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quinta-feira, 15 de setembro de 2022
Assessoria, opacidade ou transparência?
domingo, 19 de dezembro de 2021
Nota de imprensa do Fórum Mértola Participação e Cidadania -
Fórum Mértola Participação e Cidadania apresenta contributos para a revisão do Plano Director Municipal
Dada a extensão do documento enviado apenas salientaremos
aqui alguns dos pontos mais importantes, a saber:
1 - Refere o relatório, logo na
sua introdução, “uma gestão territorial sustentável passa pelo envolvimento
direto dos interessados e pela co-responsabilização dos atores-chave” e ainda
“o princípio da participação procedimental, está consagrado no artigo 267 da
Constituição, sendo obrigação da
Administração Pública ”aproximar os serviços das populações e assegurar a
participação dos interessados na sua gestão efectiva”.
Deveria, por isso, a autarquia
promover iniciativas que informassem e capacitassem a população e dinamizassem
a participação dos cidadãos e cidadãs e das suas organizações neste processo de
revisão do PDM.
Dado que tal não aconteceu
durante o curto período (optou-se pelo prazo mínimo de 15 dias e sem se
proceder a uma divulgação mais intensiva e sem qualquer destaque no site da
autarquia) fixado pela câmara e que o arquiteto Carlos Marques, coordenador do
processo, foi impedido pelo executivo de participar na única sessão realizada
sobre o tema (organizada pelo Forum), propõe-se
que o período de participação pública seja prolongado por mais 15 dias e que o
município, durante esse tempo, realize pelo menos uma sessão pública de
esclarecimento.
2 - O documento apresentado é
manifestamente superficial, insuficiente e incompleto, apresentando omissões e
lacunas graves e muito significativas no que respeita à avaliação realizada às
diversas áreas, sectores e temas específicos. A avaliação quantitativa apenas é
feita ao nível demográfico e nem sequer se fundamentam as várias análises e
conclusões em dados e indicadores numéricos
3 - Este documento deixa de fora
processos de transformação do território que foram marcantes, como por exemplo,
o agro-pecuário, o florestal, o cinegético, o de conservação e regeneração de
habitats (v.g. reintrodução do lince ibérico), o do parque habitacional e o da
rede urbano rural e de serviços de interesse geral.
Também não se aborda, ainda que
fosse sucintamente, a alteração verificada ao nível do emprego, em que se
passou de uma situação de elevado desemprego para a de carência de mão de obra
em todos os sectores.
4 - Não se compreende a ausência
a qualquer referência à nova Zona Empresarial e Logística (Coitos/Bernardinos),
anteriormente assinalada no PU e que agora desaparece dos IGT (na sequência da
revisão do PU de Mértola), e desprovida de adequada justificação em contradição
clara, com a procura existente e potencial e, nomeadamente, com o consensualmente
proposto nos programas eleitorais de todas as candidaturas autárquicas nas
recentes eleições autárquicas de setembro de 2021.
5 - A
referência à candidatura Património Mundial é superficial. Caso esta avance, ou
não, mas como Mértola está na Lista Indicativa deve reger-se pela normativa
relativa aos bens em via de classificação pelo que a área do Bem e da Zona
Tampão deve estar bem definida no Plano no PDM já que inclui não só o Centro Histórico
mas também todo o arrabalde (até à rotunda), o Além Rio e a zona do Convento
O Fórum teve acesso a um outro
contributo enviado à CMM por um particular que aponta as insuficiências
apontadas e outras igualmente graves, esperando-se, agora, que a autarquia
tenha em consideração estas pertinentes observações e sugestões e que proceda
às indispensáveis correcções e ao suprimento das lacunas e omissões detectadas.
Todo este processo e a forma como
tem vindo a ser conduzido revelam da parte do executivo camarário uma
incapacidade e inoperância no que respeita ao planeamento estratégico, o que
resulta em grande prejuízo para o desenvolvimento do concelho
terça-feira, 7 de dezembro de 2021
HOJE - Fórum Mértola Participação e Cidadania promove debate PDM
O Fórum Mértola Participação e Cidadania realiza, nesta terça-feira, dia 7 de dezembro, via Zoom, uma sessão/debate sobre a revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) de Mértola.
