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segunda-feira, 10 de outubro de 2022

UNIDOS POR MÉRTOLA -Perguntas e respostas na reunião de câmara de Mértola de 6/10:


 Perguntas e respostas na reunião de câmara de Mértola de 6/10:

1-porque razão o livro sobre Serrão Martins que já está entregue pela autora há mais de ano e meio ainda não foi publicado? A vereadora Rosinda vai perguntar aos serviços porque não sabe o que se passa e o porquê deste atraso
2-o quiosque do Parque desportivo e de lazer está fechado e a degradar-se há anos, porquê? O volume de trabalho na câmara não permitiu ainda tratar deste assunto e por isso a autarquia espera que alguém apresente uma proposta para essa função ou outra. Sugeri q poderia ser cedido p mini ginásio
3-o que passa com a candidatura património da humanidade que se arrasta há anos? Ainda está por decidir qual a zona a candidatar e qual a zona tampão
4-qual o ponto de situação da candidatura a Geopark? Foi entregue o relatório preliminar pelo que ainda não foi apresentada a candidatura
5-financiamento comunitário para o pavilhão multiusos anunciado pela ministra da coesão e pelo anterior presidente? Não há resposta da entidade gestora dos fundos comunitários pelo que a despesa foi toda do orçamento municipal
6-quais as taxas de execução das despesas de capital, correntes, gops e fundos comunitários? O presidente não sabe mas pediu ao Chege Daf que me enviasse a informação
7-para quando a substituição da drª Luísa e a resposta de médico de família para toda a população na sua maioria idosos? Não há data prevista nem concurso ainda aberto
O executivo referiu que algumas obras e projectos não avançaram e por isso alguns perderam o financiamento comunitário

Jorge Pulido Valente

domingo, 9 de outubro de 2022

O Tempo da Incerteza


Habitamos tempos de incerteza. Há cinquenta anos, os homens tinham talvez um futuro mais sombrio, mas a estabilidade das suas condições de vida – por muito mal que vivessem – permitia-lhes concluir que o futuro não lhes traria grandes surpresas. Hoje, o medo do futuro é uma das principais características das sociedades modernas. E esse receio, moderado ou ansiogénico, deve-se ao facto que o horizonte do possível se abriu tanto, que as nossas contas podem revelar-se especialmente incertas.

Hoje - e pode ser apenas impressão minha - o mundo é marcado principalmente pela nitidez que existe entre os que perdem e os que ganham, entre o remediado e a elite, entre quem determina e quem não lhe resta mais remédio que resignar-se.

Este clima, aliado à pesada carga fiscal, à ambição das instituições financeiras e à pouca regulação por parte do estado, está a extinguir a classe média. E o mais engraçado é que o crescimento económico, obrigatório e visto como o remédio milagroso para todos os males, raramente beneficia os que mais necessitam – os idosos, os desempregados e os trabalhadores de baixos rendimentos.

Todos estes sentimentos vão inevitavelmente moldar o panorama político e social. E vão porque o normal cidadão, armado de uma deceção generalizada que já não consegue materializar, está a chegar ao limite.

Todos sabemos que a insatisfação, quando adquire uma natureza difusa, provoca perplexidade. Irrita-nos viver numa sociedade que nunca conta com a nossa aprovação. Mas o que nos irrita ainda mais é não saber a quem confiar a mudança desta situação.

O perigo, o verdadeiro perigo deste panorama, é que num mundo de incertezas e de esperanças desesperadas, o discurso mais manhoso é sempre recompensado nas urnas.

Júlio Silva

Imagem da Semana

Alguém pode explicar?

Crescimento extraordinário da Feira?

Planeamento deficiente?

Tudo como dantes?


 

CDU publica Jornal

 


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quinta-feira, 6 de outubro de 2022

