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sexta-feira, 7 de abril de 2006

Até onde podemos ir na defesa da natureza e da paisagem?

No norte, uma espécie rara de ratos pode impedir a construção de uma estrada e em Mértola, a paisagem pode impedir a construção da Ponte do Pomarão. Esta é uma realidade com que nos confrontamos mas por vezes difícil de entender.
Uma coisa é certa, as obras da Ponte do Pomarão com início imediato agendado foram proteladas por interferência de ambientalistas.
Tema sugerido por
"O Mundo dos Livros"
Imprensa Espanhola sobre o assunto

45 comentários:

  1. é melhor que os ambientalistas vão trabalhar em vez de impedir o desenvolvimento

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  2. Este assunto da travessia do Chanca já tem barbas e finalmente parecia estar resolvido. Penso que é desejo de todos que a situação seja ultrapassada com celeridade e sinceramente espero não ver alguns defensores acérrimos desta travessia aparecerem agora com a bandeira ambiental!

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  3. Desculpem lá mas...
    O que é que a ponte pode fazer de tão mau?
    Matar algum peixe que vem distraido e não viu os pilares?
    Não é assim tão grande o impacto ambiental?!

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  4. Pi-tágoras07/04/06, 19:18

    O problema dos ambientalistas não á com os peixes.
    Estão a proteger uma espécie que se encontra em vias de estinção.
    AS ESPANHOLAS BOAS.
    Já quase não há e por isso não devemos ir a Espanha para (em casamento segundo a santa igreja) trazelas para cá.
    O próprio governo Português está a colaborar com esta política ambiental, eliminando a maternidade em Elvas para permitir o nascimento de futuras "gajas boas" em espanha.
    É quase como o Lince.

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  5. Facam mas é a ponte na Ribeira do Vascão.
    E o resto da estrada do Monte Gordo até Mértola...

    Deixem lá os espanhois e o Pomarão sossegados.

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  6. o outro cateto07/04/06, 23:06

    Ambientalistas? Quais ambientalistas? Mas isso existe? Ou são meia dúzia de oportunistas com gordos ordenados, botas Timberland mais umas roupas muito in e melena por pentear?
    Eu dava-lhes os ratos e a paisagem!

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  7. É que isto é muito grave. Que legitimidade têm esses srs.ambientalistas para terem tanto poder? Ninguém votou neles! não estão legitimados e, no entanto, estamos à sua mercê. Já há quem chame as estes novos poderes os neofascismos. E muito bem! Está tudo farto da maneira enviesada como tratam as questões ambientais. Impõem-se sem que ninguém perceba porquê. A única perspectiva que conta é a deles e é animada por razões que, cientificamente, deixam muito a desejar. São insuportáveis nas preocupações extremistas, higienistas, caprichosas, invasivas e arrogantes que manifestam. Quais foram, desta vez, os motivos invocados?

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  8. Mas qual paisagem?! Então, a ser assim, a própria barragem não “estragou” a dita paisagem? Deve ser mas é para não atropelar uma dúzia de lagartos e outras tantas lagartixas que por certo haverá para aquelas bandas. Esses ambientalistas deviam estar quietos, sabe-se lá quantas formigas não têm pisado (coitadas das formiguinhas)!!! Isso não vêem eles.

