Vamos falar de


sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Obrigado João Serrão e António Cachoupo


Recebi hoje um "mail" cujo conteudo nao posso deixar de partilhar com todos:

Caras amigas, amigos e colegas.
Chega hoje ao fim, um percurso em que tive a honra de desempenhar o cargo de vereador e vice presidente da autarquia de Mértola.
Foi um prazer percorrê-lo em vossa companhia e, em conjunto, contribuirmos para que Mértola seja, a cada dia que passa, um local melhor.
Gostaria de vos deixar a todos e todas o meu agradecimento, pelo empenho e dedicação demonstrados, em prol do desenvolvimento nosso concelho e da nossa população.
Por ora, ficarei a trabalhar na Fundação Serrão Martins, e desta forma continuaremos bem próximos.
Mais uma vez obrigado.
Beijos e abraços para todas e todos.
/João Miguel Palma Serrão Martins/

Partilhar porque entendo que no momento em que se comemora a vitória do Partido Socialista nas ultimas autarquicas é também importante dizer obrigado aqueles que agora saiem e que ao longo dos ultimos anos muito fizeram pelo Concelho de Mértola, com esforço pessoal e dedicação. Em termos pessoais e profissionais quero deixar aqui o meu obrigado ao João Miguel Serrão Martins e obviamente também ao António Cachoupo antes de mais pelo trabalho que desenvolveram mas também pelo companheirismo, seriedade e amizade que sempre me demonstraram.
Obrigado João Miguel
Obrigado António Cachoupo

Espero que continuem a andar por ai.

Carlos Viegas

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Obrigado João Serrão e António Cachoupo


Recebi hoje um "mail" cujo conteudo nao posso deixar de partilhar com todos:

Caras amigas, amigos e colegas.
Chega hoje ao fim, um percurso em que tive a honra de desempenhar o cargo de vereador e vice presidente da autarquia de Mértola.
Foi um prazer percorrê-lo em vossa companhia e, em conjunto, contribuirmos para que Mértola seja, a cada dia que passa, um local melhor.
Gostaria de vos deixar a todos e todas o meu agradecimento, pelo empenho e dedicação demonstrados, em prol do desenvolvimento nosso concelho e da nossa população.
Por ora, ficarei a trabalhar na Fundação Serrão Martins, e desta forma continuaremos bem próximos.
Mais uma vez obrigado.
Beijos e abraços para todas e todos.
/João Miguel Palma Serrão Martins/

Partilhar porque entendo que no momento em que se comemora a vitória do Partido Socialista nas ultimas autarquicas é também importante dizer obrigado aqueles que agora saiem e que ao longo dos ultimos anos muito fizeram pelo Concelho de Mértola, com esforço pessoal e dedicação. Em termos pessoais e profissionais quero deixar aqui o meu obrigado ao João Miguel Serrão Martins e obviamente também ao António Cachoupo antes de mais pelo trabalho que desenvolveram mas também pelo companheirismo, seriedade e amizade que sempre me demonstraram.
Obrigado João Miguel
Obrigado António Cachoupo

Espero que continuem a andar por ai.

Carlos Viegas




terça-feira, 17 de outubro de 2017

Alentejo: o Desafio da Sustentabilidade


A abordagem territorial nos processos de planeamento e desenvolvimento, tem vindo a revelar-se, em
detrimento da sectorial, mais adequada na construção de soluções para resolver os constrangimentos que se colocam à competitividade, à coesão e à convergência, bem como às dificuldades de implementação de novos modelos de governação e de desenvolvimento.

Tendo por base essa perspectiva, a CCDR Alentejo tem procurado, através da definição de estratégias regionais em vários domínios, obviamente, alinhadas com as nacionais, territorializar as políticas públicasgovernamentais.

No âmbito desse trabalho foi identificado como um dos desafios mais relevantes, designadamente, pela sua transversalidade, a sustentabilidade do desenvolvimento  do e no Alentejo, nas suas diferentes. 

