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domingo, 14 de maio de 2006

Vamos todos ajudar na prevenção dos incêndios!!?




Em 2005 os incêndios devastaram 325.226 hectares de floresta em Portugal.
Este ano como será?

No nosso concelho o coberto vegetal é uma imensa mancha contínua e perigosa, porque altamente combustível.

Nós, cada um de nós, já pensou no pequeno/grande contributo que pode dar para que o nosso Pais e em particular o nosso concelho não se transforme num monte de cinzas e escombros?

Obs: O Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) da GNR, criado recentemente, inicia amanhã segunda-feira (15-05-06) a sua actividade, e actuará em todo o tipo de catástrofes: incêndios, sismos e inundações

12 comentários:

  1. Não vou ficar indiferente a este apelo. Era útil a indicação dos contactos telefónicos, números de emergência etc

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  2. @tokyo
    Apelar à consciência de cada um pode ser bonito, mas pode ter resultados desastrosos no caso em apreço, não acha?

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  3. @caro anónimo
    Fiz com a melhor das intenções.
    Não me diga que vai virar as costas?

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  4. ouvi dizer que os bombeiros não gostam nada destes gajos da gnr.
    ouvi dizer que cá em mértola o antigo comandante demitiu-se por causa disso
    ouvi que agora quem manda é o lechivia
    quem é cos percebe?

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  5. quando os incendiários são apanhados em vez dos prenderem poem nos cá fora porque são doentes
    eu dava-lhes a doença, punha-os a assar ficavam logo bons

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  6. Zé do Boné17/05/06, 09:25

    @má lingua
    Ouves dizer muita coisa. Essa frase é boé criativa.

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  7. @zedo boné
    o diz que é mais cusca, mais de ouvido

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  8. @bresnv
    Concordo que vai haver sempre fogos enquanto os que são apanhados não levarem com a fotografia no jornal como os ingleses fizeram com os pedófilos.
    (acho que foram os ingleses não tenho bem a certeza)

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  9. Táce bem kamalta apaga as bias meu
    Não á fgos pa ninguem não á fumos pa ningué.

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  10. Estava à espera de mais aderência à questão posta: vamos ajudar...

    Provavelmente caro Talisca, tudo explicável à luz dos n/ pequenos egoismos? Desde que não arda à nossa porta....

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  11. Pelo que se foi lendo na imprensa e vendo nas televisões, a criação deste grupo de intervenção da GNR foi acompanhada dos tradicionais impropérios e das reacções corporativas do costume.
    Vindas sobretudo dos altos comandos dos Bombeiros, Liga incluída.

    Mimos tipo: “Quem manda aqui é a gente", “abaixo a reacção, fogo à peça”, “a malta cá dentro é que sabe” "não queremos cá a bófia",etc, etc, num estendal de injúrias e amuos, pouco dignos de quem, afinal, só devia ver com bons olhos e agradecer a preciosa ajuda disponibilizada.
    Sempre são mais 350 homens no terreno e em alerta permanente.

    Há dias o Sr. Duarte Caldeira, digníssimo Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, teve a peregrina ideia da criação de um corpo permanente e pago para o combate aos incêndios, que isso dos voluntários está caindo em desuso…

    Chama-se a isto "coerência"!!
    A coisa está de facto muito bem entregue!

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  12. Tenho um grande respeito pelos Bombeiros Voluntários. Tenho um grande respeito e defendo-os como corporação. Dito. Não defendo é a inépcia, o egoísmo e a desonestidade de algumas chefias dessa corporação. As cáries tratam-se. Os dentes podres arrancam-se. Não se aviam é murros na boca, que ela tem uma função importante.

    Em Portugal e não só, que isto não é mal só português, é humano, existe o triste costume de nos indignarmos justamente com algo e poucos dias depois cair no esquecimento e nada se fazer.

    Esquecido está o estranho facto de haver chefes de corporações de bombeiros que eram também donos de empresas de venda de material para combate ao fogo. Material perecível que tinha de ser vendido. Material que implicava o uso contra os fogachos. Nunca soube do final desta história, eu que peco por ler jornais.

    Depois há os pelouros. "Não faço as coisas bem, mas não me apareças com ideias novas que posso perder o meu poiso." Isto é bem português. Está patente nesta reacção perfeitamente imbecil à oferta de ajuda.

    Finalmente não existe uma política de combate aos incêndios em Portugal. Como em quase tudo é feita sobre o joelho e remendada a cuspo. O cuspo não apaga fogos. E o mais terrível é que não é uma solução impossível. Ela existe. Há outros países que as utilizam.

    Limpeza das florestas;
    Criação de quadrículas de quebra fogos;
    Responsabilização social para quem coloca lenha e material combustível em sítios perigosos;
    Utilização dos recursos das forças armadas;
    Criação de serviço cívico para os presos com penas leves que em vez de estarem na prisão podem contribuir para a sociedade que lesaram e que desconta para os manter;
    Utilização de meios tecnológicos que já existem para fazer vigia;
    E mais.

    Mas acima de tudo parece-me que era importante que cada um de nós fosse uma barreira anti-fogo.

    Continuo a ver pessoas a abandonar garrafas de vidro nas matas, lixo, beatas, sem a mínima preocupação.

    Não é?

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