Lugar de informação, debate e opinião livre e responsavel em especial sobre Mértola e seu Concelho.
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
Férias Desportivas da Páscoa
O Clube Náutico de Mértola promove nas Férias Escolares da Páscoa uma iniciativa para jovens dos 6 aos 12 anos que pretende preencher o período de férias escolares proporcionando aos pais uma solução para a ocupação dos seus filhos.
A actividade sob a responsabilidade dos técnicos do Clube Marlene Santos e Roberto Mateus oferece entre 26 e 29 de Março e entre 2 e 6 de Abril das 08:00h ás 17:00h actividades desportivas e ludicas e ainda uma acção de iniciação á canoagem para aqueles que escolherem essa opção.
As inscrições decorrem entre 1 e 20 de Março na secretaria do Clube Náutico de Mértola podendo ser solicitadas mais informações pelos telefones 286 612 044 e 966 527 968 ou ainda por E-mail dir.nautico@gmail.com.
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
Canoagem Internacional em estágio no Concelho de Mértola
Estão neste momento em Estágio de Inverno na Pista de
Canoagem da Mina de São Domingos uma equipa Alemã do Clube de Potsdam e as
equipas Nacionais de seniores e sub23 da Polónia. Já anteriormente no mês de dezembro
estiveram na Mina de São Domingos os atletas Paralímpicos da Polónia. Também no
Centro de Estágio do Guadiana na sede do Clube Náutico na Vila de Mértola
encontra-se uma equipa de Jovens Austríacos.
Estes estágios comprovam a qualidade que as infraestruturas
que o Clube Náutico de Mértola com a forte colaboração da Câmara Municipal tem
vindo a construir e melhorar. Este ano foi acrescentado ás condições previamente
existentes um aceso á água para atletas deficientes uma plataforma para arrumação
de embarcações de competição e instalado um novo Ginásio na Mina de são
Domingos, este ultimo em parceria com a Câmara Municipal e o Grupo Duna Parque
que colabora igualmente com a componente hoteleira destas organizações no
Alentejo Star Hotel.
Já em Mértola os atletas utilizam as instalações do Clube
Náutico de Mértola e treinam no Rio Guadiana.
A equipa Polaca voltará a estar Na Mina de São Domingos em
Março e Abril prevendo-se ainda a vinda da equipa do Cazaquistão e possivelmente
Bielorrússia. Outras equipas já manifestaram interesse em se deslocarem para
Mértola e aqui realizarem os seus estágios.
Importante referir que este é um ano chave para a divulgação
das nossas condições pois realizam-se em Portugal os seguintes eventos
desportivos internacionais.
ICF CANOE SPRINT MASTERS CHAMPIONSHIPS
(MONTEMOR-O-VELHO 13 a 19 de Agosto)
ICF CANOE SPRINT & PARACANOE WORLD
CHAMPIONSHIPS (MONTEMOR-O-VELHO 20 a 26 de Agosto)
ICF CANOE MARATHON MASTERS WORLD CUP
& WORLD CHAMPIONSHIPS (PRADO – 3 a 9 de Setembro)
Desta forma o Clube Náutico de Mértola e a Canoagem continuam a
afirmar-se não só no campo estritamente desportivo mas também com uma forte componente
económica na área do Turismo desportivo reforçando Mértola e a região como
destino privilegiado para um nicho de mercado determinante para a
sustentabilidade do Turismo.
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
Glifosato o que é?
É o herbicida mais usado em Portugal, campeão de vendas na Europa e um caso de sucesso na América. O glifosato serve para matar ervas, mas esconderá outros perigos?
O glifosato é o herbicida mais vendido em Portugal e está a ser inalado e ingerido por muitos portugueses.
É na agricultura que o glifosato é mais usado. O herbicida foi inventado nos anos 70, pela multinacional americana Monsanto. Hoje em dia, só em Portugal, há mais de 20 marcas que comercializam glifosato. É um herbicida total, não seletivo – o que quer dizer que mata qualquer tipo de planta.
O alerta sobre os perigos do herbicida soou a mais de mil de quilómetros de Portugal, em França. A Organização Mundial de Saúde, através da Agência Internacional de Investigação para o Cancro, estudou o glifosato durante um ano.
