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terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Cartaz do Festival Islâmico 2009


41 comentários:

  1. No meio de tanta celeuma e de tanta má vontade de algumas pessoas (uma minoria, decerto) em relação à arqueologia em Mértola fico contente ao ver que se escolheu uma talha do período islâmico para o bonito cartaz do Festival. Mais ainda quando julgo ter uma ligação próxima a esta talha: é, salvo erro, uma peça que o Teixeira, o Miguel Rego e eu escavámos no já distante Verão de 1992.

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  2. Com Mausoleu ou sem Mausoleu?

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  3. Como é que Santiago Macias sabe que se trata de uma minoria?
    Aliás, é caracterísitico das minorias impor a sua vontade às ...maiorias.

    Mas, entendamo-nos: ninguém está nem esteve contra a arqueologia em Mértola.

    Não há má vontade nenhuma, ao contrário do que escreve Santiago Macias. Mértola deseja manter a sua memória histórica. Mas o que certamente não gosta é que tentem escavacar a vila, para satisfação do umbigo de alguns.

    São precisas provas científicas de que o achado da rua principal tenha um valor arquelógico excepcional. E não tem. O tempo o dirá.

    É preciso dizer que nem Cláudio Torres nem a sua equipa "descobriram" Mértola. Nem tão pouco a puseram no mapa, como já é habitual dizer-se.

    Não tendo descoberto Mértola, também não descobriram a Mesquita.
    Apesar do regime fascista, foi nos anos 50 que o monumento foi restaurado, devolvendo-se-lhe, tanto quanto possível, a traça original.

    Cláudio Torres e a sua equipa prestou assinaláveis contributos à vila. Há iniciativas dignas dos maiores encómios, como por exemplo, o Museu Islâmico e o indiscutível bom gosto que soube imprimir aos demais núcleos muselógicos.

    Mas a mesma equipa contribuiu também para ofuscar a monumentalidade da velha Escola Oficial. Quem por lá andou não gosta do que agora vê!

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  4. Muito bonito o cartaz.
    Sem dúvida que o papel da arqueologia em Mértola é fundamental e é bom que se reconheça isso.
    É bom que se reflicta bem e não se criem discussões inúteis em torno de obras em curso.
    O que será importante no futuro não é se as obras demoraram mais um mês ou menos um mês, o importante é que se tomem as decisões mais acertadas, que Mértola continue a valorizar o seu património, pelo qual é reconhecida internacionalmente, e que o consiga conciliar com o bem-estar da população.
    Seguramente no futuro Mértola recolherá o fruto deste investimento.
    António Medeiros

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  5. Bom dia de novo

    A/O anónima/o das 2:22 tem aquele perfume do despeito de que tanto gosto. Melhor que este aroma só aquele que um amigo meu, meio amalucado, louvava (dizia ele "não há nada mais sensual que o cabelo de uma mulher a cheirar a sardinha assada"...).

    Em relação à excepcionalidade da descoberta desafio a/o amiga/o para uma debate público sobre a excepcionalidade do achado. Deixemo-nos de lado a reabilitação/musealização. Falemos de momento da questão científica. Fica feito o desafio. Salte lá para a rua pricipal ó Frank Miller!

    O "reconhecimento" do regime fascista em relação à redescoberta da mesquita chega a ser penoso. Dois momentos de facto importantes na redescoberta da mesquita: 1)A vinda a Mértola do já falecido Christian Ewert, em final dos anos 60; 2) A releitura das "Visitações da Ordem de Santiago", pelos meus colegas Joaquim Boiça e Maria de Fátima Barros, estudo que permitiu novas interpretações sobre o monumento.

    Mértola não precisa que ninguém a ponha no mapa. Mas fico sempre contente quando alguém algures me fala da vila.

    A monumentalidade da Escola Oficial? É uma opinião. Nada pior que ficarmos agarrados às nossas memórias, sem nada mais. E a intervenção do arq. Bruno Soares é (eis mais uma opinião) bem melhor que a escola em si. E tem dentro a única basílica de dupla ábside existente, em contexto urbano, na Península Ibérica.

    E, sim, continuo convencido que é uma minoria que, por convicção ou despeito, continua a criticar, mais a torto que a direito, a valorização do património feita na vila de Mértola. Paciência...

    Bom Natal!

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  6. Deixem-se lá de picardias, o importante é mesmo o que disse o Senhor acima sobre a conciliação do património e da vida do povo

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  7. A Santiago Macias

    Vejo que "afinou" com o meu post das 2:22! Não sei porquê mas tenho a persciência de que já postou por aqui como anónimo.

    É preciso ter algum humor. A banda desenhada, que você detesta, ou pelo menos utiliza como arma de arremesso, nunca fez mal a ninguém.

    Quanto ao desafio que me faz para "um debate público", seria uma coisa interessante se você ou eu estivéssemos na posse de fortes convicções ou de indícios plausíveis sobre a natureza do achado. Por enquanto, nada mais há do que palpites. E os palpites valem o que valem.