O Novo Mosaico de Mértola

O maior segmento do mosaico encontrado integraria uma das capelas do complexo religioso paleocristão de Mértola. A figuração, a técnica construtiva e o contexto tornam-no único em Portugal.
“Depois do calor do Verão, os deuses favoreceram-nos”, brinca Virgílio Lopes, investigador do Campo Arqueológico de Mértola (CAM). No âmbito dos trabalhos de escavação, conservação e valorização em curso, foi identificado em Julho um mosaico extraordinário, próximo dos dois baptistérios conhecidos desde 2013, na encosta do castelo. “Mértola tem o poder de nos surpreender e de revelar novas facetas”, diz o arqueólogo. O mosaico, com 5 metros por 4, poderá prolongar-se na área contígua ao cemitério da vila. Foi projectado para um espaço interior que a equipa do CAM acredita que poderia ser uma capela integrada num complexo religioso paleocristão, “um mundo que se seguiu ao período romano, mas no qual Mértola manteve relevância cultural e religiosa, mesmo não dispondo de um bispo”.
No século XIX, o arqueólogo Estácio da Veiga identificou na mesma zona o fragmento de uma tartaruga ou cágado e mandou desenhá-lo a aguarela. A peça perdeu-se, mas ficou o registo. “Hoje, estamos convencidos de que Estácio encontrou parte deste mosaico, pois o medalhão com a figura encaixa neste programa”, diz Lopes. “E, por sua vez, este mosaico é ‘irmão’ de outro já encontrado por cima do criptopórtico. Foi produzido pelo mesmo grupo de artistas.” Há paralelos com esta figuração em Menorca e Virgílio Lopes acredita que a inspiração para o mosaico, datado provisoriamente do século VI, vinha do Mediterrâneo Oriental. “É o período para o qual temos mais lápides, muitas das quais escritas em grego”, diz. “Seria porventura essa comunidade a encomendar um programa artístico como este, que reflecte o melhor que então se fazia na bacia do Mediterrâneo.” 
O mosaico já foi alvo dos “primeiros socorros de conservação e restauro” e aguarda uma decisão de como poderá ser mais bem protegido e exposto.

Texto: Gonçalo Pereira Rosa
Fotografias: António Cunha
In National Geographic Portugal

Clique aqui para ler o artigo original na revista OnLine

Infelizmente, tenho que reconhecer!



Custa-me muito ouvir dizer e ter que reconhecer que apesar de todas as coisas boas, dos atractivos e das potencialidades que tem, Mértola é, actualmente, um concelho hostil e repulsivo para quem tenha pensado aqui se fixar e viver.

A começar pela habitação (inexistente)com preços proibitivos quer para arrendamento quer para aquisição ou construção

Os transportes escassos e as acessibilidades sem as mínimas condições, até de segurança .As comunicações deficientes ou inexistentes. A energia intermitente e oscilante

Os serviços públicos: a saúde sem respostas e sem médico de família, a educação sem ofertasuficiente, a justiça, a conservatória e as finanças a caminho da extinção no curto prazo-

O comércio caro e deficitário em termos de oferta de produtos e serviços e de horários de funcionamento.

O nível de vida cada vez mais elevado e muito acima das reais possibilidades económicas da maioria da população de reformados.

O ambiente socio político agressivo, divisionista e castigador dos não-alinhados A Câmara paralisada, sem capacidade de intervenção e de resposta perante os problemas que se avolumam.

E finalmente, o clima que se agrava em cada verão que passa, tornando a vida insuportável para quem não disponha de recursos financeiros e técnicos para amenizar as temperaturas nas habitações.

A Câmara com um mais que confortável orçamento de 37 milhões de euros poderia ter um papel determinante na alteração desta situação e do cenário de agravamento que se perspectiva no curto prazo, mas o executivo da câmara ainda não percebeu qual é que deverá ser o seu papel num concelho como este, pelo que limita-se a gerir, sem eficácia mas com muita aparente simpatia e boas palavras, o dia a dia, preocupado sobretudo com a popularidade e os interesses politico partidários e da respectiva clientela, que garantam a perpetuação no poder e pouco ou nada com o futuro do concelho e das suas gentes.

Sem liderança, visão, planeamento, organização e equipa técnica devidamente estruturada e gerida, os serviços da câmara vão perdendo colaboradores experientes, motivação e capacidade de intervenção e, simultaneamente o executivo vai sendo cada vez mais impotente para dar resposta às solicitações dos munícipes.

Os problemas agravam-se e a autarquia, como o executivo camarário reconheceu já publicamente, embora com significativas disponibilidades financeiras, está sem capacidade de resposta em todas as áreas e sem poder de intervenção junto dos ministérios ou dos serviços da administração central, apesar de ser da mesma cor política do governo

As consequências nefastas desta incapacidade e incompetência para gerir os destinos deste concelho traduzem-se já por um lado nas baixíssimas taxas de execução física e financeira das Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2022 e, por outro, no adiamento ou abandono de projectos e obras e na consequente perda de financiamentos comunitários para as mesmas.

Jorge Pulido Valente

quinta-feira, 15 de setembro de 2022

Assessoria, opacidade ou transparência?

Um político rodear-se de gente inteligente, informada, com formação e conhecimento técnico em áreas fundamentais para ajudar o seu desempenho é sinal de inteligência, sagacidade e visão, ao invés os que se rodeiam de gente, sem esses atributos e cujas mais valias se resumem á posse de um cartão partidário demonstram fraqueza, insegurança e pobreza de espírito. Deles pouco se pode esperar, e deixarão seguramente obra medíocre e sem consistência. Esses só permanecerão nas memorias dos eleitores como uma má e infeliz escolha e só permanecerão á custa de esquemas e estratagemas para controlar o eleitorado pobre e economicamente dependente e com recurso a máquinas partidárias, elas também controladas por gente interesseira e sem escrúpulos. 