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  9. A acessibilidade e a facilidade de contacto para as populações que uma ponte entre as duas margens do Chança, para mais numa região transfronteiriça, irá proporcionar; o desenvolvimento económico e a valorização imobiliária que poderá trazer ao local e finalmente a glória que representa vencer a teimosia dos espanhóis com a sua própria ajuda (primeiro não autorizaram a travessia sobre a barragem e depois constroem-nos uma ponte muito jeitosa mesmo em frente da sua barragem) não podem justificar uma intervenção a qualquer preço.
    Antes de mais deve acreditar-se que existe sempre mais que uma solução para o mesmo problema e que não é de todo correcto impor soluções, com impactes profundos e irreversíveis, sem conhecer quais os seus efeitos concretos a médio e a longo prazo.
    Vive-se um tempo de grande valorização do ambiente e da paisagem como importantes recursos para o nosso desenvolvimento, no presente mas também para o desenvolvimento das gerações seguintes. A participação pública e o respeito pelos valores naturais e ambientais não podem mais ser somente palavras do discurso político, de apresentações bonitas ou da Agenda 21, mas têm efectivamente que ser práticas eficazes da nossa governação local e da nossa comunidade.
    Importa por isso dar a conhecer o projecto da ponte e todos os seu impactes, deixar falar as várias sensibilidades e interesses, impedir que todo o processo se resuma ao aspecto económico-finaceiro de quanto custa o quê e quanto tempo demora a fazer, se é neste ou noutro mandato.
    Trata-se de matéria muito séria, talvez a mais importante que se tratou em Mértola nos últimos anos e que poderá deitar a perder toda uma imagem construída de Mértola - Natureza e Património, e neste aspecto também por responsabilidade dos espanhóis que incompreensivelmente não consideram este valores em vizinhança com o Parque Natural. Para eles o valor ecológico e paisagístico do Guadiana e das suas margens parece ser irrelevante, o contra-senso de uma ponte na frente da descarga e do paredão de uma barragem não importa? e o património edificado do antigo porto mineiro do Pomarão não lhes diz respeito? talvez do lado espanhol a região seja mais deprimida e o Guadiana pouco lhes diga para o desenvolvimento do seu território.
    Certo é que os fins não podem justificar os meios, e que outras alternativas são de considerar e dar a conhecer aos interessados, pois poderão alcançar o mesmo fim sem prejudicar os recursos e os valores naturais e ambientais, que devem ser garantidos às gerações seguintes. Isso sim será o desenvolvimento em sustentabilidade.
    Por fim impõe-se o seguinte tema para reflexão: Um território, um rio, duas margens. De um lado um Parque Natural – grande valor para o turismo e para o desenvolvimento económico mas com regras a respeitar. Do outro lado, a mesma paisagem, o mesmo habitat, mas sem regras e sem conceitos a respeitar – uma estrada será feita a meia encosta e ao longo do rio, na vertente verde grande socalcos surgirão e o Guadiana parecerá o Douro? Estamos mesmo na União Europeia?

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  10. é mais uma promessa eleiçoeira que este executivo nos fez e que está condenada ao fracasso e agora querem que nós acreditemos que a culpa é dos ambientalistas.
    O fracasso é político e é deste executivo camarário.
    Vão enganar moços pequenos para outro lado.

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  11. @anóniomo das 9.36
    Talvez seja esse o objectivo dos teus amigos ambientelistas ó chico esperto e é isso que me preocupa que um objectivo politico dite posições ambientais.

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  12. sr(a)papu com a sua resposta não engana ninguem:Parque natural, Defesa Patrimonio?
    Sabe qual a diferença entre nós e os Espanhois?Pobreza meu amigo(a),Pobreza de espirito e de iniciativa.Assim nunca chegaremos a lado nenhum....