Analisaremos, neste primeiro artigo, 3 dessas dimensões que interagem entre si e com as restantes: a demográfica, a ambiental e a económica. 1. Dimensão sustentabilidade demográfica  Não sendo um problema específico do Alentejo, umavez que é comum a todos os territórios do interior e é já um fenómeno de dimensão nacional e até europeia, o despovoamento e o envelhecimento populacional na nossa região atingiram níveis preocupantes, senão mesmo dramáticos, dado que nalguns concelhos o limiar de ruptura já foi ultrapassado, verificando-se a extinção de núcleos populacionais, dos montes, num primeiro momento, e, agora, de aldeias para, em breve, se não houver uma intervenção mais profunda, estrutural, coordenada e convergente das políticas públicas, de vilas.

Numa região como o Alentejo em que o homem, as suas actividades mais tradicionais e a forma como ocupou e geriu o território, ainda são o guardião e os garantes da preservação dos recursos naturais e da paisagem, da sustentabilidade, é indispensável e inadiável, no mínimo, reduzir, senão suster, num primeiro momento, a perda demográfica para, numa 2ª fase, dar início a um processo de recuperação e rejuvenescimento. Nesse sentido, e não pondo em causa o mérito do Programa Nacional de Coesão Territorial, propõe -se a elaboração de uma Estratégia Regional de Mitigação e Adaptação à Baixa Densidade, alinhada com o referido programa e enquadrada numa política pública nacional de desenvolvimento regional, beneficiando, mas não se limitando, aos financiamentos dos fundos comunitários Pos 2020.

1. Dimensão sustentabilidade ambiental É conhecida e reconhecida a riqueza do património natural e a qualidade ambiental do Alentejo e todo o trabalho que tem sido realizado para a sua protecção, preservação e valorização. Por isso, se constitui como um dos pilares fundamentais da EstratégiaRegional de Especialização Inteligente.  No entanto, esta também é uma das regiões no País
que maior vulnerabilidade apresenta relativamente às alterações climáticas, aos processos de desertificação e respectivas ameaças e consequências, nomeadamente, ambientais.

Consciente desta fragilidade do território, e do que ela pode representar como dificuldade acrescida e ameaça ao desenvolvimento sustentável da região, a CCDR Alentejo , está a elaborar uma Estratégia Regional de Adaptação às Alterações Climáticas, numa parceria alargada com os actores regionais, quer públicos quer privados e, obviamente, alinhada com a estratégia nacional e integrando, naturalmente, as perspectivas subregionais, locais e sectoriais.

1. Dimensão sustentabilidade económica

O Alentejo tem conhecido nos últimos anos uma nova e crescente dinâmica de desenvolvimento económico, em resultado de projectos públicos estruturantes e financiamentos comunitários, geradores e indutores de investimentos públicos e privados quer na agricultura, quer na indústria, quer na produção de energia elétrica, quer ainda no turismo.

Na agricultura, ao regadio no perímetro do Mira juntou-se o do Alqueva e, mais recentemente, em Alcácer do Sal, os grandes investimentos em novos projectos hortícolas, os quais somados representam já, em termos de produção agrícola, uma fatia muito significativa na economia nacional.
Também na área industrial, seja no sector extractivo (minérios metálicos e não metálicos), seja no aeronáutico (cluster aeronáutico) ou ainda no dos combustíveis e derivados (Porto e ZIL de Sines), o
crescimento tem sido notório e intenso. O enorme potencial da região em termos de energias renováveis começa agora a ser explorado, sendo exponencialmente crescentes, quer em número quer
em potência de produção, os investimentos, nomeadamente, na área do solar fotovoltaico.

O crescimento do turismo no Alentejo é já um caso de estudo e é reconhecido o potencial de desenvolvimento ainda existente, no litoral, na zona de Alqueva e Baixo Guadiana e em todo os produtos turísticos que diferenciam e distinguem a oferta deste destino em todo o território regional. Porém, na perspectiva da sustentabilidade é necessário por uma lado avaliar os impactos sócio ecológicos de todos os projectos nos diversos sectores, para identificar os eventuais impactos negativos que é preciso minimizar e corrigir e os positivos que é necessário promover e potenciar e, por outro, incrementar e dinamizar o modelo de economia circular de modo a garantir a preservação dos recursos naturais. Com esse objectivo, a CCDRA, decidiu avançar com uma estratégia regional para a dinamização da economia  circular e com um grupo de trabalho para a avaliação dos impactos sócio ecológicos da agricultura intensiva

O desafio da sustentabilidade está, por isso, no centro da nossa estratégia de desenvolvimento regional, como factor fundamental e garante da competitividade, coesão e convergência.