    Também eu palpito que o achado será uma coisa vulgar. A camada betuminosa que escondia o vosso «Martyrium» data dos anos 40. Antes do alcatrão havia naquela artéria (não falo na rua principal para não o magoar)um pavimento de brita e saibro, ou seja,o chamado macadame, segundo o que oiço dizer ao meu pai.Os edifícios construídos na "secundaríssima rua" de Mértola, os mais antigos, está bem de ver, rondarão os 100/105 anos. Era a "vila nova" e, antes disso, terras de pastoreio. O mais provável será tratar-se de construções rústicas destinadas, nomeadamente, a servir de abrigo a animais ou de armanezmento de cereais ou de alfaias agrícolas. A pouqíssima profundidade a que se localaiza o achado induz a supor, com o mais alto grau de probabilidade, que a construção em causa não fosse desconhecida de quem procedeu, pelo menos, à construção do macadame!

    Mas isto é, apenas, um palpite, tal como o seu, de resto.

    Quanto à mesquita: quem desvaloriza a intervenção que ali foi feita nos anos 50 demonstra um total desconhecimento do que era então a Igreja Matriz de Mértola! Santiago Macias não tem culpa por não ter conhecido, então, o monumento. A idade não é pecado. Pecado é, por simples razões de fundamentalismo ou de sectarismo,se quiser,desvalorizar uma dada obra ou reabilitação só porque foi feita durante a ditadura.

    Quanto à Escola Oficial: se bem entendi, o arq. Bruno Soares é melhor do que o produto da sua obra. Permito-me concluir que Bruno Soares será talvez um arquitecto sofrível e a Escola Oficial má. É isto, não?

    "Nada pior que ficarmos agarrados às nossas memórias"(...). Sob pena de se contradizer a si próprio, Santiago Macias deverá explicar-se: que memória? Quererá dizer-me que estou agarrado à memória da ditadura? Ou à memória que guardo da Escola Oficial de quando por lá andei?

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  8. Amigo Carlos Viegas

    Obrigado por esta divertida prenda de Natal. Ao publicares esta “opinião” (chamemos-lhe assim) alegraste bastante o meu 25.

    Vejamos:

    1. O “afinamento”.
    2. A minha falta de sentido de humor (???).
    3. A persciência ou presciência dos posts anónimos.
    4. O ódio (???) à banda desenhada.
    5. A arma de arremesso.
    6. O palpite.
    7. O macadame e o betuminoso e o saibro etc.
    8. O martyrium que, diz a/o especialista das 2:22, é uma pocilgarium ou um armazenarium ou lá o que é.
    9. A mesquita e o Estado Novo.
    10. O museu que é bom e a escola má ou vice-versa, mais o Bruno Soares que é mau ou bom ou vice-versa.

    Ou seja, com esta coisa tive direito ao meu momento “Monty Python” do ano de 2008. O que vale é que os delírios são engraçadíssimos e não pagam impostos…

    Minha querida amiga/meu querido amigo. No domingo estarei em Mértola. Depois de almoço vou ao sítio do costume (a Pastelaria Andreia e Sofia, passe a publicidade) para o café e o whisky do costume. Apresente-se. Apareça por lá. Dou-lhe essa chance para lhe explicar porque é que o sítio em questão é um martyrium.

    Quanto ao resto, a conversa fica por aqui. Como compreenderá, tenho mais que fazer que estar a toda a hora a responder a delírios.

    Bom Ano Novo.

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  9. É «martyrium», é «martyrium», é «martytium» (San Tiago dixit).

    Abaixo o Eixo Comercial, morra o Eixo Comercial, morra ...pim!

    Acho que a Câmara Municipal tem o dever, desde já, de convidar o Presidente Khadafi para, em cerimónia fúnebre de cariz islâmico, deslocar-se ao
    martírio mertolense, a fim de proceder ao resgate dos restos mortais dos seus antepassados Líbios, devendo a viagem de regresso ser efectuada por via fluvial e marítima, o que constituiria um passo importante para o renascimento do último porto do Mediterrâneo.

    Conviria que a trasladação tivesse lugar por ocasião do Festival, o que potenciaria a atracção de mais visitantes!

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  10. Boa, Dr. Santiago, já o arrumou.

    Tratava-se de mais um ignorante dos muitos que percorrem este forum.

    Deve tratar-se de um reaccionário, agarrado ainda às saias da mãe. E que saudades do fascismo não tem ele!!!

    E, depois, os elogios à "Escola Oficial", como ele lhe chama! Escola Oficial da ditadura, devia antes ele dizer!

    Se soubesse um pouco de História e de Arqueologia não devia falar da "mesquita" da maneira como o faz!

    Houve, porventura, alguma intervenção no monumento, nos anos 50? Alguma vez a ditadura quís saber da mesquita para alguma coisa? Népias!

