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sexta-feira, 12 de março de 2010

Uma estratégia sindical?


Sob o título « Sindicato do Ministério Público forçou processo a Lopes da Mota», o jornal i, na sua edição de ontem, em notícia assinada por Inês Cardoso, dá conta da existência de uma estratégia sindical, a propósito das chamadas pressões que o procurador Lopes da Mota terá exercido sobre os procuradores encarregados do caso Freeport.

Veja aqui a notícia completa.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Nota de Imprensa - PS Mértola


NOTA DE IMPRENSA

Eleição Intercalar para a Assembleia de Freguesia de Mértola

Como é do conhecimento público, no próximo dia 18 de Abril, a freguesia de Mértola vai a votos em consequência da rejeição pelos eleitos da CDU e do XI, de todas as propostas apresentadas pelo PS no acto de instalação da Assembleia de Freguesia.

Como também é do conhecimento geral, a Junta está a ser gerida por uma Comissão Administrativa nomeada pelo Sr Governador Civil, composta por dois elementos do PS e um da CDU, proposta esta aceite pela CDU, partido que aceitou integrar a Comissão, quando tinha rejeitado fazer parte do executivo da Junta.

No próximo dia 20 de Março (sábado), pelas 14,30 horas, terá lugar no Cine Teatro Marques Duque, em Mértola, a apresentação da lista do Partido Socialista às eleições intercalares para a Freguesia de Mértola que integra todos os elementos da lista anterior, honrando, assim, a vontade da maioria dos eleitores que deram a vitória ao PS.

O programa já aceite pela população terá pequenos ajustamentos em consequência dos 6 meses já decorridos.

Para além das intervenções políticas seguir-se-á um convívio com animação musical, para a qual convidamos toda a população e a comunicação social.

Mértola, aos 8 de Março de 2010
O Secretariado

CDU já tem lista para a Junta de Freguesia de Mértola

A CDU volta a apostar em César Neves e já entregou no Tribunal, todos os elementos necessários à formalização da candidatura. A CDU faz saber, em nota de imprensa, que já entregou no Tribunal da vila museu, todos os elementos necessários à formalização da candidatura à Assembleia de Freguesia de Mértola, cujas eleições estão marcadas para 18 de Abril.

Recorde-se que os candidatos da CDU, PS e Movimento Independente de Mértola, eleitos nas autárquicas de Outubro de 2009, não chegaram a acordo para a composição do Executivo da Junta, com troca de acusações de parte a parte e os socialistas, que tinham conseguido mais votos, acabaram por renunciar ao mandato. Durante estes cinco meses a Junta de Freguesia tem estado a ser gerida por uma “comissão administrativa”.

A lista da CDU volta a ser encabeçada por César Neves e apresenta alguns elementos novos. Relativamente ao programa eleitoral Miguel Bento, mandatário da lista da CDU, afirmou que a base é a mesma relativamente ao documento que foi apresentado ao eleitorado, em Outubro do ano passado, ainda assim, vai contemplar alguns ajustamentos.

terça-feira, 9 de março de 2010

O efeito ventoinha e a verticalidade de um Alentejano


Henrique Granadeiro, antigo Chefe da Casa Civil de Ramalho Eanes e actual chairman da PT, um confessado liberal a quem nada o liga ao Partido Socialista, disse hoje no Parlamento, perante a Comissão de Ética:

"Houve fortíssima pressão política" (da parte de Morais Sarmento, ministro da Presidência durante o Governo de Coligação PSD/CDS).

Segundo Granadeiro, Morais Sarmento exigia o sacrifício dos jornalistas Leite Pereira (director do Jornal de Notícias), Pedro Tadeu (24 Horas) e Joaquim Vieira (Grande Reportagem).

Perante tal exigência, Henrique Granadeiro, um rijo alentejano, então presidente da Lusomundo - empresa que detinha aqueles jornais -, demitiu-se. Clique aqui para ver a notícia.

Pois é: quando se atira lama para a ventoinha, nunca se sabe quem é que ela vai atingir...

Resumo da Taça de Portugal de Maratonas I

segunda-feira, 8 de março de 2010

As fotos da Taça de Portugal de Maratonas

As fotos da Taça de Portugal de Maratonas I, disputada na passdo fim de semana na Mina de S.Domingos estão disponiveis aqui. Nos próximos dias iremos publicar ainda mais fotos. Bruno Vitória, 3º C1 Sénior
Manuel Macias 3º K1 Junior
Daniel Guerreiro/Gonçalo Ferreira - 4º K2 Junior Tamas Homoki - 14º K1 Sénior
André Costa - 22º K1 Junior

Uma voz insuspeita

Muito se tem escrito e falado sobre a actual situação da Justiça portuguesa durante este infindável vendaval político-mediático, que tem como epicentro o derrube, a qualquer preço, do Primeiro Ministro José Sócrates.