Jorge Pulido Valente

Tomada de posse dos orgãos autarquico de Mértola


A cerimónia de tomada de posse dos novos órgãos autárquicos de Mértola terá lugar no dia 18 de outubro, pelas 18h30, no Cine-teatro Marques Duque.
O programa, para além da tomada de posse, inclui as intervenções dos presidentes da Assembleia e Câmara Municipal, a atuação do Grupo Coral Guadiana de Mértola e do Grupo Terra Bela, assim como, a primeira reunião da Assembleia Municipal.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Um “bom futebolista” que optou pela canoagem


“O sentimento mais gratificante que posso ter é o orgulho dos meus pais. Nunca me arrependerei das minhas opções, e sei que um dia, quando tiver filhos, eles se orgulharão do pai, tal como os meus pais fazem comigo”, confessou o canoísta internacional Bruno Afonso. O atleta do Clube Náutico de Mértola revelou também: “Estou contente com tudo o que já consegui mas ainda espero conquistar mais felicidade com o que está para vir”.
 Texto e foto Firmino Paixão

Bruno Afonso nasceu em Mértola, à beira do Guadiana. Tem 23 anos de idade e oito de dedicação à canoagem “O meu primeiro contacto com a modalidade foi engraçado, porque nunca tinha sentido nenhum interesse pela canoagem”, explicou.
 Já experimentara vários desportos, contudo, “no verão, os meus amigos iam tomar banho para o rio e eu ficava em casa, a minha mãe não me permitia. Então, encontrei uma solução, vim para a canoagem porque, no final do treino, sabia que daríamos uns mergulhos no rio”. E foi assim durante três anos: no verão remador, no inverno futebolista do Guadiana de Mértola, até ser advertido pelo treinador do Náutico que, por causa daquele vai vem, não o aceitaria mais no clube. “Mas à terceira vim para ficar, foi de vez, construi ambições muito fortes e dediquei-me apenas à canoa, mas eu até era bom futebolista”.
A opção definitiva pela canoagem coincidiu com a chegada a Mértola do treinador húngaro Tamas Homoki, contou Bruno Afonso, assumindo que: “Confiei muito nele, a sua vinda tinha sido uma boa aposta do clube. Sempre pensei que ele me iria potenciar, então, aproveitei bem os seus ensinamentos para me lançar para bons resultados e cá estou”.
Com o rio Guadiana tão perto e com a dinâmica do Clube Náutico, a canoagem é uma opção natural para os jovens locais. Bruno Afonso disse até que “o que me fascina é disfrutar das paisagens. Cada lugar onde remamos tem sempre a sua beleza, a natureza oferece-nos essas maravilhas e nós só queremos fruir o rio. Sentir o barco a deslizar pelas águas é um momento único, um momento de sensações que nos dão tanto prazer que não encontro em nenhum outro desporto, em nenhum outro lugar”.
 Desde sempre que o Náutico de Mértola foi o ancoradouro das suas ambições: “E continua a ser, estudava em Mértola, por isso, era uma opção natural, mas o clube não me apoiou só durante a formação, o clube está sempre presente e apoia-me em tudo o que preciso. Devo muito ao Náutico de Mértola e acredito que no futuro a nossa relação continuará igual”.
 A dedicação foi crescente e o retorno foram os bons resultados e a chamada às seleções: “Foi uma evolução rápida, face à competência do treinador Homoki, interiorizei que só tinha que cumprir as suas orientações e, nesse ano, na primeira prova de aferição para as seleções nacionais entrei logo, daí para a frente só falhei uma época e já lá vão mais de oito anos”.
 Uma carreira feita de regatas em competições nacionais, campeonatos da Europa e do Mundo, conhecendo novos lugares e valorizando-se como atleta: “Quando era júnior pensei que tudo ficaria por ali, nunca imaginei que o melhor estaria para vir, não me passava pela cabeça que ainda participaria em tantas provas internacionais, que conheceria tantos países e tantos atletas formidáveis com quem competi”.
E tem valido a pena porque, além das medalhas que, sendo importantes, não são tudo o que a modalidade lhe tem oferecido, sublinhou: “Tenho memórias muito gratificantes, só de pensar nisso até me arrepio, para além da experiência competitiva fica o convívio, a partilha da amizade, um dos melhores momentos que vivi na canoagem foi em 2016, na Bielorrússia, onde o meu amigo Tiago Tavares foi campeão do mundo. Vê-lo subir ao pódio e ouvir o hino foi algo inesquecível, não era eu que lá estava, mas foi um dos momentos mais emotivos que tive na canoagem”.
 Falta-lhe um título europeu ou mundial, mas haverá tempo para lá chegar? “Treino todos os dias com essa ambição, lutarei sempre para o conseguir, mas também tenho noção de que noutros países as realidades são outras”.