Este não é o retrato de uma autarquia. ou governo em particular é infelizmente o retrato da maioria dos governos e autarquias e de todos os partidos.

Resta-nos a esperança que a inteligência coletiva do eleitorado acorde e faça escolhas esclarecidas em projetos com gente verdadeira e que realmente se preocupa com os outos e não apenas com os seus umbigos.

Carlos Viegas

domingo, 19 de dezembro de 2021

Nota de imprensa do Fórum Mértola Participação e Cidadania -


Fórum Mértola Participação e Cidadania apresenta contributos para a revisão do Plano Director Municipal

 Na sequência da realização, no âmbito da discussão pública, da sessão de debate organizado pelo Fórum sobre a revisão do PDM do concelho de Mértola, um grupo de cidadãos enviou para a Câmara Municipal e para a CCDR Alentejo um documento com uma avaliação e importantes contributos para melhoria do Relatório do Estado de Ordenamento do Território no concelho de Mértola, peça base e fundamental no processo.

Dada a extensão do documento enviado apenas salientaremos aqui alguns dos pontos mais importantes, a saber:

1 - Refere o relatório, logo na sua introdução, “uma gestão territorial sustentável passa pelo envolvimento direto dos interessados e pela co-responsabilização dos atores-chave” e ainda “o princípio da participação procedimental, está consagrado no artigo 267 da Constituição, sendo obrigação da Administração Pública ”aproximar os serviços das populações e assegurar a participação dos interessados na sua gestão efectiva”.

Deveria, por isso, a autarquia promover iniciativas que informassem e capacitassem a população e dinamizassem a participação dos cidadãos e cidadãs e das suas organizações neste processo de revisão do PDM.

Dado que tal não aconteceu durante o curto período (optou-se pelo prazo mínimo de 15 dias e sem se proceder a uma divulgação mais intensiva e sem qualquer destaque no site da autarquia) fixado pela câmara e que o arquiteto Carlos Marques, coordenador do processo, foi impedido pelo executivo de participar na única sessão realizada sobre o tema (organizada pelo Forum), propõe-se que o período de participação pública seja prolongado por mais 15 dias e que o município, durante esse tempo, realize pelo menos uma sessão pública de esclarecimento.

2 - O documento apresentado é manifestamente superficial, insuficiente e incompleto, apresentando omissões e lacunas graves e muito significativas no que respeita à avaliação realizada às diversas áreas, sectores e temas específicos. A avaliação quantitativa apenas é feita ao nível demográfico e nem sequer se fundamentam as várias análises e conclusões em dados e indicadores numéricos

3 - Este documento deixa de fora processos de transformação do território que foram marcantes, como por exemplo, o agro-pecuário, o florestal, o cinegético, o de conservação e regeneração de habitats (v.g. reintrodução do lince ibérico), o do parque habitacional e o da rede urbano rural e de serviços de interesse geral.

Também não se aborda, ainda que fosse sucintamente, a alteração verificada ao nível do emprego, em que se passou de uma situação de elevado desemprego para a de carência de mão de obra em todos os sectores.

4 - Não se compreende a ausência a qualquer referência à nova Zona Empresarial e Logística (Coitos/Bernardinos), anteriormente assinalada no PU e que agora desaparece dos IGT (na sequência da revisão do PU de Mértola), e desprovida de adequada justificação em contradição clara, com a procura existente e potencial e, nomeadamente, com o consensualmente proposto nos programas eleitorais de todas as candidaturas autárquicas nas recentes eleições autárquicas de setembro de 2021.

5 - A referência à candidatura Património Mundial é superficial. Caso esta avance, ou não, mas como Mértola está na Lista Indicativa deve reger-se pela normativa relativa aos bens em via de classificação pelo que a área do Bem e da Zona Tampão deve estar bem definida no Plano no PDM já que inclui não só o Centro Histórico mas também todo o arrabalde (até à rotunda), o Além Rio e a zona do Convento

O Fórum teve acesso a um outro contributo enviado à CMM por um particular que aponta as insuficiências apontadas e outras igualmente graves, esperando-se, agora, que a autarquia tenha em consideração estas pertinentes observações e sugestões e que proceda às indispensáveis correcções e ao suprimento das lacunas e omissões detectadas.

Todo este processo e a forma como tem vindo a ser conduzido revelam da parte do executivo camarário uma incapacidade e inoperância no que respeita ao planeamento estratégico, o que resulta em grande prejuízo para o desenvolvimento do concelho

 

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

HOJE - Fórum Mértola Participação e Cidadania promove debate PDM



O Fórum Mértola Participação e Cidadania realiza, nesta terça-feira, dia 7 de dezembro, via Zoom, uma sessão/debate sobre a revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) de Mértola.

