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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Exposição "Arquitectura de Mértola entre Roma e o Islão"


Encontra-se patente, desde o dia 2 de Dezembro, na sede do Campo Arqueológico de Mértola (Casa Amarela) a Exposição "Arquitectura de Mértola entre Roma e o Islão". Fazem parte desta exposição peças de arquitectura, cerâmicas, metais e painéis informativos, os quais concedem uma panorâmica sobre a ocupação do território na Antiguidade Tardia. São apresentados dados sobre intervenções recentes, ao mesmo tempo que se retomam as conclusões de escavações mais antigas.

A mesma irá estar patente, neste local, até Abril de 2011.

A entrada é gratuita

CAL- Cultura Alentejo




No segundo ano do projecto CAL – Cultura Alentejo – Rede Intermunicipal de Cineteatros, após um ciclo de iniciativas de natureza diversificada nos municípios que integram esta Rede, arriscamos afirmar que o sucesso deste projecto pode-se constituir como uma porta aberta para iniciativas semelhantes, em que o trabalho em parceria, a criação de públicos e a descentralização cultural são bem reais. E, não é demais repeti-lo, que o desenvolvimento local sustentado passa em grande medida pela componente cultural.

A programação para os próximos meses reforça a aposta numa programação cultural eclética e certamente do agrado de todos. Destacamos a Co-produção da Rede, concebida pelo Paulo Ribeiro, a propósito do centenário do nascimento de Manuel da Fonseca, efeméride que está a marcar a agenda cultural do Alentejo. Trata-se de um espectáculo multidisciplinar e é uma oportunidade para promover incontornável obra literária do escritor e poeta, que tão bem retrata o Alentejo, a sua história e o seu povo. A não perder.

Para terminar, refiro que a Rede é constituída pelos municípios de Beja, Castro Verde, Cuba, Mértola, Santiago do Cacém e Serpa e é co-financiada pelo FEDER, através do Programa Operacional INAlentejo.


João Rocha
Presidente da Câmara Municipal de Serpa
(município líder do Programa de Acção)

in
Site do CAL

Teatro no Marques Duque


sábado 21:30h

Cinema no Marques Duque


sexta-Feira 4 de fevereiro 21:30h

Clique aqui para ver o resumo do filme

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Presidenciais 2011- Direita mais perto do sonho?

"A campanha para as eleições Presidenciais de 23 Janeiro último, e o respectivo acto eleitoral que conduziram à reeleição de Cavaco Silva, já lá vão! Mas a votação expressiva no candidato eleito, e sobretudo as respectivas “consequências”, teremos que aguardar para as conhecer, em pormenor. Sim, em pormenor, porque muito se pode, desde já, adiantar. Em 1º lugar a “vitória” da abstenção. Contudo a abstenção não engloba aqueles que não querem contribuir para a decisão? Que deixam os outros decidir por eles? Há que respeitar o eventual sinal de protesto, mas que conduz a alguma alteração?

Recomeçando então pela votação expressiva em Cavaco Silva: - Os Portugueses estariam assim tão satisfeitos com o seu desempenho no 1º mandato? Contentes com uma magistratura de silêncios? Com os “famosos alertas”(de que tanto se gaba Cavaco) relativamente à crise, que nem demos por eles? O que evitou o Sr.Professor de Finanças? Que aumentasse a dívida pública, que aumentasse o desemprego, que fossem retirados direitos sociais? Evitou que a austeridade penalize os mesmos de sempre? Evitou que aqueles que auferem grandes vencimentos passem quase sem dar pela crise? Não, os Portugueses não são masoquistas, não gostam de sofrer e sentir, cada vez mais, as suas vidas a andarem para trás. Ah esquecia-me! Da feroz crítica de Cavaco durante a campanha eleitoral, à redução dos salários dos funcionários públicos, depois de ter promulgado a lei. A isso chama-se o quê? Pelo menos, hipocrisia! Mas os Portugueses serão ingénuos?

Como é possível que, passados 36 anos do 25 de Abril, um candidato de direita reúna mais votos que todas as outras 5 candidaturas? Cavaco Silva não ganhou apenas com os votantes do PSD e CDS/PP. Então e todos os outros? Mas os Portugueses não são críticos, não pensam por si? É fácil manobrar uma grande faixa do eleitorado e levá-los a ter suspeitas e desconfiança? E os factos, mais que reais, comprovados do BPN e das acções da SLN do Prof. Cavaco, que tanto o ofenderam, como se mentiras se tratasse, não puseram os Portugueses a questionar?