    E que me diz do desdém com que fala do achado, apoucando o saber dos investigadores coordenados pelo Dr. Cláudio Torres?! Abrigo para animais ou armanezamento de cereais! Crassa ignorância!

    É preciso explicar a este néscio o que é o «martyrium» e que Mértola é muito mais importante do que muitos alguma vez imaginaram.

    A descoberta deste «martyrium» só veio confirmar as previsões dos cientistas arqueólogos que, no terreno e no silêncio dos seus gabinetes, à custa dos maiores sacrifícios e abnegações, pelo estudo e pela experimentação, tudo têm dado em prol do progresso cultural de Mértola.

    Falar àquele incompetente que houve cidadãos oriundos da actual Líbia e que falavam o grego e que escolheram Mértola como centro de negócios é a mesma coisa do que falar para uma porta! Jamais ele compreenderá isso. Falem-lhe na Escola Oficial ou no Eixo Comercial e ele abana logo as orelhas, pronto a bolsar as maiores barbaridades! Como se o futuro de Mértola dependesse do Eixo Comercial! Que miragem!

    O futuro está no «martyrium» e noutras descobertas que o precederam.

    E se nos lembrarmos de que coisas com alguma semelhança, repito, alguma semelhança, só poderão existir e mesmo assim hipoteticamente, na Síria e na Jordânia, não será isto motivo suficiente para o maior orgulho do povo de Mértola?

    Quem se atreverá,com recta intenção, a trocar o Eixo Comercial pelo «martyrium»?

    Podem vir dizer-me: os comerciantes e talvez os propietários dos imóveis...

    E mesmo assim duvido que tais pessoas aceitem a troca. Sem Eixo Comercial, ali fizeram fortuna os cidadãos líbios (originários) que, de tão ricos, até tiveram como destino final o «martyrium».

    Além de Meca, que é sagrada para o mundo islâmico, está nas nossas mãos fazer de Mértola uma verdadeira Meca de Portugal.

    Saibamos nós tratar do património, disponabilize-se a Câmara Municpal, o Igespar, o Ministério da Cultura e a vontade política dos nossos governates, aliando-se à competência dos nossos engenheiros e arquitectos e a obra surge!

    O meu muito obrigado à CMM, ao CAM e a todos os que se entregarem, de alma e coração, a estes grandes desígnios de Mértola, do seu concelho, do distrito e do Governo.

    Bem hajam!!!

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  11. Boa, Dr. Santiago, já o arrumou.

    Tratava-se de mais um ignorante dos muitos que percorrem este forum.

    Deve tratar-se de um reaccionário, agarrado ainda às saias da mãe. E que saudades do fascismo não tem ele!!!

    E, depois, os elogios à "Escola Oficial", como ele lhe chama! Escola Oficial da ditadura, devia antes ele dizer!

    Se soubesse um pouco de História e de Arqueologia não devia falar da "mesquita" da maneira como o faz!

    Houve, porventura, alguma intervenção no monumento, nos anos 50? Alguma vez a ditadura quís saber da mesquita para alguma coisa? Népias!

    E que me diz do desdém com que fala do achado, apoucando o saber dos investigadores coordenados pelo Dr. Cláudio Torres?! Abrigo para animais ou armanezamento de cereais! Crassa ignorância!

    É preciso explicar a este néscio o que é o «martyrium» e que Mértola é muito mais importante do que muitos alguma vez imaginaram.

    A descoberta deste «martyrium» só veio confirmar as previsões dos cientistas arqueólogos que, no terreno e no silêncio dos seus gabinetes, à custa dos maiores sacrifícios e abnegações, pelo estudo e pela experimentação, tudo têm dado em prol do progresso cultural de Mértola.

    Falar àquele incompetente que houve cidadãos oriundos da actual Líbia e que falavam o grego e que escolheram Mértola como centro de negócios é a mesma coisa do que falar para uma porta! Jamais ele compreenderá isso. Falem-lhe na Escola Oficial ou no Eixo Comercial e ele abana logo as orelhas, pronto a bolsar as maiores barbaridades! Como se o futuro de Mértola dependesse do Eixo Comercial! Que miragem!

    O futuro está no «martyrium» e noutras descobertas que o precederam.

    E se nos lembrarmos de que coisas com alguma semelhança, repito, alguma semelhança, só poderão existir e mesmo assim hipoteticamente, na Síria e na Jordânia, não será isto motivo suficiente para o maior orgulho do povo de Mértola?

    Quem se atreverá,com recta intenção, a trocar o Eixo Comercial pelo «martyrium»?

    Podem vir dizer-me: os comerciantes e talvez os propietários dos imóveis...

    E mesmo assim duvido que tais pessoas aceitem a troca. Sem Eixo Comercial, ali fizeram fortuna os cidadãos líbios (originários) que, de tão ricos, até tiveram como destino final o «martyrium».

    Além de Meca, que é sagrada para o mundo islâmico, está nas nossas mãos fazer de Mértola uma verdadeira Meca de Portugal.

