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quinta-feira, 13 de outubro de 2022

Nota de imprensa de Unidos por Mértola e pelas Pessoas

A Coligação Unidos por Mértola e pelas Pessoas faz um balanço muito negativo do 1º ano de mandato de Mário Tomé como presidente da Câmara Municipal de Mértola.

Da análise da informação e dos dados de um ano de exercício do cargo de presidente, é já suficiente para confirmar o que este movimento de cidadãos independentes afirmava relativamente à falta de preparação e de capacidade de liderança de Mário Tomé para governar a Câmara de Mértola e dar resposta aos problemas do concelho.

Na verdade, a ausência de estratégia, a falta planeamento e a incapacidade de acção para dar resposta às necessidades e às solicitações dos munícipes e das entidades são as notas que dominam os resultados da avaliação realizada.

Serviços mal estruturados e desorganizados, falta de pessoal técnico e operacional devido á perda de quadros seniores, ausência de lideranças reconhecidas, relutância em informar e envolver os colaboradores e deficiente definição de prioridades traduziram-se numa redução acentuada e crescente da capacidade de intervenção e acção do município, reconhecida já publicamente não só por pessoas e entidades como também pelo próprio executivo camarário.

Apesar de um orçamento mais do que confortável (cerca de 27milhões de euros mais 10 milhões do saldo do anterior exercício) o actual executivo não foi capaz de avançar nem com os projectos estruturantes nem com as obras prometidas já no anterior mandato (à excepção do edifício para a Estação Biológica de Mértola).

Prova irrefutável do que acima afirmamos são as baixíssimas taxas de execução das despesas correntes e de capital, bem como das Grandes Opções do Plano e dos Fundos Comunitários, tendo inclusive perdido já financiamentos por incapacidade para executar os projectos e obras dentro dos prazos exigidos nas candidaturas.

Também no que respeita ao exercício da democracia e da cidadania a avaliação é extremamente negativa tendo em conta que se acentuou, com a maioria absoluta na câmara, um agravamento do ambiente socio político, com uma discriminação e, nalguns casos até perseguição, a todos os que publicamente manifestam a sua discordância das orientações e opções político partidárias relativamente à gestão e intervenção municipal.

Não será talvez por acaso que o executivo, ao contrário do que é habitual, não fez ainda publicamente um balanço deste seu primeiro ano.

Coligação Unidos Por Mértola e pelas Pessoas

sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Como um comentário infeliz pode estragar um debate...

No debate entre os candidatos autárquicos, que teve lugar ontem à noite, pela positiva ressaltou essencialmente a facilidade com que Jorge Pulido conduziu a sua prestação e pela negativa o desconforto da prestação de Mário Tomé que se limitou a dar resposta previamente escritas debitando listas de obras e números.

Mas, na minha opinião o mais relevante veio no pós-debate com a falta de educação e deselegância demonstrada pelo cabeça de lista do PS à Assembleia Municipal ao utilizar linguagem pequenina e soez sobre Jorge Pulido. Chocou-me esta atitude vinda de quem vem e dirigida a que foi.

Se o Partido Socialista perder esta eleições, e é espectável que tal aconteça, não será só pela inépcia do seu candidato a presidente mas sim pela falta de nível da sua “entourage”.

Carlos Viegas