e ao centro de emprego. Já no seu lugar e sentindo no corpo os buracos da estrada em obras há um tempo sem fim e sem fim à vista, perdeu-se nos pensamentos.

Tinham-se juntado muito jovens – porque as posses não permitiam festas de casamentos - moravam numa casa modesta mas cómoda e agora esperavam o primeiro bebé que já sabiam ser menina e se iria chamar Maria, nome de quase todas as mulheres de ambas as famílias. E Teresa, como a mãe. Nasceria em Outubro.
Ele, tal como Teresa, trabalhavam na queijaria da família. Uma empresa pequena, reconhecida na região e já premiada com várias distinções, permitia que todos vivessem desafogadamente e contribuía para empregar mais três pessoas da aldeia. Também por esse facto fora distinguida com uma medalha por um júri nacional entendido no assunto. Mas a crise que se instaurou no país foi mal distribuída e afectou principalmente “os mais pequenos”. De repente, o dinheiro ganho mudou-se todo para os impostos e para a segurança social, deixando a família e os empregados quase sem meios para sobreviver. E a empresa fechou. E levou sonhos, e alterou planos e modificou vidas.
Um último solavanco do autocarro anunciou a chegada à vila.
“Agora vai realmente começar a minha luta” pensou enquanto o ar ainda mais quente lhe entrou nos pulmões quando a porta se abriu.
Aproveitou as escassas sombras, e o centro de emprego apareceu ao dobrar da esquina. Respirou fundo o ar quente de Agosto e empurrou a porta esperando que o ar condicionado estivesse a trabalhar, para o refrescar um pouco. A sala estava “à cunha”. Cheirava a suor mascarado de desodorizante, cheirava a angústia e a desconsolo. Não cheirava a esperança. Sem olhar, tirou o número de uma máquina que já tinha tido melhores dias e onde se lia “Procure aqui o seu emprego” como se a senha fosse o passaporte para o El Dorado. Começou a espera na única cadeira vazia, já desconjuntada, que devia ser da época da máquina das senhas. Ganhou coragem e olhou em volta. Os rostos fechados, olhos esmorecidos e tristes, espelhos claros de uma alma cinzenta. “ Olha o Zé António, a empresa do pai também fechou, tal como a nossa. Estamos à procura do mesmo. A D. Inácia? Pensava que estava empregada, sempre tão bem disposta à hora da bica e a dizer que não tinha grandes problemas de dinheiro… O Sr. Manuel Francisco? Mas ele apanhava sempre a carrinha de manhã e voltava à tarde… Pois é, o orgulho ferido e ceder à realidade crua não são coisas fáceis. Na idade deles há-de ser ainda mais difícil… muito novos para a reforma, muito velhos para trabalhar… o discurso do costume.
O calor aumentava no ar pesado de transpiração e o guinchar cansado do aparelho do ar condicionado exasperava-o, punha os nervos em franja a qualquer um. Uma criança, aborrecida e encalorada, começou a chorar, impertinente.
Avistou o funcionário do balcão de atendimento. O André Mestre. Colegas de escola, colegas de curso profissional … Eram amigos inseparáveis. Que saudades desses tempos que pareciam ser já tão longínquos. O André estava sentado a uma secretária num espaço onde o ar condicionado trabalhava silenciosamente - talvez para não envergonhar o “amigo” da sala de espera, que se esforçava cada vez mais e refrescava cada vez menos. O rapaz que estava a ser atendido saiu com a desesperança estampada no rosto. “Isto está mau” disse, à laia de confidência, desanimado…
A sala ia ficando vazia e a máquina, já roufenha, apitou e marcou o seu número a letras vermelhas
- Bom dia. Diga – a voz do André era fria, impessoal, diferente da escola.
- Então André? Como vais? – perguntou com amizade estendendo a mão… em vão.
- Ah. És tu. Vou já avisando que não abro excepções para ninguém, nem amigos nem conhecidos. Aqui são todos iguais. Eu cheguei aqui por concurso e vou cumprir o que me mandam. O resto, os papéis é que mandam. São as contingências da vida.
- Eu não te estou a pedir nada, nem tenho intenções de o fazer. Só quero aquilo a que tenho direito. Eu e muitos milhares como eu. Uma oportunidade para trabalhar. Preciso trabalhar, tenho família. – disse, com a voz dividida entre a humildade e a revolta.
Entregou os papéis, que foram aceites com frieza. O som dos carimbos era como tiros que matavam a sua esperança. Mas levantou a cabeça e saiu, sem estender a mão.