    Saibamos nós tratar do património, disponabilize-se a Câmara Municipal, o Igespar, o Ministério da Cultura e a vontade política dos nossos governantes, aliando-se à competência dos nossos engenheiros e arquitectos e a obra surge!

    O meu muito obrigado à CMM, ao CAM e a todos os que se entregarem, de alma e coração, a estes grandes desígnios de Mértola, do seu concelho, do distrito e do Governo.

    Bem hajam!!!

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  12. quero a desejar a todoas as pessoas um feliz ano novo. e que deixe a pulitica para traz .................................................

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  13. Santiago
    Não aguentaste a pedalada. Desististe .Quem de contradiz está ao teu nivel neste área.Noutras estará muitos furos acima.Devias ter continuado a argumentar cientificamente. A discussão estava acima da média e merecia muito mais. Desiludiste-me Santiago quando fizeste o que outros fazem, à falta de argumentos procuramos outro caminho.
    Reata a discussão e voltarás a ter a minha aceitação.
    Bom ano para ambos

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  14. Ao Santiago
    A arqueologia de Mértola é todos nós-Mertolenses e Portugueses.
    Haverá por ventura alguns que estando no local não gostam de ouvir da boca de altos responsáveis do Campo Arqueológico, dizer: Cito- Agora sim é que isto vai mesmo parar.
    Não se pode com base numa descoberta que pode e deve ser importante registá-la e estudá-la servir de arma politica.
    O Campo Arqueológico não pode ser opositor da Câmara que sempre tem ajudado e continua a ajudar. Foi esta Câmara que nomeou o Claudio como Director dos museus e se deram passos importantes de autonomia.
    ´Também entendo que contra o arremesso de uma pedra não se deve mandar outra. Mas há uma coisa que temos de analisar, é a dimensão das pessoas que fazem o arremesso.

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  15. Como se diz em Moura: o anónimo das 12:45 é dos que gosta de "touradinha". Não há nada a argumentar, porque contra factos não há argumentos. É só ir ao sítio e ver como é. Nada mais. Bom ano de 2009 para si.

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  16. Ao anónimo das 12:54 nada a dizer no que se refere às armas de arremesso etc. Fala de um assunto que não chamei à discussão.

    Quanto ao Museu de Mértola seria tema para uma avaliação mais larga, que não cabe aqui.

    Uma breve nota: os núcleos do Museu de Mértola começaram a ser formalmente abertos em 24.6.1988 (não estou a incluir a exposição que ocupou a igreja da Misericórida entre 1982 e 1988), num processo que se consumou em Dezembro de 2001, com o Museu Islâmico.
    Participei em quase todos eles, em conjunto com muitos outros colegas, como autor e/ou coordenador dos catálogos, como gestor de projectos, ou através da participação de Mértola em projectos internacionais. Acredite, caríssimo/a, que conheço o dossiê Museu de Mértola como poucos. E, como sempre, desafio os teóricos-de-mesa-de-café a fazerem melhor.

    A Câmara de Mértola "nomeou" o Cláudio? Também era só o que faltava que não o "nomeasse".

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  17. Vi espreitar o forum e deparo-me com o Dr. Santiago deveras mal humorado. Suporta mal a crítica, vive mal com esta e só por isto transmite aos leitores um sentimento de insegurança (insegurança dele, bem entendido).

    Um arqueólogo, como qualquer investigador (concedo mesmo que seja um cientista)tem que viver bem com a crítica.

    O tom dos seus postais é de um azedume atroz! Ninguém insultou ou mal tratou o Dr. Santiago. No entanto, o modo como se dirige aos comentadores do Blog é, no mínimo, insólito. O mau gosto da "touradinha" com que se dirige ao comentador das 12:54 releva de pura irritação.

    Um homem da investigação arquelógica deve permanecer sereno, seguro das suas convicções e esclarecer a sua teoria sobre o achado com argumentos sólidos, substantivos e convincentes.

    Partamos do princípio que o achado é realmente um «martyrium". O que deveria fazer Santiago? Apenas isto: fundamentar a sua tese e pedagogicamente convencer os seus interlocutores, neste blog, da realidade do «martyrium».

    É um «martyrium» por isto,por aquilo ou por aqueloutro. Não o fazendo, até pode estar cheio de razão. Mas logo infunde nos seus leitores um motivo de suspeita.

    O Dr. Santiago não é com certeza mais amigo de Mértola do que os próprios mertolenses, que amam a sua terra e as suas gentes e que se orgulhem do seu património, ao contrário do que Santiago diz supor!

    Não havia necessidade de chamar Moura, sua terra natal,à colação, ainda por cima para despejar um "dichote" de mau gosto, supostamente acerca de um
    mertolense!

    A superioridade moral de quem tem razão não permite que em momento algum se perca a paciência. Não é próprio dos homens de ciência desafiar o pobre do comentador ou comentadores como que para um "duelo".

    «Salte cá pra rua principal, ó Frank Miller».