De acordo com Jorge Pulido Valente, promotor da iniciativa, agendada para as 18:15 horas, este “é um processo que se arrasta desde 2004 que, por força da lei, terá que ter início até março de 2022 e a sua conclusão até 2023”.
Jorge Pulido Valente esclarece que “o objetivo desta iniciativa é dinamizar a participação pública neste processo, informando e capacitando as pessoas para poderem apresentar as suas propostas e sugestões”, de forma a contribuírem “para a construção de um instrumento de planeamento fundamental para o desenvolvimento do concelho de Mértola”.
O cabeça de lista pelo Unidos por Mértola, nas últimas Eleições Autárquicas, acusa, ainda, a Câmara de Mértola de “não promover a participação pública como, ainda, procura boicotar a iniciativa dos cidadãos, ao não autorizar o arquiteto coordenador do processo a participar na sessão”.
Apesar destes obstáculos, o Fórum assegura que “continuará a promover novos debates e a dinamizar a participação pública, ao longo de todo o processo de tramitação da revisão do PDM.
In Rádio Pax
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sábado, 4 de dezembro de 2021
terça-feira, 28 de setembro de 2021
Unidos Por Mértola - Nota de Imprensa
Comunicado da candidatura Unidos por Mértola e pelas Pessoas
A candidatura Unidos por Mértola e pelas Pessoas felicita o Partido Socialista pela expressiva
vitória obtida nestas eleições autárquicas e saúda todos os candidatos bem como todos os
eleitores que participaram neste acto eleitoral.
Os resultados que obtivemos (9%) ficaram claramente aquém do que pretendíamos e do que
esperávamos, tendo em conta o projecto, a estratégia e as propostas que começámos a
construir de forma participativa, com todos, há apenas seis meses e que apresentámos à
população do concelho de Mértola, tendo merecido enorme receptividade.
No entanto, consideramos que o nosso contributo para a cidadania, a participação activa das
pessoas e a democracia não pode ser apenas medido pelo número de votos que obtivemos,
tendo em consideração que o mais importante é o próprio processo de informação,
envolvimento e colaboração dos cidadãos e cidadãs. E aí a avaliação do resultado é clara e
francamente positiva.
Iremos, por isso, não só dar continuidade ao nosso trabalho e à nossa intervenção pela
participação e pela cidadania como também pela concretização dos projectos estruturantes
que apresentámos para a construção de um futuro melhor para Mértola e para as Pessoas.
Da parte do novo executivo eleito esperamos uma atitude aberta, participativa, transparente,
isenta e democrática, bem como a atenção e acção relativamente aos graves problemas com
que o concelho se defronta e a disponibilidade para aceitar
terça-feira, 21 de setembro de 2021
sexta-feira, 17 de setembro de 2021
Como um comentário infeliz pode estragar um debate...
No debate entre os candidatos autárquicos, que teve lugar ontem à noite, pela positiva ressaltou essencialmente a facilidade com que Jorge Pulido conduziu a sua prestação e pela negativa o desconforto da prestação de Mário Tomé que se limitou a dar resposta previamente escritas debitando listas de obras e números.
Mas, na minha opinião o mais relevante veio no pós-debate com a falta de educação e deselegância demonstrada pelo cabeça de lista do PS à Assembleia Municipal ao utilizar linguagem pequenina e soez sobre Jorge Pulido. Chocou-me esta atitude vinda de quem vem e dirigida a que foi.
Se o Partido Socialista perder esta eleições, e é espectável que tal aconteça, não será só pela inépcia do seu candidato a presidente mas sim pela falta de nível da sua “entourage”.
Carlos Viegas
quinta-feira, 16 de setembro de 2021
quinta-feira, 2 de setembro de 2021
Unidos Por Mértola Nota de Imprensa 02/09
A primeira reunião
terá lugar já na próxima 2ª feira, com a direcção do Clube Náutico de Mértola.