Não esperou muito tempo. Na véspera do nascimento da Maria Teresa recebeu uma carta. Devia apresentar-se de novo no centro de emprego. Ficou com o coração apertado, pediu o carro emprestado ao pai para que a viagem fosse mais rápida, não fosse falhar o nascimento da filha que estava quase a acontecer.
Desta vez não tirou senha, não havia ninguém à espera, nem ouviu o barulho do aparelho do ar condicionado. E não viu o André. O funcionário que o atendeu era pessoa nova na vila, pareceu-lhe simpático. E cumprimentou-o com um caloroso aperto de mão.
- Está com sorte. O seu CV foi apreciado, o seu curso de formação profissional e o seu estágio garantiram-lhe aqui um contrato por tempo indeterminado. Vamos dar andamento ao processo para começar o mais breve possível, isto é se aceitar. Estamos mesmo a precisar de ajuda. Infelizmente, nos tempos que correm, estes serviços são muito procurados.
- Claro que sim, nem vou ser hipócrita e dizer que vou pensar. Tenho família, a minha filha nasce por estes dias.
- Ora ainda bem.
- E o André? – perguntou.
- Ah, o André. Sabe, as pessoas escreveram muito no livro de reclamações e ele teve que sair, foi despedido.
Alguns dias depois do nascimento da filha, começou o trabalho. Mas chegou mais cedo para poder direccionar o ar condicionado do seu gabinete para a sala de espera, desligar o outro velhinho e queixoso aparelho, endireitar a máquina das senhas e colocar um cartaz actual e motivador - sobretudo de esperança - para enfrentar o mundo do trabalho – ou da falta dele. Mas esperança e ânimo.
A sala de espera encheu-se de novo. O primeiro cliente entrou no gabinete. Levantou-se e estendeu-lhe a mão numa atitude afável e bem-educada, para o receber. O aperto de mão não foi correspondido pelo jovem que estava à sua frente, cabisbaixo, envergonhado e frio.

Era o André!

Maria Happy

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Bruno Afonso e Marco Apura nas finais A de 500 e 1000 m do Campeonato da Europa


O canoista do Clube Náutico de Mértola Bruno Afonso alcançou conjuntamente com o seu colega Marco Apura lugar em duas  finais A do Campeonato da Europa de Juniores e Sub23 nas tripulações de C2 500 e 1000 metros.
A Final de 1000 metros tem lugar no Sábado 24 ás 12,26h (hora de Belgrado). Acompanhw aqui
A final de 500 metros tem lugar no Domingo 25 ás 13,25h (hora de Belgrado). Acompanhe aqui

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Portugal presente no Europeu de Juniores e Sub23 de velocidade - Clube Náutico de Mértola representado por Bruno Afonso

ACTUALIZAÇÃO
A tripulação de Bruno Afonso foi apurada para a semi final dos 1000m.


A equipa nacional de velocidade de Juniores e Sub23 prepara-se para partir para a Sérvia, mais concretamente para Belgrado, onde irá participar no Campeonato da Europa de Juniores e Sub23 que decorre na capital sérvia entre os dias 22 e 25 de junho.

Portugal estará presente nesta competição com um total de 18 atletas que serão orientados pelos técnicos Nacionais da FPC, João Tiago Lourenço e Joana Sousa.

Destaque para a olímpica Francisca Laia, atleta com maior currículo nesta comitiva, que é composta por um total de 8 jovens atletas juniores e 10 Sub23.

Atletas convocados
Hugo Rocha - CNMarecos 
Luís Ferreira - CNCrestuma 
João Pereira - CNPLima 
Bruno Moreira - CNPLima 
Artur Pereira - CNFão 
Igor Pinho - CCOVar 
Francisca Laia - SCPortugal 
Márcia Aldeias - CNMarecos 
Marco Apura - CNCrestuma 
Bruno Afonso - CNMértola
Rúben Boas - Gemeses 
Manuel Luís Santos - CRPArnelas 
Adriano Conceição - Crestuma 
Messias Batista - CNPLima 
Maria Rei - SavedraGuedes 
Sara Sotero - CMCosta do Sol 
Inês Costa - CNPLima 
Francisca Carvalho - FPC
A comitiva parte para Belgrado no próximo dia 20 de Junho, terça-feira estando o inicio da competição agendada para quinta-feira, dia 25 de Junho.
Bruno Afonso, canoista do Clube Náutico de Mértola integra esta grande equipa na tripulação C2 500 e 1000 m Sub 23 com o atleta Marco Apura do Clube Náutico de Crestuma.


Embarcações Portuguesas
Francisca LAIA -  K1 200m Under 23 Women
Márcia ALDEIAS/ Francisca LAIA  - K2 500m Under23 Women 

Hugo ROCHA K1 200m Under23 men
Igor PINHO/Artur PEREIRA/Luis FERREIRA/Bruno Moreira -K4 500m Under 23 
Luis FERREIRA/João Pereira - K2 1000m Under 23
Bruno Moreira  - K1 1000m Under 23
Bruno AFONSO/Marco Apura- C2 1000m Under 23
Bruno AFONSO/Marco Apura  - C2 500m Under 23
Francisca Carvalho  - K1 200m Junior  Women
Sara Sotero/Francisca Carvalho - K2 500m Junior Women
Sara Sotero/Francisca Carvalho/Maria Rei/inês Costa - K4 500m Junior Women
Maria Rei - K1 500m Junior Women
Messias BAPTISTA - K1 200m Junior 
Luis Santos/Ruben Boas/Messias BAPTISTA/Adriano Conceição - K4 500m Junior 
Luis Santos/Ruben Boas - K2 1000m Junior

Startlist provisória da prova aqui