Dezassete investigadores tomaram uma decisão unânime: classificar o glifosato como potencialmente cancerígeno.
O glifosato pode entrar no corpo humano através da ingestão de água e alimentos ou da inalação.
Em Portugal é no Instituto de nacional de investigação agrária e veterinária que são feitas as análises aos alimentos. Todos os anos são feitas análises a centenas ou milhares de amostras, consoante os planos.
O glifosato não está sozinho. Cada embalagem esconde uma mistura de vários químicos para aumentar a eficiência. Muitos escapam ao controle porque são considerados segredo da própria marca e nem sequer constam no rótulo. Para uma amostra de alimentos pesquisam-se muitas substâncias diferentes, faz-se um rastreio enorme em termos de moléculas para perceber se houve alguma contaminação. Nenhum desses parâmetros é o glifosato. O laboratório tem a competência técnica, mas ainda não têm a luz verde oficial. Falta uma acreditação que deve chegar ainda este ano.
As análises em causa são para já feitas nos Estados Unidos, para onde são enviadas as amostras. O laboratório escolhido é o de uma universidade na Califórnia. A RTP tem conhecimento da morada e dos métodos analíticos, mas a universidade exigiu anonimato. Está a preparar um estudo científico sobre o glifosato, uma investigação blindada às pressões externas que só deverá ser divulgada no verão.
Mas a ciência fala a duas vozes. De um lado as Nações Unidas, do outro a Europa. Milhares de estudos foram analisados pelas duas entidades. Já este ano um grupo de cientistas acusou a da EFSA (Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar) de ser parcial e de se ter baseado num relatório da própria industria, uma parte interessada.
Os maiores problemas com o glifosato estão nos países americanos, onde são cultivados alimentos geneticamente modificados – 80% dos chamados OGM são resistentes ao glifosato, o que quer dizer que uma plantação transgénica pode ser pulverizada com herbicidas sem que a cultura morra, só as ervas. Um jackpot económico que se traduz por altas concentrações de herbicidas nos cereais.
Estes transgénicos são por enquanto proibidos na Europa. Mas há um transgénico que pode ser semeado: a variedade de milho MON 181. E Portugal é um dos quatro países que cultiva OGM na Europa.
Nos supermercados, os produtos OGM estão sobretudo nas prateleiras de óleos alimentares, numa farinha de milho e numa maionese. Mas várias toneladas de milho e soja OGM entram todos os dias em Portugal. Vêm de barco e vão para as fábricas de rações. Mais de 90% da alimentação animal é feita de transgénicos resistentes ao glifosato.
Mas a qualidade paga-se. Os alimentos biológicos são, em geral, mais caros. E… serão suficientes para alimentar o planeta?
Notícia RTP.
Notas do Luís Alves:
É muito importante que os consumidores percebam que a questão do glifosato é apenas o levantar do véu sobre as mais de 3000 substâncias químicas utilizadas em agricultura convencional.
Entretanto, o Senhor Presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia, Doutor Eduardo Victor Rodrigues, anunciou na página de facebook do município a suspensão preventiva do uso do glifosato no espaço urbano e o desenvolvimento de um plano alternativo de deservagem urbana, o que para todos os habitantes do município é uma grande vitória.
sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
Caminhadas do Lince
Os Amigos do Lince Ibérico Fan Club Mértola realizaram a 1ª das “CAMINHADAS DO LINCE” - projeto que contempla a realização de caminhadas e ações de limpeza nos trilhos do Parque Natural do Vale do Guadiana e do Habitat do Lince Ibérico e também a admissão de novos fãs e a integrando ações de observação de aves, fauna e flora, fotografia de natureza, boas práticas ambientais e a descoberta de valores do território e das suas gentes e tradições como experiências gastronómicas e de artesanato.
A caminhada pelo percurso PR1 – Sapos foi muito entusiasmante, com o Guadiana ao Pés e um magnífico céu de nuvens brancas e sol brilhante. Foi possível visitar a estação da biodiversidade e observar a Garça-real, os Corvos Marinhos, a Águia de Asa Redonda e alguns passeriformes e também apanhar alguns espargos. Também houve mobilização para encher 4 sacos com lixo recolhido nas bermas, principalmente garrafas de plástico e latas de refrigerante os quais foram depositados no ecoponto no final da caminhada.