Estas reuniões são de
extrema importância para a coligação tendo em consideração que o Manifesto
apresentado pela candidatura propõe que todo o trabalho autárquico assente
num novo modelo de governação baseado em parcerias alargadas com todas as
instituições, entidades e organizações públicas e privadas.
quinta-feira, 19 de agosto de 2021
Há 35 "concelhos em risco". Na limitação de mandatos 40% das câmaras muda de partido (In Diário de Noticias)
Lei já obrigou quase 220 autarcas a abandonar o poder. Sucessão é preparada com candidatos fortes. A mudança é a grande oportunidade para a oposição. Partidos reeleitos têm menos votos e a abstenção aumenta. Em 2025, 60% dos presidentes de câmara vão ser obrigados a sair.
"Aqui [nas
autarquias onde a lei impede a continuação do presidente de câmara] fazem-se as
maiores maiores apostas, candidatos fortes para que não se perca a autarquia.
São sempre considerados concelhos em risco. Se não o fizermos caímos na lógica
das mudanças e isso pode afastar o partido, num cenário de derrota, da
liderança de uma câmara por quatro, oito ou mesmo 12 anos", afirma o
secretário-geral do PSD.
A explicação do
social-democrata José Silvano encontra respaldo no estudo mais recente sobre os
últimos ciclos eleitorais autárquicos, em particular o que foi 'afetado' pela
introdução da lei de limitação de mandatos.
Em 2013, dos 160
municípios cujos autarcas "foram impedidos de procurar a reeleição no
cargo", pela imposição da lei de limitação de mandatos, em "107
verificou-se a continuidade" do partido político com "54,2% dos
presidentes a serem eleitos pelo PCP, BE e PS". Em 53 autarquias
manteve-se a "dinâmica bipartidária" entre "os dois partidos com
maior expressão eleitoral (PS e PSD)".
Nesse ano, apenas 33,4% dos presidentes de câmara conseguiu a
reeleição.
Há um traço comum identificado nestes municípios. "66% da
população caracterizava-se demograficamente pelo envelhecimento populacional,
nos restantes, situados no litoral e cuja população é essencialmente jovem e
adulta, sublinha-se uma forte ligação ao partido político pelo que os seus
eleitores votam, maioritariamente, no partido, independentemente do candidato
que é apresentado".
Em 2017, a lei de limitação de mandatos autárquicos, que apenas abrange
o presidente da câmara, travou 41 recandidaturas, mais de 63% no Norte e Centro
do país. A imposição legal "provocou mudanças" em 17 autarquias: sete
do PSD, cinco do PS, quatro do PCP e uma com liderança de independentes.
Nas restantes,
naquelas em que se registou a "continuidade do poder estabelecido",
houve uma quebra generalizada - menos votos - no apoio ao partido vencedor.
"Quanto mais
densos os municípios se apresentam (nomeadamente os localizados no litoral de
Portugal e os que se caracterizam por serem áreas urbanizadas) menor será a
probabilidade de reeleição dos seus incumbentes locais. Contrariamente, os
municípios com reduzida densidade populacional (nomeadamente, os localizados no
interior do país e que se caracterizam por serem áreas rurais) tendem a optar
pela continuidade do incumbente [presidente de câmara]", refere o estudo.
Em 2017, segundo a
tese de Mariana Bravo Madeira, Mestre em Administração e Gestão Pública,
orientada por Teresa Ruel, atualmente professora de Ciência Política no
ISCSP-UL, "os resultados das eleições traduzem que os eleitores utilizaram
a sua perceção da performance económica na responsabilização dos incumbentes
[presidentes de câmara]. Mas, não é efeito de ciclo eleitoral imediato, isto é,
verifica-se um gap eleitoral de um ciclo político [período da troika] na
avaliação económica por parte dos eleitores portugueses em eleições
autárquicas".
Outro sinal de
alerta nos partidos, a perda de câmaras com a saída do presidente por limitação
de mandato cresceu de 2013 (33%) para 2017 (41%). A alteração "do jogo
político" já deixa antever cuidados redobrados nas autárquicas de 2025.
"Dos 233 presidentes de câmara reeleitos em 2017, 145 deles (62,7%),
cumpriram no presente ciclo político (2018-2021) o segundo mandato
autárquico". Em 2025, estarão de saída.