Por outro lado, há que reflectir sobre os resultados da candidatura de Manuel Alegre. Sempre tive a opinião que Manuel Alegre, que apresentou a sua candidatura sem quaisquer apoios partidários, se devia manter como tal, como em 2006. É certo que o BE e o PS expressaram os seus apoios mais tarde, e que o candidato não devia/podia recusar, mas isso, só o prejudicou. Porque, sendo Manuel Alegre o mesmo, defendendo os mesmos princípios e valores, um Homem livre, como a sua vida recente e passada demonstram, logo as outras candidaturas intoxicaram o povo colando Manuel Alegre ao Governo e ao PS, tentando e pelos vistos, conseguindo, que os Portugueses desconfiassem não ser genuíno, aquilo que sempre, sempre defendeu, antes e pós o 25 de Abril, e tentando-o responsabilizar pelas medidas de austeridade, algumas pondo em causa a justiça social, tomadas pelo Governo PS.

E o Partido Socialista o que fez? Apoiou formalmente a candidatura de Manuel Alegre, mas a sua participação activa na campanha eleitoral foi muito insípida, só acompanhando o candidato… E pelo país, pelos concelhos, pelas freguesias? Muito pouco se viu e sem força anímica, sem garra, sem entusiasmo. Na nossa região, até foi insólito! A carta da Federação do Baixo Alentejo do PS, mobilizando os militantes do PS, chegou às suas caixas de correio no último dia de campanha. Isso mesmo, dia 21 de Janeiro. Perante os resultados eleitorais, teremos que concluir que: o PS ajudou Cavaco Silva a ser reeleito, pela ausência de mobilização e porque não afirmar: com votos, muitos votos. Mas que ironia! Na noite eleitoral o candidato reeleito foi extremamente hostil com os adversários e nem se afirmou o Presidente de todos os Portugueses. Isso corresponde à estabilidade, também falada nessa noite?

Foi assim! O PS contribuiu para a direita estar mais perto de realizar o seu sonho: um Presidente, uma Maioria, um Primeiro-ministro. As consequências, essas serão sentidas pelo Povo, quando o estado social for mandado às malvas. Mas que importa isso? O Povo já está habituado a viver mal, (dizem vergonhosamente alguns), o que interessará será a manutenção dos “lugares quentinhos”, nem que para isso se tenham de encostar ao PSD."

Por
Eugénia Alho, ex-deputada do PS
in

Novo número do "Espaço*Info"


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Cultura Itinerante continua com “Estórias do Serafim” em S. Pedro de Sólis e Boisões


A iniciativa Municipal Cultura Itinerante continua a levar as “Estórias do Serafim” a várias localidades do concelho. Este sábado, 5 de Fevereiro, decorrem dois espectáculos. O primeiro terá lugar, às 14h30, na Escola Primária de S. Pedro de Sólis, e o segundo, às 17h00, no centro Cultural de Boisões, freguesia de S. Sebastião dos Carros.

A Cultura Itinerante é uma actividade promovida pela Câmara Municipal que teve início em 2010 e que irá continuar em 2011, com iniciativas culturais variadas. O objectivo desta acção é levar a cultura ao encontro das populações, promovendo espectáculos nas suas localidades.

Redução de deputados. PS contra governo

Deputados socialistas criticam proposta. Seria "um desastre total", afirma o presidente da comissão de Assuntos Constitucionais.

A proposta do ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão, para reduzir o número de deputados não foi bem recebida no grupo parlamentar do PS. Os parlamentares socialistas lembram que o tema não está na agenda política e que uma alteração desta natureza iria afectar os partidos mais pequenos.

O socialista Osvaldo de Castro, presidente da Comissão dos Assuntos Constitucionais, garante ao i que, se o PS avançar com qualquer iniciativa nesse sentido, vai bater-se para que "a situação se mantenha como está" e considera mesmo que uma redução para 180 deputados seria "um desastre total". "Jorge Lacão não está a pensar em termos dos interesses do Estado e dos interesses dos órgãos institucionais", afirma Osvaldo de Castro com a convicção de que seria "colocar em causa a pluralidade do regime político".