A experiencia gastronómica foi de valor com umas sopas de feijão de azeite na Taberna da Tia Luciana.
Parabéns ao jovem Francisco Janeiro, novo membro do Lince Ibérico Fan Club, que também participou nos cerca de 8 km de percurso com grande entusiasmo.
Esta iniciativa teve a colaboração da LYNXLANDS - lodging, nature & birdwatching RNAAT 926/2017 - Agente de Turismo de Natureza autorizado pelo Parque Natural do Vale do Guadiana, com um forte compromisso com o turismo sustentável e com a valorização da biodiversidade e do património natural e cultural da região, disponibilizando a logística e informação do percurso, o reforço alimentar e o seguro de acidente pessoais para os participantes.
Adiram ao próximo evento que é já no Domingo dia 21 e caminhem pelo Lince Ibérico!
CAMINHADAS DO LINCE #02 - PR9 Pulo do Lobo Amendoeira.
Ponto de encontro Café Guadiana pelas 08,30h
Saída 09,15h em viatura
Inicio Portão do Pulo do Lobo.
Almoço na Amendoeira
Por favor confirmem quem estiver interessado para o Rui Carvalho 934187455
(marcação de almoço)
(marcação de almoço)
“Novas descobertas Arqueológicas na Casa Cor de Rosa” - A população toma posição sobre o destino dos achados
Decorreu
ontem no final da tarde na Sede do Campo Arqueológico de Mértola, Centro de
Estudos Islâmicos e do Mediterrâneo integrada no Ciclo de Conversas uma reunião
com elevada participação popular sobre o tema “Novas descobertas Arqueológicas na
Casa Cor de Rosa” em Mértola. A conversa com apresentação e
moderação de Virgilio Lopes despertou acesa discussão sobre o tema, em
particular quanto ao destino a dar aos achados em causa, Estatuária e Ruinas.
Consensualmente
foi decidido endereçar á Direção Regional
de Cultura do Alentejo e á Câmara Municipal de Mértola um documento com o
seguinte teor:
Assunto: Novos Achados Arqueológicos em Mértola -
“Casa Cor de Rosa”
Nós, abaixo assinados, grupo de moradores de Mértola,
presentes na palestra realizada nas instalações do campo Arqueológico de
Mértola, em 18/01/2018, relativamente aos novos achados arqueológicos do
edifício “Casa Cor de Rosa” em Mértola, vimos por este meio solicitar a V.
Exas. Informação sobre o ponto de situação do exposto no relatório arqueológico
realizado pelo Campo Arqueológico de Mértola e sobre a solução prevista para os
achados e estruturas e a sua conciliação com o projecto inicial ou a sua
adaptação, tendo por motivação o interesse manifestado pelo colectivo em que
esta riqueza patrimonial permaneça em Mértola e integrada em projecto no local,
como mais-valia para dinamização cultural e turística, considerando ainda o
processo de classificação em curso, desta Vila, a Património da UNESCO.
Mértola, 18 de Janeiro de 2018
Agradecemos que a resposta seja remetida para o
primeiro dos signatários, na seguinte morada:
O documento recolheu assinaturas da maioria dos
presentes e será agora remetido ás
referidas entidades.
C Viegas
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
Ciclo de Conversas - Novas Descobertas Arqueológicas
O nosso Ciclo de Conversas incide, desta vez, na temática das novas e espetaculares descobertas arqueológicas na Casa Cor de Rosa em Mértola.
Este Ciclo de Conversas tem por objetivo divulgar o nosso património, as mais recentes descobertas e, sobretudo, falar e esclarecer algumas dúvidas sobre o trabalho que desenvolvemos no CAM. É um Ciclo de Conversas dedicado ao público em geral, em formato de conversa informal, estando aberto a todos os cidadãos que queiram participar.
O Ciclo de Conversas: “Novas descobertas Arqueológicas na Casa Cor de Rosa” será com Virgílio Lopes, no dia 18 de Janeiro, pelas 18h, na Sede do CAM, Centro de Estudos Islâmicos e do Mediterrâneo, junto ao Museu Islâmico.