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  13. A diferença entre nós e os espanhóis é precisamente a chico-esperteza que temos que combater, a qual também nos é muito cara.
    Nunca como nos últimos dez anos se assistiu a tamanho idolatrar do país vizinho. É preciso lembrar: "de Espanha nem bons ventos nem bons casamentos".
    Se tanto vos agrada a Espanha então têm bom remédio, vão para lá morar e trabalhar e tudo será mais fácil pois já não terão que lutar e defender os interesses do vosso país, porque alguém já o fez em Espanha e será mais confortável recolher apenas os benefícios.
    Hipocrisia e demagogia são as especialidades de quem nos dirige, pelo menos desde o 25 de Abril, senão vejamos:
    Qualquer pessoa intelectualmente honesta sabe e conclui que as razões do nosso atraso relativamente à Europa e à vizinha Espanha são os seguintes:
    1. Instabilidade politica com sucessivos governos em alternância e em contra o anterior;
    2. Falta de sentido de estado e de visão estratégica no desenvolvimento, em detrimento dos interesses partidários e pessoais;
    3. Desvalorização dos recursos humanos com exploração do nosso sub-desenvolvimento económico p/ pagamento de baixos salário em vez de apostar na I&D;
    4. Politicas baseadas no dividir para reinar, no sistema de promoção de boys e na selecção e mérito por cunhas;
    5. O que é estrangeiro é sempre melhor que o nacional, sobretudo agora se for espanhol;
    6. Por último e para não me alongar mais – incapacidade na gestão e na organização de quem nos dirige, principalmente no sector público. Os resultados não enganam e estão aí a comprovar, pois nem com resmas de jackpots em fundos da União Europeia conseguiram inverter o atraso do país e o deficit público que nos condiciona a todos.
    Assim é. A participação pública sim senhor, mas falar sobre os assuntos abertamente dá cá uma trabalheira e depois aparecem sempre uns quantos com umas ideias incómodas que não dão jeito nenhum e podem atrapalhar o nosso propósito. Enfim o melhor é parecer que se participa para cumprir esse desígnio mas o que interessa mesmo é levar por diante a nossa ideia e o resto são balelas.

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  14. Já agora talvez fosse boa ideia apresentar uma maquete real ou virtual em 3D para visualizar a inserção da ponte, abrangendo a barragem, a aldeia e a margem do rio com a implantação da nova estrada do lado espanhol.
    Também seria muito esclarecedor explicar que tipo e volume de transito se espera (pesados também?) e quais os impactes em termos de ruído e poluição para as habitações adjacentes. E por último qual o dispositivo de segurança previsto para a barragem em caso de ruptura ou descarga violenta e como é que a ponte se relaciona com esse cenário. Por outro lado quais as razão para a não adopção de alternativas, nomeadamente a montante da barragem, as quais serviam o mesmo fim embora sem afectar uma zona sensível.

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  15. Ja esperava por estas dos ambientalistas... Mais uma para travar o desenvolvimento no concelho. Será que quem está por traz deste movimento, nao foram os mesmos que deixaram atrasar este concelho durante anos? Amigos, nao interessa o concelho ter muito movimento, novas pessoas, novas ideias... querem-nos é todos de olhos fechados para so uns quantos se governarem...Basta de tanta protecção!
    "Em terra de cego quem tem olho é rei"

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  16. @arkytetu
    Podia informar-me quem é o dono da obra?

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  17. penso que a Deputacion de Carreteras de Huelva e a Câmara de Mértola

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  18. É com o coração apertado que fico quando penso na extinção das espécies e de todas os atentados que o homem comete, diariamente. É com os valores da preservação e conservação do ambiente que procuro viver e que, sempre que posso, transmito. E, nesse sentido, considero-me ambientalista (mas não dos timberlands). Mas fico com o coração mais apertado, ainda, quando vejo a actuação de certas pessoas a quem chamam ambientalistas. Não sei se é por fazerem disso o seu modo de vida, se é fruto de influências partidárias, o certo é que o equilibrio da biodiversidade, para eles, parece que não inclui a espécie sapiens sapiens! É uma tristeza! Ah! Espanha tem muita e boa investigação! São os ventos de lá que me trazem bom material de estudo. Sempre que procuro assuntos em matéria de ambiente, é em espanhol que leio. Porque será? Pergunta-se, também: Como conciliar o lobbie ambientalista com os vardadeiros valores que interessam à defesa do ambiente?

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  19. Quem está a favor da construção da ponte tambem, pode fazer uma pekena manifestação... Vamos ver quem vence?
    tantas problemas que precisavam dos ambientalistas para serem resolvidos e eles nunca aparecem...
    Nao sejam tao radicais!