    A pretensa graça que quis fazer com o post das 4:03 PM do dia 26 é realmente inacreditável. Desculpe-me que lhe diga mas "abandalhou" a discussão (com a qual acabou de vez)e armou um cocktail de palavras em termos empateslados e totalmente retirados do contexto das observações de outro comentador, aparentemente com o único intuito de confundir depois de baralhar tudo. E os termos de «puclilgarium» e de «armazenarium» não foram nada prórios. Numa linguagem "solta" diria que "avacalhou" o debate.

    Um cientista não pode descer a isto e muito menos mandá-los para o sítio...

    E se essa ao que parece, é a sua conformação psicológica, não devia entrar neste Blog.

    Não acha natural que os comentadores, anónimos ou não, que aqui expendem as suas inquietações, que amam a sua terra mas que estão desejosos de explicações científicas acerca da natureza do achado, o Dr. Santiago não os tenha cabalmente esclarecido?

    "Que vão ao sítio"... Mas isto basta, Dr. Santiago? Não será capaz de explicar neste forum o que é o «Martyrium»? Quando e onde surgiu,em que época foi construído? Se já viu algum igual ou semelhante? Onde? É que o que li e que cito de memória é que "é único na Península Ibérica e em toda a Europa, e que poderá haver coisa semelhante mas só HIPOTETICAMENTE, na Síria e na Jordânia!

    Mas viu esses supostos monumentos?
    O Dr. Cláudio Torres já os viu?

    Sei que o Dr. Santiago já esteve na Síria. Mas viu lá alguma coisa de semelhante?

    Há cerca de dois anos e meio recordo-me de ter visto no jornal O Público uma espécie de notas da sua viagem à Síria onde se escreveu:

    " do ponto de vista físico, encontrei escassas correspondências com o que se vê no Ocidente. Ou seja, no Oriente encontram se as grandes matrizes artísticas e, depois, no Ocidente -como este ocidente longíquo que é, actualmente, o território português - temos as pequenas cópias provinciais daquilo que é a grande arte".

    Mas, afinal, digo eu, a grande arte está aqui em Mértola, no seu «Martyrium» e que se houver na Síria ou na Jordânia são coisas semelhantes, mas só HIPOTETICANETE.

    E eu volta a perguntar: viu lá disto, como diria o Evaristo?

    Ora sobre estas questões é urgente que o Dr. Santiago nos esclareça.

    É isso que nós queremos e ambicionamos saber. E para tanto o Dr. Santiago não deve enxofrar-se nem perder a paciência mas antes reduzir a escrito as sua reflexões sobre o achado, as bases de sutentação da sua tese e do Dr. Cláudio Torres, e, então, os comentadores agradecerão.

    Com arrogância e com um "dictat", jamais o conseguirá fazer. E se, em vez disso, fizer chacota com o saibro, o macadame e o «pucilgorium" e o betuminoso, não dá para esclarecer ninguém!

    Pense, medite e volte para junto de nós, com recta intenção. Acredite que seremos todos olhos!

    Bom 2009

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  18. Ao anónimo de 1-1-09, 3:49 AM:

    Belo comentário, só um mertolense seria capaz de escrever isto. Como eu gostaria de saber escrever assim. Parabéns.

    Bom Ano para todos.

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  19. Mais um/a heróico/a anónimo/a...
    Mas que isto está a ficar engraçado lá isso está.

    Falta de humor??? Ó meu caro/minha cara... Não aprecia o meu estilo? Paciência, problema seu.

    Fiz tudo o que podia/devia fazer: desafiei o anónimo para o um debate, até me disponibilizei para uma ida ao local, remeti para textos meus, já antiguinho um deles, onde se defende a existência de uma basílica na zona do Cine-Teatro. Sou de uma total disponibilidade. Vou é tendo pouca pachorra para disparates.

    O/a heróico/a anónima/a cita, descontextualiza e cruza referência de duas pessoas (o Cláudio e eu) sobre coisas diferentes. A isso chama-se DESONESTIDADE INTELECTUAL.

    Quanto às explicações não cabem na dimensão de um blogue. Os exemplos referentes às inumações "ad sanctos" são às centenas. O trabalho de síntese de Yvette Duval sobre uma parte (uma parte, repito) do Norte de África regista centenas (centenas, repito) de exemplos. Umas têm monumentos como este - o mosteiro de Santo Estevão, junto ao bairro de Dermech, em Cartago -, noutros o registo é apenas epigráfico. A ligação de Mértola ao Mediterrâneo Oriental está devidamente justificada na minha tese: os mosaicos da alcáçova para aí apontam.

    A conversa sobre o tema fica por aqui. Direi, enfim, que "reduzir a escrito" é tb uma expressão gira. "Reduzirei", claro, tal como tenho "reduzido" todos os meus trabalhos sobre Mértola. É uma forma de colocar a investigação à consideração de toda a comunidade.

    Questão derradeira: é o meu colega Virgílio Lopes quem tem conduzido os trabalhos e por isso qualquer publicação passará primeiro por ele.