Apareça!
in camertola
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
Bruno Afonso em Estágio da Selecção Nacional
O atleta do Clube Náutico de Mértola, Bruno Afonso volta a
marcar presença no Estágio da Seleção Nacional de Canoagem que decorre no CAR
de Montemor-o-Velho entre 15 e 20 deste Mès de Janeiro. O Estágio será dirigido
pelo novo treinador nacional, Jaralav Radon.
Telhados - Mina de São Domingos
#p3top #portugaldenorteasul #telhados
Uma publicação partilhada por Carlos Viegas (@carlosviegas59) a
terça-feira, 16 de janeiro de 2018
Poluição na Ribeira de Oeiras em Mértola?
Há cerca de um mês que a Ribeira de Oeiras, perto da foz em Mértola apresenta este aspecto. Até agora não ouvimos qualquer explicação das autoridades. Alguém sabe o que se passa?
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
Incompetência ou má fé? A propósito do último Prós e Contras
O Alentejo não é, hoje, felizmente, aquilo que a Fatima Campos Ferreira procurou retratar no ultimo Prós e Contras, como uma região esquecida, parada no tempo, de mão estendida, sem presente nem futuro. Nem o Alentejo no seu todo, nem as sub regiões que o constituem: o Baixo Alentejo e o Litoral, o Alentejo Central e o Alto Alentejo?
Fica por saber se FCF o fez por pura incompetência( já demonstrada várias vezes na falta de adequada preparação do programa) ou, intencionalmente(com que objectivos e a mando de quem?), por má fé! Seja qual for a explicação, esta "jornalista" prestou um péssimo serviço à televisão pública, ao Alentejo e ao país.
O Alentejo é, atualmente, uma das regiões do país que maior potencial de desenvolvimento apresenta e que, ao contrário do que se quis fazer passar e, apesar de algumas dificuldades e constrangimentos, está a explorá-lo e potenciá-lo de uma forma extraordinária e com excelentes resultados quer seja no sector agrícola, no agro industrial, no das indústrias aeronáuticas, extractivas e energética, no da energia fotovoltaica, no turismo, na investigação e inovação, na cultura, etc.
Para além disso, face à maior vulnerabilidade do seu território às alterações climáticas e aos consequentes processos de desertificação e de ameaça à sua riquíssima e bem preservada bio diversidade, o Alentejo soube capacitar-se e preparar-se para dar respostas adequadas, quer a nível local quer regional, a esses problemas nas suas diferentes dimensões. O Alqueva é o melhor exemplo da medida mais estrutural de adaptação que poderia ser tomada em termos, por exemplo, da gestão sustentável dos recursos hídricos. Lamentavelmente, FCF cortou a palavra ao presidente da EDIA, precisamente quando o ia explicar e, também, rebater as asneiras que estavam a ser ditas, nomeadamente com a defesa da pretensa solução de instalação de estações de dessanilização.
Poderia também ter sido dito que o Alentejo é a primeira região e a única no país que está a preparar estratégias regional e locais de adaptação às alterações climáticas, mas a jornalista não fez, convenientemente, o trabalho de casa.
Os exemplos positivos do desenvolvimento sustentável da região são inúmeros, diversificados e transversais a todo o território do Alentejo.
Que outra região do país consegue simultaneamente, preservar habitas que permitem reintroduzir uma espécie extinta, como o lince, e valorizar os recursos cinegéticos, ser campeã na produção de energia renovável e da exportação de produtos das refinarias, ser fornecedora dos mercados mundiais de novos produtos agrícolas de regadio e dos tradicionais do sequeiro e do montado, ser dos maiores exportadores de minerais metálicos e não metálicos e caso de estudo internacional de crescimento do turismo, valorizar a produção artesanal e inovar na aeronáutica e nas tecnologias da informação, desenvolver-se sem pôr em causa a sustentabilidade do território e a qualidade de vida das populações ?
Apesar do muito investimento público que foi feito em projectos estruturantes, cujos impactos positivos e os bons resultados estão à vista, obviamente que temos ainda carências e grandes problemas, designadamente, no que respeita às acessibilidades no Baixo, no Litoral e no Alto Alentejo. O caso da electrificação da linha ferroviária Casa Branca/Beja é, talvez, o mais gritante, quer porque foi deixado para trás, inexplicavelmente, quer pela sua urgência porque afecta directa e diariamente as populações do distrito de Beja.