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  20. ambientalistas, nacionalistas, patriotas, neofascistas,
    de que valem contra a vontade do Povo ou de quem o está a representar? nada, se soubermos exactamente que caminho "trilhar".
    Quais são exactamente os motivos ambientais evocados?

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  21. Parece-me que o interessante seria discutir: qual o interesse na ponte; que vantagens, que desvantagens; quem seriam e quantos os utilizadores e quais os seus objectivos; que benefícios para o concelho; que fomento para o intercâmbio cultural, comercial...; quanto custa a melhoria das vias de acesso a essa ponte...etc

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  22. papu
    Onde está a maquete "real ou 3D" apresentada pela Deputacion de Huelva ou INAG espanhol, apresentada à População de Pomarão e Câmara de Mértola, aquando da construção da barragem e quais os dispositivos de segurança existentes em caso de ruptura ou descarga violenta da barragem? Onde está a sensibilidade para com os residentes em Pomarão?
    A minha opinião é a de que Primeiro nós e o nosso Desenvolvimento, e se possível protegendo as espécies animais e flora existente, a não ser possível (e para os ambientalistas nunca é suficiente) a supremacia será sempre "nossa".
    É no mínimo estranho que se atrase o desenvolvimento que essa "passagem" virá trazer num concelho subdesenvolvido a quase todos os níveis onde as obras páram porque existem achados arqueológicos, onde não foi ainda permitida a construção de uma grande superfície, onde as estevas e eucaliptos são mais importantes que lotes de terreno para construção, e de onde a pouca população se está a afastar de dia para dia.
    Sem vontade política nada irá para a "frente" (pondo de parte os estudos prévios e de viabilidade).
    Os tempos já não são o que eram e hoje toda a gente acede a uma "carrada" de informação num piscar de olhos, por isso juizinho porque o Povo já não é "burro".
    Vivam as "buenas mujeres” ...

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  23. Hum! Querem ver que o que está por detrás de tudo isto não são ambientalistas mas as mulheres cá desta margem com receio das "mujeres" da outra margem?;))

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  24. Mas afinal, quem são as entidades /organismos que estão a movimentar estes protestos/manifestos...?

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  25. @Tokyo

    Vá lá...dê uma achega nos esclareciemntos... De quem é o projecto...quanto vai custar..que obras estão previstas nas estradas de acesso para o volume de tráfego que iria (irá) aumentar, supõe-se.

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  26. Borges_Nefasto18/04/06, 12:04

    os ambientalistas em Portugal tem excesso de poder.As suas opiniões e os seus pareceres é que contam.Também é verdade que em muitas coisas até tem a sua razão,e todos nós sabemos que o ambiente deveria ser politica de todos e não só de alguns.Agora andarem a fazer birras por tudo e por nada,está errado.Esses senhores do "ambiente" são demasiado fundamentalistas,por isso,nunca vão entender o que são as necessidades das populações,nem o que é o desenvolvimento de uma região ou mesmo do pais.Claro,o ambiente deve ser protegido mas não é porque um cão com 6 pernas decide passar todos os dias no meu quintal que me vão proibir de construir um anexo.

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  27. Amigo Borges
    Um cão com 6 pernas até lhe dava o direito de construir um pavilhao de protecção às espécies raras...e a cobrar entradas ia ver que lhe dava resulta proteger uma espécie tão invulgar da raça canina.
    :))

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  28. @anonimo das 10:32 de 17/04

    Não estará a querer dirigir-se ao arkytetu?
    Se bem reparou eu “ainda” não entrei no debate sobre este tema.

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  29. papu
    acabou-se o "pio" ?!

    responda à pergunta do anónimo de dia 12/4/06 1:30 PM !

    Quando o fizer continuamos o "debate".

    cumprimentos

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  30. Borges_Nefasto19/04/06, 15:37

    @anonimo,
    Gostei dessa!