Garcia Pereira, insupeito de fazer carícias ao Governo do Partido Socialista, foi à RTP, no programa "Antes pelo Contrário", pôr os pontos nos ii e chamar os bois pelos nomes.

Ouçamo-lo. Vale mesmo a pena.

Taça de Portugal de Maratonas - Resultados já disponiveis

O Clube Náutico de Ponte de Lima venceu no Domingo, 7 de Março a primeira prova da Taça de Portugal de Maratona, realizada na Mina de São Domingos, Mértola.

A competição cuja organização local esteve a cargo do Clube Náutico de Mértola e da Câmara Municipal decorreu na Tapada Grande tendo o local sido classificado pela Federação Portuguesa de Canoagem como “perfeito para a prática de Canoagem”. Participaram na prova perto de 300 atletas em representação de 36 clubes Nacionais e dois espanhóis. Individualmente destacaram-se José Ramalho, do Clube Fluvial Vilacondense, que venceu no photofinish a Fernando Pimenta do Clube Náutico de Ponte de Lima e ainda o K2 de Gemeses, composto por João Ribeiro e José Maciel, que venceu também no sprint final a Peter Ribe e João Neves do Clube Fluvial Vilacondense.

O Clube organizador, classificou-se em 10ºlugar e individualmente o destaque vai para as tripulações de Manuel Macias em K1 Júnior e para Bruno Vitória em C1 Sénior que alcançaram medalhas de Bronze. Referencia ainda para o K2 Júnior de Gonçalo Ferreira e Daniel Guerreiro que se classificaram em 4º lugar, para Tamas Homoki 14º no K1 Sénior e para André Costa 22º em K1 Júnior.

Todos os resultados aqui.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Fados no Monte do Guizo

A Imprensa de hoje

A Ditadura do Vazio
Tenho amigos jornalistas e outros que o não sendo também escrevem em jornais ou coisas parecidas. São bons amigos, boas pessoas e têm uma profissão absolutamente fascinante, seja pela liberdade com que podem desenvolver o seu trabalho, seja pela ideia de conseguir, através da palavra, pequenas e grandes metamorfoses sociais.

É neste ponto, porém, que pode ocorrer o que esta profissão tem também de mais perverso. A actividade jornalística baseia-se, naturalmente, na condição de informar. Informar prestando serviço público.

Acontece que a noção de serviço público tornar-se-á cada vez mais exígua quanto mais se pretender que serviço público pode ser prestado por grupos empresariais, que operam nas mais variadas áreas do mercado, ou seja, com interesses que vão bem além da responsabilidade de informar.

A partir do momento em que um serviço público com esta responsabilidade está à mercê dos resultados líquidos que o Chairman do grupo que controla o Jornal pretende para esse ano, então estamos na presença não de uma redacção mas sim de uma cadeia de produção de factos sensacionalistas que vendam jornais.

E é esta a motivação que, em última análise, levará os jornalistas a subverter o dever de informar, desrespeitando normas basilares que consolidam o Estado de Direito Democrático, tais como o Segredo de Justiça.

Há uns anos, muito antes dos Governos de José Sócrates, um director de um jornal (numa conferência em Lisboa) assumia que “a linha editorial do jornal era para cumprir” e que se um jornalista não quisesse escrever determinado tipo de peça “tinha mais 100 lá em baixo à espera para entrar”. Na verdade, se nós conhecemos a situação precária em que muitos destes profissionais trabalham, decerto eles conhecê-la-ão, por maioria de razão, muito melhor. Também eles percebem que o “não” dito uma vez ao director se torna no passaporte para descer até ao Piso 0 com guia de marcha para o desemprego.
Isto não justifica esta onda liquidatária do Governo, quanto a mim absolutamente irresponsável, mas justificaria concerteza que a classe jornalística se fortalecesse não perante o poder político, mas sim perante o poder económico ao qual está, de facto, subjugada e contra o qual não se tem podido sublevar.
Isto porque, o fortalecimento desmesurado dos jornais perante o poder político facilmente nos levará à ditadura da imprensa que, por si só, se torna numa ditadura de vazio. Jornais sem factos políticos ou sociais tornar-se-ão numa bolha de vácuo.

Rui Estevão Alexandre

Dia da Mulher

Prevenção das doenças cardiovasculares

Conferência no Campo Arqueológico