Também o problema do despovoamento, várias vezes confundido no programa com desertificação, nunca teve nem ainda tem a atenção e a prioridade que devia merecer, embora tenha sido criado o PNVI. Mas este fenómeno não é exclusivo do Alentejo, nem sequer do país, e não tem solução milagrosa e imediata, nem se resolve apenas com investimentos em acessibilidades.
Fazer, a coberto das justas reivindicações dos alentejanos de mais e melhor investimento na região, um retrato miserabilista, deprimente e, sobretudo, injusto da realidade que aqui se vive, poderá servir a quem?
Finalmente, porque o texto já vai longo, mais algumas perguntas.
Que critérios foram utilizados para escolher os actores no palco? Porque relegaram para figurantes na plateia, alguns sem direito sequer a usar da palavra e outros a quem foi dado um tempo ridículo para intervir, o presidente da CM de Reguengos(anfitrião), o presidente da CCDRA, o presidente da entidade regional de turismo, a reitora da Universidade de Evora, etc.
Porque razão não esteve ninguém, ou não foi dada a palavra , a quem representasse o Norte Alentejano, o turismo, a academia, os núcleos empresariais, a autoridade nacional da água (APA), o ambiente e ordenamento do território, etc?
Quem é e que representatividade têm, para estar no palco e na plateia a usar da palavra, o dinamizador(desenquadrado e mal informado) e um mero associado(que chegou agora ao Alentejo e que só disse asneiras) da Melhor Alentejo, organização que surgiu recentemente e apenas tem no currículo a realização de uma única conferência em Beja?Que critérios foram utilizados para gerir os tempos de intervenção, dando palco a mais aos detractores e a menos aos valorizadores do Alentejo.
O Alentejo tem as suas raízes fortes no passado, sim, mas os olhos estão no futuro
Jorge Pulido Valente
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
Curso de àrbitros de Canoagem
A Federação Portuguesa de Canoagem
e o seu Conselho Nacional de Arbitragem (CNA) irão realizar dois cursos
iniciais de árbitros de canoagem.
Um dos
cursos será realizado, no dia 18 de Novembro, na região sul (Alentejo ou
Algarve), em local a indicar depois de verificada a proveniência da maioria dos
interessados.
Existe a probabilidade de o Curso se
realizar em Mértola sendo para isso necessário um elevado numero de inscrições provenientes
de Mértola. Por isso aqui fica o desafio. Descarregue a ficha de inscrição em:
Ou dirija-se á secretaria do Clube
Náutico de Mértola para efetuar a sua inscrição.
A SUA PARTICIPAÇÃO É DETERMINANTE e
pode iniciar uma carreira muito interessante que lhe pode permitir viajar pelo
país e numa fase mais avançada também pelo estrangeiro, participando ativamente
na vida duma das melhores modalidade portuguesas e que paralelamente tem forte
implantação em Mértola.
sábado, 28 de outubro de 2017
Jovem de Mértola apresenta projeto ao Programa Orçamento Participativo Jovem 2017
Clique aqui para aceder ao projecto na plataforma OPJ2017
Rafael Luz, um jovem de Mértola, atleta do Clube Náutico de Mértola apresentou um Projecto com a designação genérica.
Transportes da Canoagem - Mértola, Castro Verde e Almodôvar.
O projeto prevê uma solução para a dificuldade nos transportes desportivos do Clube Náutico de Mértola.
O projeto passará agora por uma fase de avaliação e se tudo correr bem passará á fase seguinte sendo a partir daí escolhidos os projetos a partir duma votação nacional que se processará online. Voltaremos a falar neste projeto principalmente se passar á fase de votação. Nessa ocasião contaremos com a participação de todos para votar e divulgar.
sexta-feira, 20 de outubro de 2017
Obrigado João Serrão e António Cachoupo
Caras amigas, amigos e colegas.
Chega hoje ao fim, um percurso em que tive a honra de desempenhar o cargo de vereador e vice presidente da autarquia de Mértola.
Foi um prazer percorrê-lo em vossa companhia e, em conjunto, contribuirmos para que Mértola seja, a cada dia que passa, um local melhor.