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  31. A ponte do Pomarão é um assunto interessante para discussão. A dita ponte (ou travessia da Barragem) sempre foi, e bem, cavalo de batalha para muita gente, sempre foi bandeira de agitação politica e critica ao imobilismo dos poderes públicos. A Junta de Freguesia de Santana até lá colocou, com pompa e circunstância, uma placa a reivindicar a dita passagem.
    Afinal quando o problema estava resolvido e a obra pronta para ser lançada, aparecem uns quantos senhores que em nome do ambiente dificultam as coisas e obrigam ao adiamento da obra. Um dos mentores deste movimento contra a ponte é o Sr. Luís de La Rasilla em nome duma “Universidade do Atlântico”. Esse senhor atracou o seu barco de luxo no Pomarão, “acampou” no cais e disse ao que vinha, impedir a construção da ponte do Pomarão.
    Não percebi ainda é quem cá no nosso burgo mudou de opinião e agora é contra, e se a opinião se alterou apenas por interesse politico ou por convicção ambientalista. Seria muito importante que as entidades que normalmente representam os interesses ambientais do Concelho clarificassem a sua posição.
    Eu pessoalmente penso que esta atitude é um entrave ao desenvolvimento, um insulto aos mertolenses e uma afronta ás gentes do Pomarão.

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  32. Borges_Nefasto20/04/06, 15:22

    ..Não há duvida que a opinião mudou por interesse politico.Esse Espanhol e mais uns quantos Portugueses que se dizem defensores do ambiente têm que arranjar motivos para existir como organizações,ou seja,tem de mostrar trabalho para não perderem os seus financiamentos.Ja para não falar em certos lobbys que...è melhor nem falar.

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  33. Penso que os entraves surgem mesmo de dentro de Mértola. "Politicas" Nao fizeram pk nao tiveram "TOMATES" agora temos de embargar. "Mudam-se os tempos mudam-se as vontades" Mas não vao ganhar. Isso garanto eu e mais uns quantos...
    Quanto ao Sr Espanhol com o barco de luxo? Ele á ambientalista???? Muito me admira. E o seu barquinho a remos para não poluir as aguas do guadiana???? AHHHHHHH que pena! Quem lhe diria que aqui somos burros?
    Tantas perguntas que tenho a fazer...

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  34. MAIS UMA VEZ OS COMENTÁRIOS DA DUPLA DUPONT E DUPONT FAZEM MOSSA ESTAREMOS AQUI PARA VER O QUE DIRÃO NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES SOBRE AS PROMESSAS QUE ERAM: AGORA SIM VAMOS TER FINALMENTE A PONTE NO POMARÃO QUE ESSES TENEBROSOS COMUNAS NÃO QUISERAM FAZER E QUE ANDARAM SEMPRE A ADIAR OU MELHOR NÃO TINHAM CAPACIDADE PARA A FAZER.
    DESCULPA-TE AGORA COM O ESPANHOL ECOLOGISTA.

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  35. Só deve gostar daquelas que têm muito conteúdo aconselho-o a que publique ou melhor faça alguma referência à notícia hoje do correio da manhã acerca das descargas dos residuos das fossas de Penedos na ribeira do vascão e que vêm atribuir a hábitos antigos.
    Olhe será que os culpados de nós morrer-mos serão os cromagnons ou os neardenthal.Deixem-se de demagogias bacocas.

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  36. @anónimo da 2.37
    É bem provável que esse venha a ser tema de um artigo no Blog, coisa que você próprio poderia fazer se estivesse inscrito e desse a cara.
    No entanto essa sua referencia não retira uma vírgula à realidade que parece querer escamotear de que AS OBRAS DA PONTE ESTÃO ATRASADAS DEVIDO À INTERVENÇÃO DE “AMBIENTALISTAS”, agora se eles são perigosos comunas ou não talvez você nos possa esclarecer.