    Antes que me esqueça, o livro acima mencionado é o LOCA SANCTORUM AFRICAE.

    Uf, já chega...

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  20. Se a postura e trabalo do Claudio é este como Director dos museus, penso que quem o nomeou dever+a ponderar a sua continuidade.Cláudio ser+a por ventura bom arqueolologo mas mau Director e gestor.
    Vai ter concerteza o mesmo destino que teve na p~essima experiencia do Parque Natural. Fico por cá para ver.

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  21. Que azedume e provocação vai por parte de alguns Mertolenses que amam a sua terra(Mértola) ou o seu concelho.Parece que os Mertolenses são apenas os que nasceram e foram criados em Mértola, quais princesas (ocas)do Guadiana.As vezes tenho vergonha de ter nascido neste Concelho. Pobres e mal agradecidos.Atacando o inatacavel e corajoso e frontal Santiago, chafurdando com o nome do Dr.CLáudio, como não serão comunistas, serão o quê, reaccionários da ala direita do P:S?, ou serão pessoas que não prestam mesmo para nada e rebentam com o sucesso do campo arqueologico e sua equipa. Haja vergonha e agradeçam o facto de homens como o Claudio, santiago e outros tenham vindo para Mértola, porque convosco os Mertolenses de gema, já andavamos a comer "charogaços.

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  22. O Dr.Santiago lembra-me aquele professor que, quando interpelado no decorrer de uma aula por um aluno que demandava explicações para um problema concreto, se esquivou a prestá-las, remetendo-o para os Textos de sua autoria que anteriormente publicara.

    Ora, se em qualquer grau de ensino é já de si criticável esta postura do "professor sebenteiro", que pensar dela no ensino universitário?

    E não é Santiago Macias professor de uma Universidade? Adiante...

    «Fiz tudo o que podia/devia fazer», diz Santiago, acrescentando: «desafiei-o para um debate e até me disponibilzei para uma ida ao local(...)»

    Claro que este modo de dialogar e debater releva mais de um espírito de "duelo" e de "ajuste de contas" que de uma serena troca de argumentos. Como que um afloramento do espírito de intolerância e de impaciência que parece caracterizá-lo, aliás confessadamente: « (...) vou tendo pouca pachorra para disparates».

    Não se amofine, Dr. Santiago, olhe que isto não é só uma questão de «estilo» como diz no seu postal. É antes uma questão de não perder a linha e, em última análise, a razão que, provavelmente, até lhe assistirá...

    Quando alguém lhe pediu que reduzisse a escrito as suas reflexões sobre o achado, não se tratava, seguramente, de o convencer a publicar um livro sobre o martírio de Mértola mas, apenas, explicar aos comentadores que postam neste Blog a natureza e características do achado, o que nele se encontrou ou não, a que era remonta a sua construção, quem o mandou construir, etc. etc...

    Ora, isto que todos nós gostaríamos de saber, não pode o Dr. Santiago fazê-lo: primeiro porque «não cabia na dimensão de um blogue»; depois, porque «qualquer publicação terá de passar pelo colega Virgílio Lopes que é quem tem conduzido os trabalhos».

    Quanto ao primeiro argumento - "não cabia na dimensão de um blogue" -, o que se pede ao Dr. Santiago é que apele à sua capacidade de síntese e de concisão (o Carlos Viegas é, de resto, condescendente).

    No que se refere ao segundo argumento (tudo terá de passar pelo colega Virgílio), tenho alguma dificuldade em compreender porque se "atreveu", então, a participar neste blogue!

    Vamos agora àquilo a que Santiago chama, e a letras bem gordas, de DESONESTIDADE INTELECTUAL.

    Segundo Santiago, «o heroico anónimo cita, descontextualiza e cruza referências de dua pessoas (o Cláudio e ele, Santiago)».

    Pois. O que se está a ver é o desdobramento da Trindade, não Santíssima, da seguinte forma:

    a. Virgílio comanda a investigação;

    b. Cláudio fala à imprensa e aos meios de comunicação social;

    c. Santiago é o bloguista de serviço com incursões mais esporádicas na comunicação social.

    Pensava-se e continua a pensar-se, não obstante os reparos de Santiago, que a Trindade, não Santíssima, se reduz a um só rosto: nem Deus nem o diabo, mas apenas um ser humano, com defeitos e com virtudes, como disse Carlos Viegas. E essa pessoa, existente e temporal (ao contrário da doutrina católica)é o Dr. Cláudio Torres.

    Foi Cláudio Torres quem disse ao Diário do Alentejo (edição on line) que se trata «de um mausoléu ou de um "martyrium"» «Não há nada parecido em toda a Península Ibérica e em todo o Ocidente Meditarrâneo». «Haverá semelhanças,somente no Oriente do Mediterrâneo e HIPOTETICAMENTE (as maiúsculas são minhas)nas zonas actuais da Síria e da Jordânia».