Gostaria de vos deixar a todos e todas o meu agradecimento, pelo empenho e dedicação demonstrados, em prol do desenvolvimento nosso concelho e da nossa população.
Por ora, ficarei a trabalhar na Fundação Serrão Martins, e desta forma continuaremos bem próximos.
Mais uma vez obrigado.
Beijos e abraços para todas e todos.
/João Miguel Palma Serrão Martins/
Partilhar porque entendo que no momento em que se comemora a vitória do Partido Socialista nas ultimas autarquicas é também importante dizer obrigado aqueles que agora saiem e que ao longo dos ultimos anos muito fizeram pelo Concelho de Mértola, com esforço pessoal e dedicação. Em termos pessoais e profissionais quero deixar aqui o meu obrigado ao João Miguel Serrão Martins e obviamente também ao António Cachoupo antes de mais pelo trabalho que desenvolveram mas também pelo companheirismo, seriedade e amizade que sempre me demonstraram.
Obrigado João Miguel
Obrigado António Cachoupo
Espero que continuem a andar por ai.
Carlos Viegas
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
Obrigado João Serrão e António Cachoupo
Recebi hoje um "mail" cujo
conteudo nao posso deixar de partilhar com todos:
Caras amigas, amigos e colegas.
Chega hoje ao fim, um percurso em que
tive a honra de desempenhar o cargo de vereador e vice presidente da autarquia
de Mértola.
Foi um prazer percorrê-lo em vossa
companhia e, em conjunto, contribuirmos para que Mértola seja, a cada dia que
passa, um local melhor.
Gostaria de vos deixar a todos e todas o
meu agradecimento, pelo empenho e dedicação demonstrados, em prol do
desenvolvimento nosso concelho e da nossa população.
Por ora, ficarei a trabalhar na Fundação Serrão
Martins, e desta forma continuaremos bem próximos.
Mais uma vez obrigado.
Beijos e abraços para todas e todos.
/João Miguel Palma Serrão Martins/
Partilhar porque entendo que no momento
em que se comemora a vitória do Partido Socialista nas ultimas autarquicas é
também importante dizer obrigado aqueles que agora saiem e que ao longo dos
ultimos anos muito fizeram pelo Concelho de Mértola, com esforço pessoal e
dedicação. Em termos pessoais e profissionais quero deixar aqui o meu obrigado
ao João Miguel Serrão Martins e obviamente também ao António Cachoupo antes de
mais pelo trabalho que desenvolveram mas também pelo companheirismo, seriedade
e amizade que sempre me demonstraram.
Obrigado João Miguel
Obrigado António Cachoupo
Espero que continuem a andar por ai.
Carlos Viegas
terça-feira, 17 de outubro de 2017
Alentejo: o Desafio da Sustentabilidade
A abordagem territorial nos processos de planeamento e desenvolvimento, tem vindo a revelar-se, em
detrimento da sectorial, mais adequada na construção de soluções para resolver os constrangimentos que se colocam à competitividade, à coesão e à convergência, bem como às dificuldades de implementação de novos modelos de governação e de desenvolvimento.
Tendo por base essa perspectiva, a CCDR Alentejo tem procurado, através da definição de estratégias regionais em vários domínios, obviamente, alinhadas com as nacionais, territorializar as políticas públicasgovernamentais.
No âmbito desse trabalho foi identificado como um dos desafios mais relevantes, designadamente, pela sua transversalidade, a sustentabilidade do desenvolvimento do e no Alentejo, nas suas diferentes.
Analisaremos, neste primeiro artigo, 3 dessas dimensões que interagem entre si e com as restantes: a demográfica, a ambiental e a económica. 1. Dimensão sustentabilidade demográfica Não sendo um problema específico do Alentejo, umavez que é comum a todos os territórios do interior e é já um fenómeno de dimensão nacional e até europeia, o despovoamento e o envelhecimento populacional na nossa região atingiram níveis preocupantes, senão mesmo dramáticos, dado que nalguns concelhos o limiar de ruptura já foi ultrapassado, verificando-se a extinção de núcleos populacionais, dos montes, num primeiro momento, e, agora, de aldeias para, em breve, se não houver uma intervenção mais profunda, estrutural, coordenada e convergente das políticas públicas, de vilas.