 Bruno Afonso tem o estatuto de alta competição, vive na residência universitária no Centro de Alto Rendimento da Federação Portuguesa de Canoagem, em Montemor-o- -Velho, em cuja pista treina. Estuda em Coimbra, licenciou-se em Engenharia Informática e frequenta o mestrado. Entretanto integra o Projeto Olímpico, com os olhos postos em Tóquio 2020, por isso, deixa um recado aos jovens do seu clube para quem se considera já um exemplo: “Tenham ambição para irem mais além, com muito trabalho e dedicação tudo é possível, basta que acreditemos”.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Clube Náutico de Mértola - Mais uma medalha nos Nacionais


O Clube Náutico de Mértola participou este fim de semana na 2ª Etapa do Campeonato Nacional de Velocidade em Canoagem. Os atletas António Fernandes e Manuel Inácio em c2 1000 metros Juniores alcançaram a medalha de Bronze. António Fernnades participou ainda na C1 !000 tendo alcançado ao 6º Lugar na Final A. Por sua vez Manuel Inacio atingiu a semi.final na mesma distancia.

Apesar das dificuldades que tem enfrentado ao longo das duas ultimas duas épocas o Clube Náutico de Mértola alcançou coletivamente o 28º lugar neste Campeonato entre os 51 Clubes participantes.

Coletivamente o título nacional de clubes na disciplina de Regatas em Linha foi para o Náutico de Ponte der Lima que venceu as duas provas e totalizou 4320 pontos, seguido pelo Prado com 3248 e na terceira posição pelo Crestuma com 1980 pontos.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Arqueologia na Casa Côr de Rosa - de surpresa em surpresa


Mais de cem pessoas estiveram ontem presentes para assistir á apresentação dos achados arqueológicos que têm vindo a ser trazidos á luz do dia numa escavação de emergencia. Discutiu-se qual o possivel futuro  das estruturas e achados que são claramente de grande importancia e merecem uma atenção particular.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Escavações na Casa Cor de Rosa - Visita Guiada


O Campo Arqueológico de Mértola promove no dia 3 de agosto ás 21 horas uma visita guiada ás escavações arqueológicas que estão a decorrer na Casa Cor de Rosa de Rosa em Mértola.