    Dada alegada DESONESTIDADE INTELECTUAL, convido o Dr. Santiago (convido-o,não o desafio) a esclarecer:

    1. São correctas estas alegadas declarações de Cláudio Torres transcritas no edição electrónica do Diário do Alentejo?

    2. Discorda das alegadas declarações?

    3. Foram elas adulteradas por qualquer dos comentadores a quem pretensamente responde no seu último postal?

    Por outro lado, há cerca de dois anos e meio, li no jornal O Público estas alegadas declarações do Dr. Santigo após um visita que terá feito à Síria:

    " (...) do ponto de vista físico, encontrei escassas correspondências com o que se vê no Ocidente. Ou seja, no Oriente encontram-se as grandes matrizes artísticas e, depois, no Ocidente - como este Ocidente longíquo que é, actualmente, o território português - temos as pequenas cópias provinciais daquilo que é a grande arte".

    Pergunto-lhe, Dr. Santiago, se confirma estas declarações que o periódico lhe imputa.

    Se form exactas, onde está o cruzamento de referências, a descontextualização, a DESONESTIDADE INTELECTUAL? Onde?

    E onde a impertinência de lhe perguntar se viu por lá algo de parecido com o «marthyrium» de Mértola?

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  23. Pedido de desculpa aos leitores:

    No meu post das 9:14, onde digo entre parêntesis (ao contrário da doutrina católica) queria escrever: (ao contrário da doutrina da religião católica em relação a Deus).
    Aqui fica o esclarecimento.

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  24. Não vale a pena cansar-se mais... Ainda que não perceba a insistência em contrariar o óbvio. Será Vexa. um/a arqueólogo/a não consumado?
    Se me facultar a sua morada enviamos depois os resultados da investigação.
    FINIS

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  25. Sobre a importância da descoberta feita na rua principal não vou, obviamente, pronunciar-me porque não tenho conhecimentos cientificos para tal. Apenas, enquanto mertolense, gostaria que deixassem os investigadores fazer o trabalho deles, que, de resto, tem sido muito meritório.
    No entanto, como amiga e admiradora do trabalho que o Santiago tem feito e, porque não dize-lo, do Homem que é o Santiago, não posso deixar de lamentar todo este ataque cerrado que lhe tem sido feito. É que se fossem discussões sobre pontos de vista e assinadas eu até acharia de louvar, porque o debate de ideias é sempre enriquecedor. Agora ataques pessoais, francamente, é muita cobardia. Escreve, realmente muito bem, mas sabe, há outro tipo de formação mais importante. Podem dizer-se disparates de várias formas, mas nem por isso deixarão de ser disparates.E pior que os disparates que diz é o propósito com que o faz: denegrir a imagem do Santiago. E fa-lo com perfeita consciência e intencionalidade. Deixe de ser mesquinho, identifique-se e diga lá de uma vez por todas qual é o seu problema.
    Cumprimentos

    maria josé henrique

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  26. @anónimo das 3/1/09 3:24 AM (maria josé henrique)
    No que diz respeito aos anónimos estou de acordo contigo, de resto já falámos pessoalmente sobre o assunto. Mas devo chamar-te a atenção que pelo facto de escreveres o nome por baixo não deixas de ser anónima, aqui tens que estar inscrita para não o seres. Posso explicar-te porquê de uma forma bem simples.
    Queres ver quem assina este comentário??

    maria josé henrique

    (e agora quem sou eu?? - juridicamente não sou certamente a Maria José Henrique que eu penso assinou o comentário de cima)

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  27. Ao anónimo/a das 03:24 AM:

    Ataques pessoais ao Santigo, quem os fez aqui?

    Alguns comentadores pediram apenas explicações sobre o achado e a verdade é que Santiago não as forneceu.

    Em vez disso, mostrou-se mal humorado, remeteu para obras suas, mas, explicações, explicações sobre a matéria...nada!

    Ninguem tratou mal o Dr. Santiago.

    Foi apenas confrontado com objecções ou observações, se quiser, às quais respondeu com "dichotes" de mau gosto e com manifesta falta de paciência.

    O Dr.Santiago, tanto quanto sabemos, está integrado numa equipa de arqueólogos, dos quais fazem parte, com maior visibilidade, Cláudio Torres e Virgílio Lopes.

    E agora repare: Cláudio Torres disse aos meios de comunicação social que o achado (o martyrium)é único no Mediterrâneo Ocidental.

    Mas Santiago já disse neste forum que há deles às centenas no norte de África, tendo até dado o exemplo de Cartago (Tunísia).

    E pergunto-lhe a si, ou a quem quiser por si responder, se o Norte de África é Mediterrâneo Oriental? Será?

    Não é: o norte de África é MEDITERRÂNEO OCIDENTAL. Se não o for, fará o favor de me explicar, está bem?

    Ora, o Dr. Cláudio Torres afasta a existência de martírios no MEDITERRÂNEO OCIDENTAL! Ao contrário de Santiago.