Numa região como o Alentejo em que o homem, as suas actividades mais tradicionais e a forma como ocupou e geriu o território, ainda são o guardião e os garantes da preservação dos recursos naturais e da paisagem, da sustentabilidade, é indispensável e inadiável, no mínimo, reduzir, senão suster, num primeiro momento, a perda demográfica para, numa 2ª fase, dar início a um processo de recuperação e rejuvenescimento. Nesse sentido, e não pondo em causa o mérito do Programa Nacional de Coesão Territorial, propõe -se a elaboração de uma Estratégia Regional de Mitigação e Adaptação à Baixa Densidade, alinhada com o referido programa e enquadrada numa política pública nacional de desenvolvimento regional, beneficiando, mas não se limitando, aos financiamentos dos fundos comunitários Pos 2020.
1. Dimensão sustentabilidade ambiental É conhecida e reconhecida a riqueza do património natural e a qualidade ambiental do Alentejo e todo o trabalho que tem sido realizado para a sua protecção, preservação e valorização. Por isso, se constitui como um dos pilares fundamentais da EstratégiaRegional de Especialização Inteligente. No entanto, esta também é uma das regiões no País
que maior vulnerabilidade apresenta relativamente às alterações climáticas, aos processos de desertificação e respectivas ameaças e consequências, nomeadamente, ambientais.
Consciente desta fragilidade do território, e do que ela pode representar como dificuldade acrescida e ameaça ao desenvolvimento sustentável da região, a CCDR Alentejo , está a elaborar uma Estratégia Regional de Adaptação às Alterações Climáticas, numa parceria alargada com os actores regionais, quer públicos quer privados e, obviamente, alinhada com a estratégia nacional e integrando, naturalmente, as perspectivas subregionais, locais e sectoriais.
1. Dimensão sustentabilidade económica
O Alentejo tem conhecido nos últimos anos uma nova e crescente dinâmica de desenvolvimento económico, em resultado de projectos públicos estruturantes e financiamentos comunitários, geradores e indutores de investimentos públicos e privados quer na agricultura, quer na indústria, quer na produção de energia elétrica, quer ainda no turismo.
Na agricultura, ao regadio no perímetro do Mira juntou-se o do Alqueva e, mais recentemente, em Alcácer do Sal, os grandes investimentos em novos projectos hortícolas, os quais somados representam já, em termos de produção agrícola, uma fatia muito significativa na economia nacional.
Também na área industrial, seja no sector extractivo (minérios metálicos e não metálicos), seja no aeronáutico (cluster aeronáutico) ou ainda no dos combustíveis e derivados (Porto e ZIL de Sines), o
crescimento tem sido notório e intenso. O enorme potencial da região em termos de energias renováveis começa agora a ser explorado, sendo exponencialmente crescentes, quer em número quer
em potência de produção, os investimentos, nomeadamente, na área do solar fotovoltaico.
O crescimento do turismo no Alentejo é já um caso de estudo e é reconhecido o potencial de desenvolvimento ainda existente, no litoral, na zona de Alqueva e Baixo Guadiana e em todo os produtos turísticos que diferenciam e distinguem a oferta deste destino em todo o território regional. Porém, na perspectiva da sustentabilidade é necessário por uma lado avaliar os impactos sócio ecológicos de todos os projectos nos diversos sectores, para identificar os eventuais impactos negativos que é preciso minimizar e corrigir e os positivos que é necessário promover e potenciar e, por outro, incrementar e dinamizar o modelo de economia circular de modo a garantir a preservação dos recursos naturais. Com esse objectivo, a CCDRA, decidiu avançar com uma estratégia regional para a dinamização da economia circular e com um grupo de trabalho para a avaliação dos impactos sócio ecológicos da agricultura intensiva
O desafio da sustentabilidade está, por isso, no centro da nossa estratégia de desenvolvimento regional, como factor fundamental e garante da competitividade, coesão e convergência.
Jorge Pulido Valente
Tomada de posse dos orgãos autarquico de Mértola
O programa, para além da tomada de posse, inclui as intervenções dos presidentes da Assembleia e Câmara Municipal, a atuação do Grupo Coral Guadiana de Mértola e do Grupo Terra Bela, assim como, a primeira reunião da Assembleia Municipal.
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
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