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terça-feira, 23 de junho de 2009

Editorial da Revista Cultos

Mértola nasceu para o desenvolvimento nos finais de 2001, quando Pulido Valente e a sua equipa venceram as eleições. Até então, apesar do poder político vigente não ter hipotecado o futuro da autarquia, nomeadamente em termos económicos, o que é certo é que grassava uma falta de ideias e de estratégia gritantes que contribuíram para a estagnação de um concelho cujas potencialidades são imensas. Foi essa percepção, foi a partir dessa ideia, dessas potencialidades, que Pulido Valente elaborou um programa eleitoral cirúrgico, objectivo e estrategicamente bem definido, que o conduziriam à presidência da câmara, como, aliás, já era de todos espectável.

Dois mandatos depois, Mértola é um concelho literalmente diferente, para melhor. As apostas feitas nas áreas do social, no desporto, no comércio local, na promoção e valorização dos produtos endógenos do concelho, na área da cultura, do turismo, enfim, sem querer ser exaustivo, até porque, nem necessito sê-lo, tal é a evidência do trabalho desenvolvido pelo actual executivo da Câmara de Mértola, a autarquia imprimiu novas e envolventes dinâmicas que concorreram para o fortalecimento da ideia de que o concelho de Mértola pode, como se afirmou, consolidar-se de forma sustentada e homogénea, onde os seus cidadãos, dos mais novos aos mais idosos, dos mais ricos aos mais pobres, podem viver com padrões de qualidade e dignidade muito interessantes, fruto do trabalho edificado pelo Poder Local. O futuro reserva a Mértola um lugar importante no mapa estratégico da região, porque se soube posicionar de forma bem colocada, veja-se a aposta feita nas acessibilidades, (Mértola está ligada ao país e a Espanha de forma absolutamente privilegiada), destacando-se neste capítulo a Ponte do Pomarão que para isso muito contribuiu.

Depois da Era Jorge Pulido Valente, a autarquia tem agora como o seu principal rosto o jovem Jorge Rosa. É um político que ama o seu concelho. Que tem visão estratégica e ideias claras para Mértola. É alguém com quem simpatizo e admiro. É um “terra a terra” com os pés bem assentes em Mértola. É inteligente e perspicaz. Fez-se um bom político. Posto isto, se eu residisse em Mértola votaria convicta e, orgulhosamente, em Jorge Rosa e na sua equipa. Mais, se Jorge Rosa precisasse de um voto para vencer as eleições, não teria qualquer problema em recensear-me em Mértola, para votar nele, tal é o grau de confiança que em si deposito.

In
Revista Cultos
Por Rui Rosa

2 comentários:

  1. Perfeito. Um editorial que irá “desassossegar” algumas pessoas. Mas é assim, “contra factos, não há argumentos”

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  2. Uma voz e uma visão independente que reflete a realidade.Subscrevo por baixo.

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