    Por conseguimte, ou eu não saberei o básico da Geografia, ou Cláudio e Santiago entraram em contradição!

    Por aqui já pode ver o caro comentador, a que respondo, se há ou não razões para as maiores interrogações acerca do achado:

    Vulgar ou excepcional no Mediterrâneo Ocidental?

    É bom que façam o seu trabalho (quem os impediu de o fazerem?).

    Mas também é bom, uma vez que utilizam este forum (o Dr. Santiago, pelo menos)se dignem de esclarecer cabalmente os mertolenses que participam na discussão.

    Podia assinar como José Maria Henriques, como V. fez!
    Continuarei com anónimo!!!

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  28. Bom fim de semana, caro/a anónimo/a.

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  29. Dr. Santiago Macias, deixe de atirar pérolas a porcos.
    Não deixe que insultem a sua inteligência, dê-lhes o seu desprezo.

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  30. Ao anónimo das 5:40

    À falta de argumentos, o insulto do costume...

    Coma, entretanto, as "pérolas"; por mim, prefiro o porco!

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  31. Andam por aqui muitos Pulidos VAlentes!!!

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  32. Ao anónimo das 3:43 PM!

    É preciso ter mesmo a mania da perseguição! O homem já se foi embora há tanto tempo e ainda pensa nele!!!

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  33. Ai é, foi H á muito tempo? Não me parece, Setembro n foi assim Há tanto tempo! Mas ele continua a mandar e a influência os técnicos da Cãmara Municipal de Mértola! Não sabiam???
    Jorge Pulindo Valente janta frenquentemente em Beja com vários funcíonários, chefes de gabinete, da Cãmara Municipal de Mértola. Claro que ficou a amizade e vão jantar sempre e assim aproveita para continuar a influênciar os que ele meteu cá dentro. E não faloo em nomes, mas se for preciso....

    -Cidadão de Mértola-

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  34. Sinceramente não resisti à publicação do comentário supra ... De fino recorte literário e assinado por um Cidadão de Mértola, o que nos deixa mais descansados e felizes. Mais ainda, e fundamental ele (sim por é um ele se fosse uma ela tinha assinada cidadoa) não fala em nomes, mas se nós pedirmos com geitinho sempre nos faz um agradozinho e bufa aí uns nomes.
    Muito sinceramente gostei deste comentário, acho que lhe vou dar o prémio de comentário do ano pois até tem tudo a ver com a cartaz do Festival.
    (preprara-te Carlos Viegas que na volta do correio vem mais um churrilha de insultos e asneiras)
    Lol :)

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  35. Tens razão Carlos. Tal como os Dupond e Dupont, eu diria mais... Registo o comentário do anónimo e ainda o teu, para fortes candidatos a prémio de comentário do ano. Com a consciência que o meu poderá chegar ao pódio.

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  36. E se tratássemos do tema do Post do Carlos Viegas?

    Ou da arte islâmica em Mértola?

    Ou do achado na rua Afonso Costa?

    Seria bem mais interessante, não?

    Nestas cabecinhas ocas nada mais reside do que a intriga, a suspeição, o espírito de bufaria, o despeito, enfim: a iletracia!!!

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  37. eu quero ser presidente da camára de mertola.resp 1 na corte-gafo de cima.2padaria flor do guadiana.3 sapataria rolha.4fagulha certo.5 outro iguala ele.6ja te disse.7 tamuge.8 satinho.9nao lhe vi ainda a detuça.10 niculau vendia sem ter conta.11esprente para o galinheiro logo vem apalavra-chave.12-continua o mesmo............................

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  38. saudosista06/01/09, 23:02

    e este post não era a propósito do festival islâmico?...
    bem me parecia!...
    anónimo do 6/1/09 4:54 PM: adorei esse comentário! (soltei umas boas gargalhadas). sei as respostas quase todas!... se calhar ainda penso em candidatar-me.

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  39. hoje estive a ver o boletim da camára.despertou-me a atenção que o srº-Presidente não comentou o lar de moreanes que foi inaugurado os meses passados que é uma obra do nosso concelho, mas apresentou os trabalhos da EN123 no cruzamento dos geraldos, coisa que não acho correto, porque pertence esta publicação á camâra de CASTRO-VERDE......................................

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  40. Talves por não se tratar ainda de um lar mas estar licenciado como centro de noite?

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  41. Ainda que assim seja, trata-se de um equipamento social de toda a importância, por isso não muda nada em relação ao que foi dito. Há tantas coisas com menos importância que aparecem no boletim porque é que esta não apareceu? Parece-me que todos sabemos a resposta: para não dar destaque ( merecido) ao Sr. José Rodrigues. A verdade é esta e não vale a pena tapar o sol com a peneira. Inventar que não tinha havido convite para a inauguração, quando estiveram lá a fazer discursos é simplesmente vergonhoso!
    Como diria o mui sábio Medina Carreira isto é tudo uma fantochada!

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