Outro argumento do deputado socialista para discordar da redução de deputados é a impossibilidade de garantir a proporcionalidade. "Uma redução para o mínimo constitucionalmente permitido abrirá o caminho a apenas dois partidos fortes. Vamos querer esmagar os mais pequenos?", questiona Osvaldo de Castro, convicto de que "muitos socialistas" continuam a pensar que não se justifica qualquer alteração à lei para reduzir o número de deputados.

O presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais argumenta que "os partidos mais pequenos ficariam com quatro ou cinco deputados", lembrando que actualmente o CDS tem 21 parlamentares, o BE tem 16 e os comunistas elegeram 15.

Também o deputado socialista Vitalino Canas, que participou nas reflexões internas dentro do PS sobre esta matéria, afirma ao i que "uma redução radical pode pôr em causa a proporcionalidade" e lembra que a "questão da reforma eleitoral foi abandonada da agenda do PS, tendo em conta que "não há evidência de que o sistema eleitoral seja desadequado".

"Os estudos têm demonstrado que com uma redução radical, em 40 ou 50 deputados, a proporcionalidade poderia ficar seriamente afectada. Uma redução para 180 teria consequências a nível dos partidos de menor dimensão", diz Canas, lembrando que "essa questão tem sido mais suscitada por outros partidos". "Parece-me que é um tema que não está na agenda do PS"; conclui Vitalino Canas.

As declarações do ministro dos Assuntos parlamentares apanharam de surpresa a maioria dos deputados socialistas, já que o partido sempre se opôs a mexidas no número de deputados. Os socialistas aceitaram que a Constituição passasse a prever o mínimo de 180 deputados, mas na convicção de que o PS nunca daria acordo a uma quebra tão significativa no número de parlamentares - que para ser concretizada necessita do apoio dos dois maiores partidos.

O vice-presidente da bancada parlamentar do PS, Ricardo Rodrigues, remete uma discussão sobre esta matéria para o congresso do partido, que vai realizar-se nos dias 8, 9 e 10 de Abril, no Porto, e esclarece que o grupo parlamentar do PS não está a estudar qualquer iniciativa nesse sentido. "Não há nenhuma decisão, nem apontamos para nenhum número em concreto, mas o congresso poderá debruçar-se sobre isso. Não vejo que seja útil antes", diz ao i Ricardo Rodrigues, que não exclui a possibilidade de os socialistas viabilizarem esta reforma.

Mais do que no PS foi entre os sociais--democratas que a proposta de Lacão foi bem recebida. "Se o PS, que se tem mostrado sempre avesso a estas alterações, estiver disponível para elas, excelente", disse, no final das jornadas parlamentares, Pedro Passos Coelho, defendendo que essa redução pode ser para 180, como está previsto na Constituição ou mesmo para menos, desde que haja disponibilidade dos socialistas para mexer na Lei Fundamental.

Já os bloquistas acusaram o PS de estar a ceder às "exigências do PSD". José Manuel Pureza defendeu que qualquer diminuição do número de deputados é batota eleitoral e representa um "empobrecimento muito grande da democracia". O PCP e o CDS também são contra qualquer alteração.

por
Luís Claro, Publicado em 02 de Fevereiro de 2011
in
Ionline

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

No rescaldo das presidenciais, sem surpresas!

Cavaco Silva foi eleito à primeira volta. Sem surpresas.

Manuel Alegre ficou abaixo da votação obtida nas últimas presidenciais. Sem surpresas.

Dos resultados obtidos pelos candidatos Francisco Lopes e Defensor Moura, também nada há de relevante a acrescentar. O primeiro recebeu, como se esperava, os votos dos seus camaradas de partido, em obediência à disciplina partidária. Ambos falharam o objectivo que se propuseram de levar Cavaco Silva à segunda volta, mostrando a irrelevância das respectivas candidaturas na disputa em causa. Sem surpresas, pois.

Surpresas, talvez, apenas duas. A primeira, a votação obtida por Fernando Nobre, o homem que disse candidatar-se em nome da cidadania, esse valor que mais alto se levanta. A segunda e, em minha opinião, por razões contrárias, a candidatura de José Manuel Coelho, que atinge, sobretudo, na Madeira, votações impensáveis. E preocupantes, para aqueles que têm da política uma ideia de serviço público. E nobre. E já agora, e não menos importante, a ideia de que se trata duma coisa séria. O que para alguns foi a introdução do humor na campanha presidencial, para mim foi a descredibilização da política, em geral, e da função presidencial, em particular.