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  37. Ainda gostava de saber o pq de não se dirigirem especificamente ás pessoas ou entidade em concreto, em vez de mandarem bocas foleiras sobre os senhore ambientalistas ou os barcos. Deixem-se de politiquices manhosas e ponham mesmo é mãos á obra. Não se ofendam uns aos outros, pois todos nós pecamos. E quem não pecou um dia que atire a primeira pedra. É por isto qu este mundo não anda, é só egoísmo, e ver quem faz mais e melhor. POR FAVOR

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  38. Basta de hipocrisias. Vamos falar verdade e frontal.
    As opiniões rectro na sua esmagadora maioria vêem com bons olhos a construção da ponte que reflecte a vontade da população local.
    Os outros (muito poucos) que defendem o contrário são os mesmos de sempre.
    Senão vejamos: Uns por razões politicas e que pertencem ao passado recente que tentaram abrir a fronteira e não conseguiram tudo fazem agora para impedir que o êxito seja associado a esta Câmara.Outros que são os mesmos que fizeram o Parque Natural, Defendem a Rede Natura, que ao encontrar uma pedra igual a tantas outras querem deixá-la no mesmo sitio para que por exemplo um a residencial não se amplie.Numa palavra são s defensores do patrimonio e ambiente mas cujas regras de restrição são para os outros.Quando fôr para eles as regras têm que ser outras.Exemplos construção da habitação de um conhecido arqueologo e construção do edificio da ADP que destruiu o prédio mais tradicional no Largo em Mértola.
    A população de Mértola e da fregues. Santana deveria saber quem são os que se escondem detrás
    detrás daquele Espanhol com jaguar que quer obstruir o desenvolvimento da freg. Sanatana e do Concelho de Mértola.
    Mas em breve vão ser desmacarados os detractores que a coberto do ambiente querem pôr em causa a luta pela desertificação.
    As argumentações do anonimo das "9 36 e do "Papu" não são mais do que empatas.Calcule-se que um deles até equaciona o rebentamento da barragem. Pobrezitos..

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  39. Luis de la Rasilla
    Tel: 0034 649640707, Fax: None
    Email: luisdelarasilla@hotmail.com

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  40. http://www.proyectointersur.org/rasilla.htm

    Pesquisem e vejam com atenção este site para conhecerem melhor, quem está contra o desenvolvimento, ou melhor quem esta interessado em que isto se mantenha como está,

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  41. o anónimo das 8:18 am

    DEVES SER DA PIDE.

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  42. Se ele fosse da Pide não vinha pra qui dar o endereço do Espanhol, is lá e à socapa "interrogava-o"!

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  43. Caro autor do Blog:

    é da sua responsabilidade manter alguma qualidade e sensatez no tipo de comentários apresentado

    sinceramente, 90% dos comentários apresentados neste post são disparatados ou insultuosos

    assim não vamos lá...

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  44. Esta questão, discutida sob a capa de ambientalistas, mas espicaçada pelos partidos da extrema esquerda quer portugueses, quer espanhóis, tende miserávelmente a cair no disparate! Tal como a maioria das questões em que entram estes pseudo-ambientalistas. Eu coloco apenas uma questão, com vista a obter respostas de ambientalistas: como seria o mundo (e ao caso o país) sem pontes, sendo mais que certo que todas elas tiveram impactos profundamente desequilibradores no meio ambiente onde foram edificadas? Pontes 25 de Abril, ou Salazar se preferirem, Vasco da Gama, de Mértola, de Santa Margarida do Sado, da Ribeira de Terges e Cobres, etc, etc, etc. Será que sem elas tinhamos um país melhor? Mais evoluido, mais respirável, com mais parques naturais, mais natureza selvagem, menos acessos e portanto menos controle nos incendios??? Se assim é porque não andam os senhores ambientalistas numa biciclete e com o barquito de borracha para fazer frente às dificuldades naturais sem incomodar uns peixinhos? Ponderação, faz-vos falta muita ponderação! Isto não é POLÍlICA é bom senso!

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