De acordo com Jorge Pulido Valente, promotor da iniciativa, agendada para as 18:15 horas, este “é um processo que se arrasta desde 2004 que, por força da lei, terá que ter início até março de 2022 e a sua conclusão até 2023”.

Jorge Pulido Valente esclarece que “o objetivo desta iniciativa é dinamizar a participação pública neste processo, informando e capacitando as pessoas para poderem apresentar as suas propostas e sugestões”, de forma a contribuírem “para a construção de um instrumento de planeamento fundamental para o desenvolvimento do concelho de Mértola”.

O cabeça de lista pelo Unidos por Mértola, nas últimas Eleições Autárquicas, acusa, ainda, a Câmara de Mértola de “não promover a participação pública como, ainda, procura boicotar a iniciativa dos cidadãos, ao não autorizar o arquiteto coordenador do processo a participar na sessão”.

Apesar destes obstáculos, o Fórum assegura que “continuará a promover novos debates e a dinamizar a participação pública, ao longo de todo o processo de tramitação da revisão do PDM.

In Rádio Pax

Clique AQUI para aceder á Noticia na Rãdio Pax

Entrar na reunião Zoom a aprtir das 18:15h
ID da reunião: 853 0345 3465
Senha de acesso: 708333

terça-feira, 28 de setembro de 2021

Unidos Por Mértola - Nota de Imprensa


 Comunicado da candidatura Unidos por Mértola e pelas Pessoas


A candidatura Unidos por Mértola e pelas Pessoas felicita o Partido Socialista pela expressiva

vitória obtida nestas eleições autárquicas e saúda todos os candidatos bem como todos os

eleitores que participaram neste acto eleitoral.

Os resultados que obtivemos (9%) ficaram claramente aquém do que pretendíamos e do que

esperávamos, tendo em conta o projecto, a estratégia e as propostas que começámos a

construir de forma participativa, com todos, há apenas seis meses e que apresentámos à

população do concelho de Mértola, tendo merecido enorme receptividade.

No entanto, consideramos que o nosso contributo para a cidadania, a participação activa das

pessoas e a democracia não pode ser apenas medido pelo número de votos que obtivemos,

tendo em consideração que o mais importante é o próprio processo de informação,

envolvimento e colaboração dos cidadãos e cidadãs. E aí a avaliação do resultado é clara e

francamente positiva.

Iremos, por isso, não só dar continuidade ao nosso trabalho e à nossa intervenção pela

participação e pela cidadania como também pela concretização dos projectos estruturantes

que apresentámos para a construção de um futuro melhor para Mértola e para as Pessoas.

Da parte do novo executivo eleito esperamos uma atitude aberta, participativa, transparente,

isenta e democrática, bem como a atenção e acção relativamente aos graves problemas com

que o concelho se defronta e a disponibilidade para aceitar

sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Como um comentário infeliz pode estragar um debate...

No debate entre os candidatos autárquicos, que teve lugar ontem à noite, pela positiva ressaltou essencialmente a facilidade com que Jorge Pulido conduziu a sua prestação e pela negativa o desconforto da prestação de Mário Tomé que se limitou a dar resposta previamente escritas debitando listas de obras e números.

Mas, na minha opinião o mais relevante veio no pós-debate com a falta de educação e deselegância demonstrada pelo cabeça de lista do PS à Assembleia Municipal ao utilizar linguagem pequenina e soez sobre Jorge Pulido. Chocou-me esta atitude vinda de quem vem e dirigida a que foi.

Se o Partido Socialista perder esta eleições, e é espectável que tal aconteça, não será só pela inépcia do seu candidato a presidente mas sim pela falta de nível da sua “entourage”.

Carlos Viegas

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Unidos Por Mértola Nota de Imprensa 02/09


A Coligação Unidos por Mértola e pelas Pessoas inicia na próxima semana um conjunto alargado de reuniões com várias entidades e instituições locais para apresentar os seus candidatos à Câmara Municipal de Mértola nas eleições autárquicas de 26 de setembro e para ouvir os respectivos dirigentes sobre os problemas, os desafios e as oportunidades que se colocam ao desenvolvimento da sua actividade e do concelho.

A primeira reunião terá lugar já na próxima 2ª feira, com a direcção do Clube Náutico de Mértola.

Estas reuniões são de extrema importância para a coligação tendo em consideração que o Manifesto apresentado pela candidatura propõe que todo o trabalho autárquico assente num novo modelo de governação baseado em parcerias alargadas com todas as instituições, entidades e organizações públicas e privadas.