Agora em 2021, há
18 câmaras socialistas nesse "patamar de risco" (Castelo de Paiva,
Aljustrel, Mértola, Odemira,
Barcelos, Miranda do Corvo, Góis, Oliveira do Hospital, Penacova, Reguengos de
Monsaraz, Viana do Alentejo, Seia, Alcanena, Viana do Castelo, Mesão frio,
Moimenta da Beira, Santa Cruz da Graciosa e Lajes do Pico - eram 34, mas apenas
18 autarcas estão em exercício de funções); 13 do PSD (Espinho, Celorico de Basto,
Vila Verde, Sertã, Pampilhosa da Serra, Monchique, Sabugal, Vila Nova de Foz
Côa, Alcobaça, Arronches, Ferreira do Zêzere, Penedono e Vila do Porto) ; três
do PCP (Mora, Alpiarça e Setúbal); e uma do CDS (Ponte de Lima).
O secretário-geral
do PSD explica que nestes casos "fazemos estudos de opinião, recolhe-se
informação das estruturas locais, concelhias e distritais, para preparar a
substituição do presidente que sai".
"Normalmente,
estas questões começam a ser analisadas um ou dois anos antes, mas é aqui que
surgem os conflitos internos, as divisões. Quase sempre os conflitos com a
direção nacional encontram-se aqui, neste momento. As estruturas locais
contestam, dizem que "não acreditam nas sondagens, que estão mal feitas,
que eles no terreno é que sabem, que há um candidato da terra melhor
colocado", revela.
José Silvano diz
encarar estas questões com normalidade por "perceber que há aqui também
uma perda do poder local instalado, muito importante para quem lá está e não
quer que haja mudanças".
Há também um
"traço conservador, masculino, um traço inicial do partido, uma tradição
que demora a mudar, que faz com que, por exemplo, seja mais fácil ao PS, que
começou mais cedo esse caminho, levar mulheres para as lideranças de
autarquias", afirma.
José Luís Carneiro,
secretário-geral adjunto socialista, considera que nestes 'concelhos de risco'
o "desafio é mais exigente" e que são precisas "pessoas com
provas dadas. Na vida profissional, na vida cívica e na vida vida política.
Pessoas com percurso feito no serviço às populações, com liderança e provas de
integridade".
Como se escolhe?
"São utilizados diversas metodologias e usados diversos instrumentos. Os
estudos de opinião são um importante instrumento. A avaliação interna, cruzada
com a opinião de pessoas e de instituições com prestígio na sociedade (...) com
um projeto credível e sustentado de desenvolvimento, construído em diálogo e
validado com as pessoas é possível garantir com tranquilidade essa
mudança".
Para o
secretário-geral adjunto do PS, a definição de concelho de risco, mesmo nestes
casos, depende de vários fatores. "Do perfil sociopolítico do município.
Da natureza do candidato. Se vem da equipa autárquica em funções ou se vem da
sociedade civil, sem ligações ao projeto político em curso. Da qualidade das
oposições. Por isso, é feita uma avaliação de cariz local e distrital. E há
casos em que a avaliação é também nacional".
Jorge Cordeiro,
membro da Comissão Política e do Secretariado do PCP, resume a questão numa
frase, na crítica a uma lei que o PCP sempre contestou: "A limitação de
mandatos, imposição desproporcionada e atentatória de direitos fundamentais,
tem expressão em três municípios de gestão CDU (Mora, Setúbal e Alpiarça).
Nestes concelhos, como noutros no mandato anterior, serão asseguradas
candidaturas que dão garantia de prosseguir o trabalho e a obra da CDU que tem
sido confirmado com o apoio da população".
"Os direitos
políticos podem e devem ser exercidos, independentemente das restrições
impostas por limitação de mandatos. Assim foi com candidatos da CDU em 2013 e
agora em 2021", assegura.
Francisco Tavares,
secretário-geral do CDS, partido que tem somente uma câmara nesta situação,
admite que se "cria um problema ao partido no poder porque é uma
oportunidade para a oposição apostar no enfraquecimento de quem está".
"Se a proposta
aos eleitores não for a da continuidade cria-se um problema sério. Daí a
sucessão ter de ser preparada com tempo, pelo menos um ano. Mas há sempre uma
vantagem, a de a população estar satisfeita com o trabalho do partido e desejar
a continuidade", afirma.
E Ponte de Lima?