Como pretender mobilizar as pessoas para uma campanha, apelando à sua participação e pedindo o seu voto, quando um dos candidatos se dirige ao país, aos eleitores, como se estivesse num circo? Como responder aos apelos para votar nas eleições para o mais alto magistrado da Nação, aquele que nos representará enquanto povo e enquanto país, quando um dos meios de publicidade da respectiva campanha é um carro funerário? O que ganhou, cada um de nós, com este espectáculo pago com o dinheiro que nem sequer é o dinheiro de todos nós, mas o dinheiro que não temos e, não tendo, acresceu à nossa dívida, essa, sim, a dívida de todos nós, aquela que vamos ter de pagar.

Com campanhas como esta, a ocupar jornais e telejornais, arredada da questão central que deveria ser o que pode o país esperar da acção do Presidente face aos poderes que lhe confere a Constituição, e face aos grandes e graves problemas que o país atravessa, como esperar uma maior mobilização dos portugueses?

Por isso, é também sem grande surpresa que olhamos para a taxa de abstenção, uma das mais elevadas de sempre que, agora, para não se admitirem várias culpas próprias, se atribui, em grande parte, às temperaturas muito baixas que se fizeram sentir no passado domingo e terão afastado muitos das urnas.

A campanha terminou. Mas é preciso não encerrar, de vez o processo e reflectir sobre algumas escolhas e sobre a actuação de alguns agentes políticos. Mas é também tempo de reflectir e questionar o papel dos media em todos este processo. Como referiu, a propósito, António Vitorino, a comunicação social gosta mais de casos do que de causas. São os casos que vendem e não as causas e a imprensa, na maior parte dos casos, resume-se a um negócio. E, o que é mais grave, é que essa mesma imprensa, sempre tão lesta a falar dos negócios de toda a gente, não gasta tinta a falar dos seus. Sem surpresa, também.

Com tamanha previsibilidade, quase apetece perguntar:

– Não podíamos ter deixado tudo como estava e poupavam-se nove milhões de euros?

Por
MARIA FERNANDA ROMBA

Autarquia e La Sabina assinam escrituras de doação e permuta de espaços na Mina de S. Domingos


A Câmara Municipal de Mértola e a empresa La Sabina assinaram a 27 de Janeiro as escrituras públicas de doação e permuta de espaços na Mina de S. Domingos, onde se incluem zonas para futuro investimento municipal, como é o caso do novo loteamento na localidade e das construções conhecidas como “anexos”, bem como dos espaços públicos.

As negociações com a La Sabina, empresa proprietária dos terrenos, decorreram durante alguns anos. A Câmara Municipal congratula-se com a concretização deste objectivo, que marca uma nova etapa na história da Mina de S. Domingos, no seu desenvolvimento e na melhoria das condições de vida dos seus habitantes.

Arte Non Stop e 7.º Aniversário da Casa das Artes Mário Elias



De 1 a 12 de Fevereiro decorre em Mértola a iniciativa cultural Arte Non Stop e a celebração do 7.º aniversário da Casa das Artes Mário Elias. A criatividade e a inovação são as principais propostas deste evento. Aqui a arte é posta à prova através da sua experimentação, partilha e difusão. Música, vídeo, cinema, artes plásticas, escultura workshops, dança, entre outros são alguns dos ingredientes desta iniciativa. Provocar os sentidos é um dos principais objectivos.

A Casa das Artes Mário Elias e o Cine-teatro Marques Duque são os palcos de um conjunto alargado de iniciativas, em que a população é convidada a participar de forma directa.

As actividades programadas são as seguintes:

- Exposição de Pintura e objectos “Elos de Corpo-luz” de Susana Lemos, até dia 12 de Fevereiro, Casa das Artes Mário Elias;

- Ateliers de Pintura, 1 a 12 de Fevereiro, Casa das Artes Mário Elias;

- Workshop “Escrita de Luz – um percurso pela arte fotográfica”, com Pedro Horta, 5 e 6 de Fevereiro, Casa das Artes Mário Elias;

- Teatro “Fábulas Fabulosas”, com o Grupo de Teatro Artepública, 5 de Fevereiro, 21h30, Cine-teatro Marques Duque (Com o apoio da Rede CAL);

- Comemorações do Dia dos Namorados – Tertúlia Violência no Namoro, 10 de Fevereiro, 21h00, Casa das Artes Mário Elias;

- Hip-hop Concerto com Boss AC, 12 de Fevereiro, 21h30, Cine-teatro Marques Duque (Com o apoio da Rede CAL).