sábado, 29 de julho de 2017

Boletim Municpal nº 45

Avós


"A avó Clementina era uma mulher alta, mas não era altiva. Não dava ordens. Convencia os netos com palavras mornas e todos faziam o que ela queria. Tinha só um dente, bem no meio da boca, o que lhe dava um aspecto cómico e usava o cabelo apanhado num carrapito. E ria, ria muito. Talvez de nervoso, talvez de insegurança, talvez por saber pouco das alegrias da vida. A avó dizia coisas muito engraçadas e por vezes trocava o que queria dizer por palavras completamente desadequadas às situações, como por exemplo dar os parabéns a uma viúva em vez dos pêsames ou chamar a vizinha mais próxima porque tinha um bicho em casa e não sabia muito bem se era cobra ou se era iró. Os serões em casa da avó, à volta da braseira, comendo fatias de ovo, eram a única coisa que amenizava o frio e o cinzento do inverno, que ela detestava. A avó Clementina, por vezes perdia a paciência e quando não nos conseguia acalmar ou nós não lhe obedecíamos, dizia à laia de ameaça velada “Não sejas revenhosa…” Fosse lá o que fosse o significado da palavra, resultava.
Quando eu era miúda, a casa dos tios era o melhor das férias grandes. Ir para a horta regar, ver os animais, brincar e correr em liberdade pelos campos, era uma felicidade. Estar com as primas era tão bom. E havia a avó Inês. A avó Inês era calma, serena, tinha um sorriso encantador e uma voz tão doce. A sua paciência era ilimitada e permitia-nos não ter muitos horários nem muitas regras. Lutadora, em tempos difíceis de privações, criou os filhos sozinha, pois a viuvez veio precoce. Como a avó era muito baixinha, eu sentia-me já grande e muito importante pois estava quase da sua altura. Os jantarinhos feitos na panela de barro e cozinhados lentamente na lareira eram inigualáveis e ainda hoje lembrados quando se fala do passado. A avó Inês foi a melhor contadora de histórias do mundo. À noite, pela fresca do serão ou à luz do candeeiro a petróleo, reuniam-se as primas para ouvir as histórias contadas com a magia da voz da avó. O touro azul, A formiga rabiga e as histórias com príncipes e princesas e palácios faziam as delícias e aguçavam a imaginação e o sonho… E o soninho vinha tranquilo. 
Tenho saudades das Avós…"
Celeste Contente 26/07/2017


quarta-feira, 26 de julho de 2017

Canoista de Mértola no Mundial de Juniores e sub23


Bruno Afonso, canoísta do Clube Náutico de Mértola integra mais uma vez a Equipa Nacional de Velocidade, que já se encontra em Pitesti – Roménia onde participará j no Campeonato do Mundo de Júniores e Sub23.

Bruno Afonso faz tripulação com Marco Apura do Clube Náutico de Crestuma e prevê-se a participação em Sub 23 , C2 500 e 1000.

Aguardamos com expetativa os desempenhos do canoísta de Mértola e seu parceiro bem como da restante equipa nacional

Informações complementares no Site da Competição

terça-feira, 25 de julho de 2017

Canoagem - Campeonato Nacional de Velocidade


Disputou-se no passado fim de semana em Montemor-o-Velho a primeira fase do Campeonato Nacional de Velocidade tendo o Clube Náutico de Mértola participado com 6 atletas.
Coletivamente o Clube de Mértola classificou-se em 20º lugar entre 37 clubes participantes.
Os resultados de destaque alcançados pelos canoístas mertolenses foram os seguintes:
C4 Cadetes 1000m
3º Lugar – MEDALHA DE BRONZE - Diogo Godinho/Miguel Batista/Mário Bento/Rafael Gomes
C2 Cadetes 1000 metros
4º Lugar – FINAL A – Diogo Godinho / Miguel Batista
K1 Cadetes 200 metros
7º Lugar – Final B – Henrique Domingos
C1 Cadetes 1000 metros
9º Lugar – Final A – Miguel Batista
5º Lugar – Final B – Diogo Godinho
6º Lugar – Final B – Rafael Gomes

Participou ainda Tiago Martins que não logrou alcançar ainda qualquer final.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Há Festa no Largo - Iniciativa Solidária





Imprevistos e tragédias podem acontecer a qualquer pessoa, mas algumas vezes são mais graves e, nesses momentos, todos sentimos como se fosse connosco, com a nossa casa, com o nosso negócio ou com a nossa vida. Mas como tristezas não pagam dívidas, mas a nossa alegria sim, no dia 21 de junho, vamos todos ajudar: e com uma Festa de arromba! Para que o recomeço seja mais leve e também mais feliz.
Gaspachada |
Tapas e bebidas frescas |
Animação musical |
Sorteio de Cabaz de Produtos Locais |
muita alegria!
PARTICIPE, TRAGA A FAMÍLIA E OS AMIGOS!
Mais informações: Associação de Empresários do Vale do Guadiana