"Se me pergunta se o Victor Fernandes continuaria a ser um excelente
presidente? Claro que sim. Tem feito um ótimo trabalho. Mas vamos perder o
rumo, ficar sem destino? Claro que não. O Vasco Ferraz [candidato que era
vereador na câmara] é um homem conhecido e reconhecido. A nossa aposta é
claramente no prosseguimento do trabalho feito".
"É uma questão
com duas faces, como se fosse uma moeda, temos sempre que olhar para esta
questão de dois prismas: a de estar na oposição e no poder. E o resultado? Os
eleitores decidem, é a democracia a funcionar", afirma.
Teresa Ruel,
professora de Ciência Política no ISCSP-UL, considera que "intuitivamente
faz sentido este alerta - o dos concelhos em risco - do ponto de vista
eleitoral dos partidos, até porque com leituras próximas, estudos de opinião,
acabam por ter uma visão mais fina da realidade local".
Filipe Teles,
professor de Ciência Política na Universidade de Aveiro, percebe a
"expressão feliz, mas interna dos partidos" porque a lei veio travar
os "fenómenos de resiliência partidária centrados na figura do presidente
de câmara, travar os mecanismos de apoio, as redes de influência que tornavam
as eleições seguintes mais fáceis. No fundo, beneficiar do histórico".
"E
repare", diz o investigador, "no final do terceiro mandato, e isto
está estudado, as obras e inaugurações... diminuíam".
"A principal
virtude da lei foi o de impedir o domínio de um só homem. Portugal mantinha,
até 2013, uma estabilidade de partidos e eleitos no poder local. Cá foi preciso
uma lei que não existe em muitos países europeus, não há muitos com essa
limitação porque existe uma rotatividade mais natural. Os sistemas eleitorais
diferentes, menos executivos, mais deliberativos, mais geradores de coligações
e até uma cultura democrática diferente permitem uma alternância natural",
afirma.
E o que mudou
nestes anos? Teresa Ruel considera "prematuro fazer um balanço em termos
de governação, ou qualidade da governação local pela introdução de uma barreira
legal de limitação de mandato do presidente de câmara. Sabemos que em 2013, 160
presidentes de câmara no exercício do poder, ficaram impedidos de concorrer a
novo mandato. Nestes 160 municípios [foram 41 em 2017], outros atores políticos
ganharam a posição cimeira autárquica, mas isto per se não nos diz que são
efetivamente "novos políticos" (podem ser vice-presidentes,
vereadores ou pessoal partidário das estruturas locais), que deram continuidade
à governação existente, pela substituição do presidente de câmara".
Uma coisa é o
objetivo da lei, outra é o resultado da sua aplicação. "A ideia da lei é
efetivamente desfossilizar o exercício de cargos públicos, permitir a renovação
das elites políticas locais, e a partir daí garantir um refrescar de equipas,
projetos, visões e perspetivas para os territórios e respetivas populações,
independentemente dos partidos políticos", mas não é sequer
"evidente" que a lei tenha permitido, de facto, criar uma alternância
significativa de cores partidárias. Ir para o concelho vizinho ou mudar de
partido são escapatórias comuns.
"Existiram
algumas dinâmicas no território, por exemplo, titulares do poder político num
determinado município em limitação de mandatos, que concorreram no município ao
lado (porque a lei limita apenas o mandato no município em que exercício o
poder à data de 2013), ou municípios onde o candidato alterou o partido pelo o
qual concorria", recorda.