Um bom motivo para passar pela Biblioteca


AGUALUSA, José Eduardo – Milagrário pessoal. Lisboa: D. Quixote, 2010

Exímio contador de histórias, José Eduardo Agualusa, apresenta-nos, neste seu Milagrário, uma história de amor, entre um homem e um mulher que, para lá de ser o pretexto para o contar de muitas outras história...s é, também, uma declaração de amor à língua portuguesa, na sua multiplicidade de falares.

Viagem da jovem linguista, Iara, e do velho professor, em busca de novas palavras, que é, simultaneamente, uma viagem pela história da nossa língua, pelos locais e culturas que alimentaram a sua enorme riqueza.

Para mais informação, consultar:

Governo quer rever o mapa autárquico

A extinção de freguesias em Lisboa acabou com tabu. Agora, Sócrates pretende alargar ao País o que fez CML.

Cinco anos depois, o Governo foi buscar ao fundo da gaveta o plano para redesenhar o mapa de autarquias. O acordo fechado na semana passada por António Costa em Lisboa quebrou o tabu da extinção de freguesias. À boleia da capital, José Sócrates quer alargar a questão a nível nacional. Espera apenas que chegue a Primavera.

A intenção do Governo foi comunicada terça-feira aos deputados pelo secretário de Estado da administração local. José Junqueiro explicou ao DN que o Executivo parte "sem pressupostos ou ideias preconcebidas", mas espera levar o debate a bom porto.

"Aquilo que vamos fazer é lançar a discussão. Queremos pensar o território como Lisboa pensou o seu. Vamos debater para encontrar um modo de organização administrativa mais eficiente."

Depois do Parlamento, o Executivo passa este mês aos contactos com as associações de municípios e freguesias para que designem os seus representantes. Convencer os autarcas a redesenhar o mapa é o principal desafio.

Em Novembro passado, ainda o plano era apenas "murmurado", já o presidente da Associação de Municípios enviava um recado ao poder em Lisboa contra a tentação de fundir ou extinguir municípios. "Não são os loucos de Lisboa que nos dizem onde vamos viver", afirmava Fernando Ruas ao DN.

In
Diário de Noticias
por HUGO FILIPE COELHO
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Ovibeja 2011 já tem confirmados muitos expositores


A 28ª edição da Ovibeja já está em marcha. O programa da maior feira agrícola portuguesa, que este ano decorre entre 4 e 8 de Maio, está a ser consolidado tendo como tema central o Ano Internacional das Florestas.

A organização – A Associação de Criadores de Ovinos do Sul – já está a receber inscrições de organismos públicos e privados o que, a atestar pelo interesse já confirmado, permite constatar que a Ovibeja vai passar, mais uma vez, ao lado da crise.

Sempre na procura da excelência, da afirmação das potencialidades da agricultura e do mundo rural, a Ovibeja é muito mais do que um certame onde se mostram e promovem os projectos de sucesso. A Grande Feira do Sul é um fórum político e de cidadania, espaço de inovação, de negócio e de troca de experiências, palco de muita animação e de convívio, ponto de encontro e de partilha das várias gerações que vão crescendo com a Ovibeja.

A decorrer no Parque de Feiras e Exposições, a Ovibeja afirma-se pela conciliação entre as raízes do mundo rural e a modernidade, entre o saber fazer e o saber crescer por via da investigação científica e tecnológica, entre a identidade social e cultural e a abertura a novos desafios.

A 28ª edição da Ovibeja está a ser delineada para receber mais de mil expositores e, entre muitas outras propostas, apresenta os melhores produtos regionais, exposições temáticas, fóruns de discussão e aprendizagem, exposições e concursos de ovinos, bovinos e suínos, desportos equestres, espectáculos de referência e animação para todos os gostos. A gastronomia alentejana e de muitas regiões do país continua a ser uma referência, a par das tradicionais tasquinhas de comes e bebes em ambiente descontraído onde a festa acontece até de madrugada.

Com “Todo o Alentejo Deste Mundo”, a Marca Ovibeja aí está em mais uma edição, de braços abertos a todos quantos queiram fazer dela a sua Ovibeja.
Nota de Imprensa da Organização

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