quarta-feira, 18 de agosto de 2021
Coligação Unidos Por Mértoa e Pelas Pessoas - Nota de Imprensa 18/20
Nota de imprensa
A Coligação Unidos por Mértola após reflexão e debate
alargado sobre o problema estrutural da crise demográfica identificou um
conjunto de 10 medidas mais urgentes integradas na estratégia mais ampla definida no Manifesto
no âmbito da Parceria para o Repovoamento,
já oportunamente apresentada publicamente
Medidas Urgentes para
o Repovoamento
1. Constituição da parceria
alargada, para o repovoamento, incluindo entidades locais, regionais e
nacionais
2. Programa Integrado de
captação e fixação de mão de obra imigrante, incluindo contrato de trabalho,
alojamento temporário, serviços de apoio familiar, medidas de integração e
inclusão
3. Atribuição de Caixa
Mértola Bébé 1, 2 e 3 como incentivo à natalidade
4. Plano de acção
+Habitação: rendas acessíveis, casas de função, incentivos e apoios à
reabilitação,
5. Incentivos e benefícios
fiscais à fixação
6. Programa de captação e integração
da geração digital, de técnicos de saúde e de professores
7. Programa de formação
remunerada para empresários e trabalhadores desempregados do sector do turismo
8. Reforço e melhoria dos
serviços de saúde, educação, cultura, desporto, comunicações e transportes
9. Programa +Residentes de
captação de reformados nacionais e estrangeiros para 1ªs e 2ªs residências nos
montes e aldeias
10. Integração e fixação de investigadores
e técnicos da Estação Biológica de Mértola
Coligação Unidos Por Mértola e Pelas Pessoas - APRESENTAÇÃO DOS CANDIDATOS À CÂMARA MUNICIPAL DE MÉRTOLA | AUTÁRQUICAS 2021
JOÃO MIGUEL SERRÃO MARTINS
Candidato à Vereação da Câmara Municipal de Mértola.
"É essencial que não esqueçamos o nosso passado, a nossa história e o "projeto Mértola". Os potenciais associados à investigação e às atividades patrimoniais e culturais, deverão ser utilizados como fatores de diferenciação competitiva de Mértola, de forma a garantir uma melhoria da qualidade de vida e de bem-estar para a comunidade local, contribuindo assim para o desenvolvimento do nosso concelho."
@unidospormertolaepelaspessoas
terça-feira, 17 de agosto de 2021
Coligação Unidos Por Mértola e Pelas Pessoas - APRESENTAÇÃO DOS CANDIDATOS À CÂMARA MUNICIPAL DE MÉRTOLA | AUTÁRQUICAS 2021
Candidata
à Vereação da Câmara Municipal de Mértola.
“Por uma
participação ativa e informada dos munícipes na definição de estratégias, que
contribuam para o bem-estar da população e para o desenvolvimento do concelho,
de modo a garantir a igualdade de oportunidades e a justiça social.”
@unidospormertolaepelaspessoas
Coligação Unidos Por Mértola e Pelas Pessoas - APRESENTAÇÃO DOS CANDIDATOS À CÂMARA MUNICIPAL DE MÉRTOLA | AUTÁRQUICAS 2021
JORGE PULIDO VALENTE
Candidato à Presidência
da Câmara Municipal de Mértola.
“O Orçamento para o Bem Estar e a Felicidade irá,
através do Cartão +Rendimento, aumentar o poder de compra de muitas famílias e
o consumo no comércio local, dinamizando a economia e as empresas do concelho.”
@unidospormertolaepelaspessoas
sábado, 14 de agosto de 2021
Coligação Unidos Por Mértola e Pelas Pessoas - Nota de Imprensa - Medidas Urgentes de Política e Governação Municipal
Medidas Urgentes de Política e Governação Municipal
1. Criação das 8 parcerias estruturantes para o desenvolvimento.
2. Implementação de sistema de política e
governação municipal partilhada e participativa, de proximidade
com as pessoas, os trabalhadores da Camara e das Juntas de Freguesia, os
parceiros públicos e privados e as comunidades locais.
3. Reforço e valorização da intervenção da
Assembleia Municipal, incluindo atribuição de meios financeiros e logísticos.
4. Descentralização de competências e
designificativos meios financeiros para as Juntas de Freguesia no
âmbito do Orçamento para o Bem Estar e a Felicidade.
5. Reorganização dos Serviços Municipais,
contratação dos trabalhadores em falta e melhoria das condições de trabalho.
6. Valorização pessoal e profissional dos
trabalhadores da Câmara e das Juntas de Freguesia.
7. Atribuição, com base no acordo colectivo com
os sindicatos, dos 3 dias de férias retirados aos trabalhadores do município.
8. Retoma das reuniões periódicas com todos os
trabalhadores da Câmara para informar, ouvir e partilhar.
9. Criação do Provedor do Munícipe.
10. Reativação do Conselho Económico e
Sociale retoma das reuniões periódicas.
11. Funcionamento efectivo e regular dos
Conselhos Municipais previstos na lei.
12. Criação de
instrumentos inovadores de participação e cidadania.







